sábado, 19 de agosto de 2017

Olhem Como Os Radicais Extremistas Estão Tão Caladinhos




Quem lê as notícias na comunicação social sobre a renovação de contratos com técnicos percebe logo que a Alexandra está a dar uma ajudinha ao Governo, dando a ideia de que vão ser contratadas centenas ou milhares de pessoas pelo Estado. Uma ajudinha para as autárquicas que aí vêm.
A nota informativa emitida pela dgae a mando da secretária de estado da educação já reduz imennnnnso o número de pessoas a renovar contrato. Deve ser difícil encontrar técnicos especializados que tivessem tido horário completo e anual.

 A DGAE é a ferramenta que operacionaliza a coisa
Por isso não estranho nada que o partido comunista e os radicais do bloco de esquerda estejam tão caladinhos: também contam ganhar uns votos autárquicos à custa do anúncio da renovação dos contratos. Se serão em número ínfimo, não é relevante agora.

terça-feira, 15 de agosto de 2017

Tiro Nos Pés


Na verdade, senhor diretor, a ideia do sorteio não é grande espingarda. Dará uma trabalheira enorme para os serviços e agrupamentos de escolas e o ministério protocumunistabloquista da educação não irá na sua conversa. Mais valia defender a ordenação pelas notas, com faz o seu homólogo e ex-presidente do conselho de escolas, professor Esperança, que defende a ordenação dos alunos pelas classificações
"Quem me dera a mim que também pudessem entrar em função das notas, mas como continuamos a ter medo de premiar o mérito geralmente nunca chegamos lá", comentou o professor.
O sorteio não concitará grandes apoios nem resolverá nenhum problema porque se agora se falsificam moradas, nem queira saber como seria com os sorteios. Veja como ficou dorido o General. Com azia, veio dizer que a ideia até seria boa se tivesse sido ele a defendê-la...
Podia defender que a ordenação fosse feita pela altura dos alunos, entravam primeiro os mais baixitos que ocupavam as filas da frente e só depois os mais altos para as filas de trás. Ou então pela ordem de inscrição. Qualquer uma é melhor que o sorteio.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Táticas Totalitárias


O aproveitamento político é de facto o nosso maior problema. Falimos várias vezes, morreram dezenas de pessoas num incêndio florestal; o SNS gasta consigo mesmo o que devia gastar com os utentes; a polícia é chamada às escolas públicas porque sendo os alunos oficialmente todos iguais uns são mais iguais que os outros; o Governo (de Portugal não o do Qatar) considera que pode estar numa situação de pobreza severa alguém que é proprietário de uma viatura no valor de 25 mil euros e como tal reunir as condições para receber RSI… mas o que é isso quando comparado com o aproveitamento político?




Escola Pública Versus Escola Pública


Mostra, aliás, algo que digo há muito tempo, precisamente a respeito da apaixonada discussão escola pública versus escola privada: não há só uma escola pública; com efeito, há escolas públicas e escolas públicas. Ao contrário do que para aí tantos alvitraram, isto nada tem a ver com os rankings e a sua publicação. Podem até pasmar, mas a verdade é que há várias escolas públicas dentro da mesma, da mesmíssima, escola pública.

Dá que pensar este artigo de Paulo Rangel. Já sabíamos que os ricos escolhiam a melhor justiça, a melhor saúde, a melhor educação. O que não sabíamos é que a escola pública era a arena onde a classe média treina para se juntar aos ricos.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Mais Um a Lançar-nos Areia Para Os Olhos


Este problema tem causas, por muito que custe à voracidade mediática. A rede escolar tinha densidade, apesar da péssima organização do território, até à chegada dos barrosistas que "reformaram" a eito e implodiram (com erros graves na escolha dos alvos) a lei orgânica do ministério: acabaram com 23 estruturas (centros de área educativa) que tinham massa crítica na organização da rede e os anos que se seguiram foram tragicómicos

Portanto, senhor professor Prudêncio, o problema não tem origem nos critérios chuchalisto-comunisto-burrucráticos que vexa defende, que estão em vigor e que permitem todas as manigâncias possíveis e imaginárias. Não senhor, o problema tem a ver com os boys do PS e PSD que o sr. prudencioprofessor gostaria de engrossar com a reposição de mais "estruturas". Assim mais "funcionários" poderiam ser colocados para colocar os filhos dos amigos no topo das listas.
Afinal, o senhor professor ensina o quê?
A quem? 
Já pensou que a moléstia de que padece o país pode ter a ver com os professores que os portugueses têm tido nos últimos, sei lá, 40 anos?.


quarta-feira, 12 de julho de 2017

"Costa Não Foi Feito Para Isto. Nem Feito Nem Eleito, Recorde-se"


Peixinho de aquário
António Costa não acredita em nada. A bajulação mediática que em Portugal passa por “comentário político” costuma transformar este vazio amoral numa virtude celestial, “génio político”, “inteligência tática”. Lamento, mas não é inteligência tática, é só a mais completa inexistência de convicções. Os cínicos como Costa são os seres mais flexíveis da Criação, porque não têm um centro moral; são feitos de uma pasta viscosa e escorregadia que se adapta a gregos e a troianos. O cínico pode assim desenvolver um discurso liberal de manhã, almoçar com comunistas e fazer promessas socialistas à tarde. Há dias, nas Américas, Costa parecia um libertário a defender os benefícios da globalização. Estamos a falar do homem que, quando necessário, recorre às linguagens e às políticas do PCP e BE.
Costa fez campanha contra a austeridade e a favor de uma nova política assente no consumo interno. Perdeu as eleições. Para sobreviver, fez a negociata mais oportunista da nossa história democrática, rasgando pelo meio décadas de regras não escritas. Quando chegou ao poder, manteve a política de Passos (exportações) e reforçou a austeridade. Sim, devolveu partes dos salários aos funcionários públicos, mas, em troca, impôs a austeridade mais rígida de sempre ao nível do investimento público e dos gastos intermédios do Estado. Ou seja, os funcionários recebem mais dinheiro, mas, quando chegam aos seus postos de trabalho, não têm meios para fazer o seu trabalho. Não havia material no centro de saúde de Castanheira de Pera, não havia câmaras e redes em Tancos, etc., etc. Na política normal do dia a dia, esta fórmula cínica estava a funcionar em benefício do próprio Costa: a devolução de rendimentos mantinha clientelas eleitorais satisfeitas, apesar da evidente degradação dos serviços. Só que acontecem sempre imprevistos e tragédias, como Pedrógão e Tancos. Estes dois episódios minaram por completo a relação de confiança hobbesiana entre os cidadãos e o Estado. Se as pessoas continuarem a sentir que não têm segurança, não há devolução de rendimentos que valha a Costa. Manter a sociedade acima do medo é a primeira tarefa do Governo. E a Costa está a falhar miseravelmente nessa tarefa.
Quando foi forçado a sair do aquário lisboeta, Costa mostrou que não tem fibra de líder, só transmitiu insegurança. Para agravar essa sensação de desnorte e fraqueza, meteu férias como se fosse o António, cidadão privado, e não o António Costa, primeiro-ministro de um país a sofrer uma inédita falha na estrutura hobbesiana. O Ministério da Administração Interna e o Exército parecem sacos de gatos corporativos, o país está com medo e envergonhado perante os parceiros da NATO, mas Costa desertou para Palma de Maiorca. Lembra uma reportagem que passou há anos na SIC. A cena é assim: na rotunda do Marquês, o edil Costa inaugura uma obra, mas alguém aponta para um defeito óbvio; sentindo o embaraço, Costa vira costas e deixa a vereadora sozinha. A cena define a cobardia da personagem, mas é desculpável. Já não é desculpável abandonar o país após dois choques como Pedrógão e Tancos. Costa não foi feito para isto. Nem feito nem eleito, recorde-se. 
Henrique Raposo
EXPRESSO, 8 de julho 07

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Fake News


"Uniformizámos o calendário, já a partir do próximo ano, do pré-escolar e do primeiro ciclo para permitir que os professores do primeiro ciclo e os educadores do pré-escolar tenham tempos comuns para planificação do seu trabalho

Treta João!
Não sejas pateta. O calendário foi um baixar de calças aos sindicatos dos educadores, que tinham apenas dois meses de férias no verão e agora ficam com dois meses e meio com têm os professores do primeiro ciclo. O calendário está feito para os educadores trabalharem menos e não para trabalharem mais como estás para aí a dizer.

O Povo Tem Sempre o Governo Que Merece. Não Tivemos Azar Com o Incêndio, Nem Com o Roubo, Tivemos Foi Sorte Com a Economia


"com este governo e esta maioria, o Estado não é capaz de proteger a vida dos cidadãos ou de manter o seu material de guerra a salvo de criminosos, ou até de organizar uma prova escolar sem fugas de informação, mas consegue “devolver rendimentos” aos seus dependentes e ainda criar expectativas a mais de 20 mil “precários”.


terça-feira, 27 de junho de 2017

Um Governo Que Cultiva nos Jovens a Exigência, o Esforço e o Mérito. Poucochinho.

Despacho 5296/2017 de 16 de junho


As bolsas de mérito eram apoios financeiros que o estado concedia aos alunos que obtivessem bons resultados escolares e beneficiassem, da ação social escolar. 
Os alunos tinham de obter média igual ou superior a 4 no básico e a 14 no secundário.
Para o ano que vem, basta um suficiente. O subsídio vai abranger os portugueses com ação social escolar e que tenham resultados assim-assim; 3,5 no básico e 13,5 no secundário.
Com um suf+ já se tem subsídio de mérito escolar. 
Isto nada tem a ver com eleições em outubro.


domingo, 25 de junho de 2017

Uma Especialista Maneirinha



A diferença é enorme porque os propósitos destas provas são distintos. O exame é uma prova que tem por objectivo classificar e hierarquizar os alunos. Enquanto as provas de aferição têm como preocupação fornecer informação detalhada às escolas sobre o desempenho dos alunos, o que pode constituir mais um elemento sobre o que há a regular, sobre aspectos a que é preciso dar mais atenção, etc. E, portanto, existe a preocupação de se dar um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames. Sabemos que o que sai no exame vai influenciar grandemente o trabalho do professor em sala de aula. A existência de exames tem o efeito de reduzir o currículo aos conteúdos que saem na prova. Portanto, traduz-se num ensino muito centrado na preparação para esta avaliação.


Segundo esta especialista, o exame é diferente da prova de aferição porque tem propósito distinto da prova. Pois, já sabíamos.
O que muitos não sabiam e que ficaram a saber é que a prova de aferição é melhor que o exame porque dá "um contributo para melhorar o ensino e, consequentemente, as aprendizagens dos alunos. O que não acontece com os exames". Uma impostura intelectual que a esquerda não denuncia, obviamente, mas que mereceria um ataque implacável da direita. Onde está a direita?






terça-feira, 20 de junho de 2017

Fosse No Tempo do Crato...


No exame do 12º ano. "não pensa"


E o IAVE seria ridicularizado pelo erro grosseiro no exame nacional de português


No manuscrito original. "quem respira"

Ah! É uma questão de edição. Pois!

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Oxalá Os Espanhóis Não Nos Ataquem. E Se Nos Atacarem? Corremos Para Oeste Fazendo-lhes Frente




Não chores, cara esposa, que o Destino
Manda que parta, à guerra me convida;
A honra prezo mais que a própria vida,
E se assim não fizera, era indigno.
"Eu te acho, meu Conde, tão menino
Que receio..."
- Ah! Não temas, não, querida;
A francesa nação será batida,
Este peito, que vês, é diamantino.
"Como é crível que sejas tão valente?..."
Eu herdei o valor de avós, e pais,
Que essa virtude tem a ilustre gente.
"Porem se as forças forem desiguais...?"
Irra, Condessa! És muito impertinente!
Tornarei a fugir, que queres mais?

domingo, 11 de junho de 2017

Adoro Ver Chuchalistas a Sentirem-se Fo... Enganados

BORRADOSDACABEÇAAOSPÉS


Este amigo escriba quer explicações.
Vamos dá-las:
1-Não está em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, nem nunca esteve. Se estivesse, durante 100 anos nunca teríamos um governo chuchalista.
2-Se estivesse em causa a boa gestão dos dinheiros públicos, como diz, não eram as escolas particulares que fechavam portas mas sim as que faziam o mesmo serviço pelo dobro ou triplo dos custos.
3-É mentira que este governo ou os seus boys tivesse assumido "princípios claros na gestão do dossier dos contratos de associação". O que esteve em causa foram ideologias políticas e dinheirinho. Lembro ao escriba defendedor dos princípios que a maior paladina da defesa da escola publica, Doutora Alexandra Ludomila Leitão, tem os filhos no colégio alemão. Grandes princípios que o escriba nunca denunciou.
4-O assunto podia ter sido amplamente debatido e gerado consenso entre os chuchalistas. Os que pagam impostos, nada. Ninguém os ouviu.
5-Os favorecimentos não estão a regressar, estão aqui desde que este governo se constituiu. Todos os dias se pagam favores à esquerda radical para segurar o Costa.

Gosto de ver chuchas desiludidos. 



quarta-feira, 7 de junho de 2017

Portanto, Os Programas São Os Mesmos, O Que é Preciso é que Os Professores Articulem e Colaborem Uns Com Os Outros


Exemplificando: posso olhar de forma horizontal para todas as disciplinas e ver aspetos dos programas que casam bem como é o caso da Revolução Industrial, que é estudada no Inglês, na Geografia, na História e também no Português. A partir de agora, será possível ter um momento na semana, ou até uma semana inteira, em que a escola pára para estudar a Revolução Industrial e, com o contributo de todas as disciplinas, desenvolver um projeto em torno do tema

Ensinem os professores a trabalhar em condições.


Ensinar Sem Programa, Sem Planeamento, Sem Horários, Sem Avaliação, Sem Controle...


Eu quero que os meus alunos aprendam, mas não consigo porque tenho de lhes dar o programa.” A frase ouviu-a João Costa, 44 anos, a uma professora, durante a preparação das medidas que vão permitir ao Governo flexibilizar os currículos em todos os níveis de ensino, já a partir do próximo ano letivo

O cerne da política deste governo para a educação resume-se a duas ideias impressionistas: aprendizagem é divertimento e ensino é monitorização.


segunda-feira, 29 de maio de 2017

Os Passarinhos Precisam De Alimento



É fatal como o destino: aproxima-se o fim do ano e o momento de definir as regras para dar serviço aos professores para o novo ano e chegam-nos as maravilhas operadas pelas "metodologias" e "pedagogias" do  sucesso. 
Muitos dados trabalhados para validar o que se pretende provar, provar que fioco é seda. Pena é que não existam ninhos até final da universidade, o ensino em Portugal cresceria 20 centímetros como diz o outro artista.
Há que começar já a mostrar a quem manda que é preciso continuar a dar a maminha. E a apostar sempre em tecnologias de sucesso. Falta uma notícia que mostre os excelentes resultados do TurMamais para compor o ramalhete.
Diz uma das vendedoras do produto que os "ninhos" não implicam investimentos colossais de dinheiro nem nada que não exista já. Na prática, apenas é necessário o dobro dos professores.
Podia ser pior... 

domingo, 28 de maio de 2017

Os Beijos Fazem Bem à Saúde e São Elemento Essencial à Formação de Cidadãos


O professor Luís Costa está completamente errado na abordagem ao tema da alegada homofobia numa escola de Vagos. Mais errado ainda do que teria estado, alegadamente, o tal diretor da escola de vagos se disse alguma frase ou teve alguma atitude de carácter homofóbico. Se disse, hoje já deve ter consciência do erro, o Luís, passado este tempo, ainda não distingue remédio de veneno.
Seja qual for o ponto de vista professor Luís, seja à luz do desenvolvimento pessoal e psicológico dos jovens, seja à luz da melhor e moderna pedagogia, seja do ponto de vista do processo educativo, ou da formação de cidadãos...dar beijos na escola, em casa, na rua não pode ser algo errado. Antes pelo contrário é BOM DAR BEIJOS.
Até na igreja, em plena missa, se dão beijos.
No caso dos beijos e "marmelanços" no ambiente escolar, o que poderá estar em causa é a dose. Mais nada.Tal como é a dose o único critério para destrinçar remédio de veneno.

terça-feira, 25 de abril de 2017

Educação Para a Cidadania Nas Escolas Portuguesas


O referendo levado a cabo contribuirá para sustentar, não só a minha apresentação de proposta de recondução para o próximo quadriénio, como a própria deliberação do Conselho Geral e daqueles que nos representam se assim considerarem pertinente e significativo

Portanto a senhora diretora:
1-faz um referendo à margem da lei. Melhor seria que lhe chamasse eleição...
2-coloca professores e assistentes ao serviço desse referendo ilegal, e a faltar às suas obrigações profissionais enquanto brincam às mesas de voto
3 - o conselho geral é  constituído por pessoas de vários quadrantes e funções, mas a senhora apenas ausculta os professores e os funcionários. Os restantes não contam para o totobola.
4 - nitidamente, está a condicionar o conselho com o resultado de um referendo às três pancadas. Não deve ter apoio no conselho e faz um referendo (vinculativo?) para procurá-lo fora.
5 - deve ter consciência de que com esta garotice está a descredibilizar os representantes dos professores e dos funcionários no conselho geral
6 - devia levar um cartão vermelho pela ofensa que está a fazer ao órgão que a elege
Quanto ao conselho geral, vamos ver se têm espinha ou se são bolinhas aceitando bem que os encostem à parede