terça-feira, 30 de dezembro de 2014

Carta Aberta a Mário Soares

Trento, 30 de dezembro de 2014
Sr. Doutor
Quero agradecer-lhe, em primeiro lugar, o gesto altruísta, e muito digno, diga-se de passagem, de ter enviado uma carta ao seu grande amigo em prisão preventiva, José Sócrates. É um gesto que mostra bem o valor da solidariedade entre amigalhaços.
Sabe como eu o admiro pela forma como tem estado na política portuguesa - à margem, digo-lhe, que os europeus já se arrependeram mil vezes por não lhe terem dado aquele tacho de Presidente do Parlamento Europeu. Morcões. Dizia eu que a minha admiração por si advém do facto de o senhor ter sabido viver à custa do erário público português, durante dezenas de anos, obviamente pelo facto de o povo lhe reconhecer mérito. Sabemos os dois que os portugueses em França foram também seus amigos enquanto esteve no exílio.
Os poucos portugueses - cada vez menos, na verdade - que ainda lhe dão ouvidos, e crédito, são muitos mais do que aqueles que visitam o seu camarada e amigo socialista Sócrates, na prisão de Évora.
É por serem já poucos a dar-lhe crédito, que não se ouviu ninguém a apontar os disparates e aleivosias que V. Exa. diz e escreve na carta que dirige ao seu grande amigo na prisa.
Só um pequeno grupo  de anti-democratas, capitaneados por V. Exa., pode dizer que o seu amigo está a ser tratado "vergonhosamente" pela justiça - que afinal está a funcionar - e pelo juiz de instrução.
Os que defendem o Estado de Direito, a Democracia, a separação de poderes, os princípios da equidade, do justo tratamento e da justiça para todos, as pessoas decentes, afinal,  estão calados à espera pacientemente que a justiça faça o seu curso, que os culpados sejam punidos e os inocenets absolvidos.
Viva a República e a Democracia
Viva Portugal
Aceite um abraço de um seu velho admirador, que tanto o estimou e que agora, mesmo em retiro invernal nas propriedades italianas, fica triste com a figura patética que vai fazendo sempre que fala ou sai à rua.
Reitor


domingo, 28 de dezembro de 2014

Não Fosse Vir De Quem Vem e Até Pareceria Distração

 
O professor Paulo Guinote podia fazer carreira na política. Tem a retórica dos políticos e, sempre que interessa, usa a demagogia nas doses adequadas para vender as suas ideias.
Pena é que os partidos políticos ainda não o tenham tentado. Ou, tendo, não o tivessem feito com o empenho necessário.
Vem isto a propósito de um arrazoado que ele postou com o título "Estava Na Gaveta...". Tivesse lá ficado e eu não perdia 10 preciosos minutos.
Talvez seja por isso mesmo - um arrazoado de asneiras - que não o publicam, hem?
Vamos ver o que diz este professor anti-liberdade de escolha da escola.
Primeiro, começa por glosar ao conceito de  liberdade de escolha da escola com outras liberdades que nada têm a ver com aquela, lançando fumo sobre a questão central: as famílias deviam escolher a escola onde querem educar os filhos.
Depois, a demagogia escorre como a lava do vulcão da ilha do Fogo:
a) Liberdade das escolas para escolherem os alunos mais adequados ao seu projecto educativo
b) Liberdade dos alunos para escolherem o ritmo e estilo de trabalho mais apropriado ao seu perfil de aprendizagens e aos seus interesses pessoais
Inversão de liberdades: não é livre o fornecedor que escolhe os clientes (a isso chama-se monopólio). São livres os clientes que podem escolher de entre os vários fornecedores.
O alunos escolhem o seu ritmo e os seus interesses pessoais nas atividades de lazer. Ou depois dos 18 anos. Não no seu trabalho. Não enquanto materializam o seu dever de frequentar a escola. Não enquanto são menores.
O professor Guinote talvez ainda não tenha percebido que a liberdade dos jovens é menor que a dos adultos. Ou acha que não é?
c) Liberdade das comunidades escolares para adequarem o modelo de gestão a esse projecto e à sua identidade específica.
Cegueira conveniente: este Governo deu autonomia a centenas de escolas precisamente para que elas passassem a ter identidade, projetos e modelos de gestão próprios.
Importa dizer ainda que as escolas já podem criar estruturas de gestão dos seus projetos e estruturas de gestão que respondam a problemas específicos das comunidades. Há escolas com gabinetes disto e daquilo, com conselhos pedagógicos e conselhos gerais diferentes no número de membros, no tipo de membros e na própria organização interna.
Mas eu acho que o professor Guinote se refere à estrutura de topo, o diretor. Aconselho-o vivamente a defender a municipalização. Certamente as comunidades escolares ganharão autonomia para adequar o modelo de gestão das suas escolas.
d) Liberdade dos professores para escolherem as metodologias e práticas mais apropriadas ao trabalho com as suas turmas e alunos, à gestão dos conteúdos e à avaliação dos alunos

Falsidade mal vestida: os professores nunca fizeram outra coisa na vida que não escolher metodologias e práticas apropriadas, gerir os conteúdos previstos para cada disciplina e avaliar os alunos. Da forma como o Professor Guinote o diz, até parece que não é isso que fazem, o que não é verdade. Quem escolhe as metodologias e práticas utilizadas pelo professor Guinote nas suas aulas? Quem gere os conteúdos e ritmos de lecionação nas aulas que dá? Quem avalia os seus alunos?
Não se trata de distração. Trata-se de demagogia. Barata.

 

sábado, 27 de dezembro de 2014

Um Texto Para Se Ler Em Voz Alta No Primeiro Dia de Aulas De 2015, a Todos Os Alunos

 
Paulo Morais, BEIJA MÃO ÀS GRADES

José Sócrates, preso em Évora, inaugurou uma nova prática: a de conceder audiências na cadeia. As peregrinações de inúmeras figuras públicas à penitenciária de Évora, sob a capa aparente de visitas de apoio e solidariedade, mais não parecem do que exercícios de vassalagem.

Ao longo de anos e enquanto governante Sócrates garantiu ganhos milionários a alguns dos maiores grupos económicos, em particular na Finança e nas Obras Públicas. Todos aqueles que Sócrates beneficiou estarão agora a ir à cadeia beijar-lhe a mão. Será uma questão de gratidão. Por lá passaram e continuarão a passar os concessionários das parcerias público-privadas (PPP), a quem Sócrates garantiu rendas obscenas em negócios sem risco. Assim, não será de estranhar que o todo-poderoso Jorge Coelho, presidente durante anos do maior concessionário de PPP rodoviárias, o grupo Mota-Engil – tenha rumado a Évora. Também lá esteve em romagem José Lello, administrador, durante os governos socialistas, da construtora DST, que muito ganhou também com PPP.

Não deixa de ser curioso que cheguem apoiantes de todos os setores que Sócrates tutelou. O líder do futebol português, Pinto da Costa, foi mais um dos que manifestou o seu apoio público. Afinal, Sócrates foi o ministro do desporto que trouxe o Euro 2004 para Portugal. Um Euro que valeu muitos milhões de euros aos clubes de futebol e seus dirigentes. Mais um gesto de vassalagem.

Para ser visitado e apoiado, a Sócrates bastará enviar a convocatória. Todos aqueles cujos podres Sócrates conhece, os que usufruíram de benefícios ilegítimos pelas suas decisões – todos aparecem ao primeiro estalar de dedos. Todos temem Sócrates, pois sabem que se ele resolver falar, desmorona o seu mundo de promiscuidades entre política e negócios.
 
Com estas convocatórias e manifestações de apoio, o ex-primeiro-ministro pretende manipular a opinião pública, vitimizando-se; bem como condicionar a Justiça, através da sua manifestação de força e influência. 
Mas o que não faz e deveria fazer é aproveitar o acesso direto aos media para explicar quais os bens de fortuna que lhe permitiram, sem rendimentos compatíveis, manter, durante anos e depois de sair do poder, uma vida de ostentação.

Os professores decentes saberão como sumariar a lição.

Pai De Filho Único

         
António Arnaut é o afamado pai do SNS. Fez este filho logo a seguir a 25 de abril e, com tão bom sémen, estranho muito que nenhuma outra rapariga, especialmente as da sua família política, lhe tenha pedido mais.
Agora está velho demais e já não diz coisa com coisa.
Só Deus sabe o que se perdeu.


Diz-se Que o Livro Do Pai do SNS Não Vale Um Chavo






Aqui del'rei. está em causa o regime democrático.
Espero que o presidentedarepublicadasbananas faça um comunicado ao país.


sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

Merdas Do Regime


Esta “absolvição” de Paulo Portas tem tanto de encenada como de precipitada, como qualquer um percebe se ler o despacho de arquivamento ou se tiver acesso aos documentos recolhidos e às audições realizadas no inquérito parlamentar. É uma “absolvição” construída sobre os silêncios de uns e as mentiras de outros, em alguns casos os mesmos, e que beneficiou do desaparecimento de documentos muito reveladores. Por isso é uma absolvição frágil, muito frágil.




Deus Lhe Dê a Serenidade e a Força, Sr. Primeiro-Ministro, Para Continuar o Rumo



 Estou orgulhoso.


Incorrigíveis Chuchalistas


Só dizem balelas.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Não. Não És Nem Nunca Foste Liberal. És Apenas Demasiado Gordo.



Carlos Abreu Amorim leu muitos autores e defensores do liberalismo o económico. Leu Hayek, Friedman e a escola de Chicago. enfim, leu muitos, mas leu mal. Não percebeu patavina do que leu.
São precisamente as doutrinas liberais, nomeadamente as clássicas, que defendem regras fortes e instituições que as apliquem. São as doutrinas liberais clássicas que defendem um Estado magro mas com músculo. Com instituições fortes que persigam os prevaricadores e os ladrões - sejam eles quem forem, Carlos - até os apanharem. São doutrinas que não defendem a prescrição de crimes de sangue e de dívidas ao Estado.
Os problemas que apenas descobriste agora na comissão de inquérito ao BES, Carlos, não têm a ver com doutrinas políticas, ideológicas ou filosóficas. Nem com teorias económicas. Nem com liberalismo, socialismos, comunismo, economia planificada centralmente, estado providência, estado social ou paternalismo estatal.
Têm a ver com ladroagem. Com políticos corruptos, com uma economia de favor, com trocas de favores e influências entre representantes do Estado e bandidos com fatos Armani e mercedes nas garagens.
Lê Paulo Morais que aprendes muito.

sábado, 20 de dezembro de 2014

Rei Ricardo

 A ler, de Paulo Morais
Ricardo Salgado foi ao Parlamento depor no âmbito do inquérito ao BES. Foi recebido como um rei, discursou com sobranceria, desprezou os deputados e nada esclareceu. Que trunfos tem Salgado para poder agir com tanta arrogância?
Na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), Salgado só falou do que quis. Até porque ninguém lhe colocou questões verdadeiramente incómodas. Ficaram por fazer as perguntas que permitiriam clarificar como foi possível desaparecer tanto dinheiro do BES e quem foram os atores na política e na Administração cúmplices no processo. Ficamos sem saber como foi possível o BES transferir para Angola três mil milhões, na maior operação de fuga de capitais, mesmo debaixo do nariz do Banco de Portugal; quem no governo autorizou o abate ilegal de sobreiros que viabilizou o negócio imobiliário da ‘Vargem Fresca’; quem foram os portugueses subornados na compra de submarinos intermediada pela ESCOM. Tão-pouco se esclareceu qual a intervenção do ex-ministro Miguel Relvas na privatização da EDP e qual a sua ligação ao BES; que papel teve o BES nas parcerias público-privadas, tão ruinosas para o Estado. Ou, até, a troco de quê o BES financiou os estudos de Durão Barroso em Georgetown. E, finalmente, nem uma pista sobre onde está o dinheiro proveniente de tanto negócio obscuro. Ao fim de horas de inquirição, nenhuma destas questões foi esclarecida. As perguntas pareciam escolhidas pelo inquirido. Perante uma CPI submissa, Salgado fez o seu espetáculo. Sentado no topo da mesa, em vez de confrontado, de frente para os inquiridores, como se faz em qualquer parlamento decente do mundo. Assumiu ar professoral e usou os deputados como figurantes das suas manobras para influenciar a opinião pública.
Só poderia haver uma razão para Salgado agir com esta arrogância: ter muitos políticos portugueses na mão; ou melhor, no bolso, no bolso onde guardará a sua lista de pagamentos – em avenças, favores, prebendas, empréstimos sem garantias e outros privilégios –, cujos beneficiários serão políticos e seus familiares.
Ricardo Salgado, apesar de ser considerado internacionalmente o pior gestor do mundo, em Portugal continua a ser rei, no meio da podre política nacional.



quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Ora, Ora, Não Se Empurrem




Ora, ora, o tesão do Mário Nogueira é deitar abaixo o Governo. O do Filinto é ir pra lá.
Tanto tesão só pode gerar tensão. Por sua vez, a tensão azeda a prova de avaliação que passa de vinagre a zurrapa.




domingo, 14 de dezembro de 2014

Enfim, Geninho, Podias Ser Mais Original



 

Eugénio Fonseca é Presidente da CÁRITAS. Ajuda os pobres em Portugal. Devemos-lhe muito.
E temos consciência, nós e ele, de que a que a sua importância, com pena de todos,  varie proporcionalmente à variação da taxa de pobreza.


Sócrates, Vara, Santos Silva e Afins. Um História de Vida.




Pelas terras de Teixoso, Canhoso , Portugal e o Mundo.
Eles andam todos por aí. Livremente (!) e de cabeça erguida.

Maduro Está Em Apuros






Mais Uma Ollandada

Via correntes:

Para combater as desigualdades, diz a Natália...
O Hollande e a Julie devem estar a chegar. Vou dizer-lhe para ter juízo.

domingo, 23 de novembro de 2014

O Sábio Povo Português Não Sabia Que o Salvador Era Vigarista


E não se pode mandar prender o povo, naturalmente.

A Justiça Deve Investigar Todos. Ninguém Está Acima da Lei


- Posso pagar-lhe o almoço Sr. doutor.
- Nem pense Sr. inginheiro. Fazemos à moda das beiras: cada um paga o seu.

Com detenção do inginheirosucatas, ficaram expostos mais dois tumores da cancerosa justiça portuguesa. Mesmo que essa justiça tenha, agora, feito o seu trabalho, fica um lastro de impunidade, de injustiça de favorecimento e amiguismo que levará muitos anos a recompor. Aposentar-se-ão muitos rosáriosteixeiras e carlosalexandres até que os portugueses se revejam na sua justiça.
Não será para o tempo dos meus netos, lamentavelmente.

Os Membros do "Meu" Governo



Comeram todos à mesma mesa, mas nunca aperceberam de que havia entre eles um vigarista. Pelo menos.
 
 
 

Amigos De Outrora





Os Herdeiros








quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Raposas Guardam o Galinheiro


Naquele tempo em que o mundo estava de pernas para o ar, Crato disse aos crentes que ia constituir uma comissão para decidir sobre os danos causados aos docentes colocados nos agrupamentos.
Assim fez. Ao cagagésimo dia criou uma comissão de especialistas para defender os interesses dos professores prejudicados pela máquina da DGAE. A primeira curiosidade salta à vista: nenhum dos elementos desta comissão exerce funções docentes.
A segunda curiosidade vem na linha do que tem sido este MEC(o): os membros "independentes" que vão defender os interesses dos professores prejudicados são, curiosamente, funcionários da entidade que os prejudicou. Não podiam aqueles estar melhor defendidos.
A terceira curiosidade advém do facto de os dois  defensores dos docentes, hélas, terem interesse direto na matéria  em que vão tomar decisões porque, ambos, são diretores de agrupamentos TEIP ou com autonomia, ou seja, ambos participaram nos procedimentos de contratação / colocação que vieram a lesar os professores que agora é necessário compensar.
Os professores estão bem defendidos por este naipe de paus



segunda-feira, 17 de novembro de 2014

PAE - PROGRAMA para ACABAR com as ESCOLAS

O PAE é uma intrujice pegada. De fio a pavio.

Não há descentralização de competências nenhuma. Há sim desconcentração de competências. Algumas das competências a transferir estão, neste momento, sedeadas em organismos do MEC, mais próximos das periferias (Câmaras) do que do centro (Lisboa).
Nem sequer há uma transferência de competências do MEC para as autarquias. O que verdadeiramente ocorre é uma delegação de competências, por via contratual, do Governo central nas autarquias, ficando aquele com poderes absoluto sobre as competências delegadas.
Intrujice.
 
 
 
 

Miguel Macedo Esteve Muito Bem


Um político à altura das circunstâncias e dos momentos políticos. Percebeu o filme todo e demitiu-se. O menistrocrato, na falta de espelhos em casa, podia olhar para o Miguel.
Falta-lhe o espelho e os ... tintins.



domingo, 16 de novembro de 2014

PAE - PROGRAMA para ACABAR com as ESCOLAS

O governo, através do MEC e do PoioMaduro anda a vender o PAE - Programa Aproximar Educação ao povo. Povo que, na labuta diária pela sobrevivência, ainda não viu que esses bandidos vão entregar a Escola Pública aos ãutarcas que os desgovernam.
O PAE é a cartilha do governo que o poiomaduro entregou aos boys camarários para estes declamarem aos cidadãos incautos quando lhe venderem a Escola Municipal. Uma escola de merda que apenas servirá para engordar serviços e funções camarárias.
 
O que a Câmara de Matosinhos quer é isto:
Mais 514 funcionários para gerir sendo que o governo lhe continua a pagar o ordenado. Passam a funcionários da câmara, mas o governo continua a transferir mensalmente o valor dos ordenados para os cofres da autarquia.
Aumentar a teia de interesses e o poder sobre as pessoas é o que quer a câmara. Mais funcionários dão origem a mais um diretor, 5 chefes, gabinete maior para o correiopinto e outras alcavalas. 
Isto é que eles querem.


sexta-feira, 7 de novembro de 2014

E Se o Goveeerno Lhes Tiveeesse Mandaaado o Pintomonteiro e o Noronhanascimento, Esses Espécimes Da Justiça Portuguesa? Hã?


“Erro n.º 1 do Tribunal”, “Erro n.º 2 do Tribunal”… e assim por diante


Obviamente, Xanana tem razão. 
Leiam Rui Rio e vejam como está a justiça portuguesa.
Lembrem-se das lamentáveis atuações dos "amigos" monteirosnoronhas, vejam o estado lastimável e o descrédito em que se encontra a justiça portuguesa que, juntamente com o poder local, constituem o maior cancro da democracia portuguesa.
Vejam como o Conselho superior da Magistratura veio a terreiro, à velocidade da luz, defender os seus.
Como é que alguém pode estranhar que os expulsos de Timor não sejam competentes nem ponham as coisas a andar?





sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Alguém Viu o Portas



A bater com a mão no peito enquanto fala na honra nacional e no país dos homens que deram mundos ao mundo?
A reclamar a cabeça dos responsáveis?
A reclamar medidas de exceção?
Em cima de uma carro-de-bois.
Não. Portas desapareceu em combate porque um dos seus rapazes criou uma confusão monumental


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Para o Caso De Não Terem Reparado, Estou Aqui.


Pensando bem, não se vê ninguém fora da política, sei lá, um stôr, especialista a fazer consensos, a dialogar bem com os diretores, com os professores e com os pais, enfim com todos os bichos da terra, e que esteja, neste preciso momento, no terreno, nas rádios, nas televisões, nos jornais, no seu gabinete a dirigir o agrupamento e numa qualquer associação a fazer de presidente?

Na verdade, ainda não percebo, stôr Filinto, como se foi lembrar vosselência, de um perfil assim para Secretário D' Estado.

sábado, 18 de outubro de 2014

Saiu o Grancho e Começaram Logo a Falar De Ti, Joãozinho




Ovelhas Não São Pra Mato



Já percebeste, João, que te fizeram a cama. Vieste lá de cima, pensando que o prado era fresco e suave. Afinal, era mato.
Não te adianta chorar sobre o leite derramado, nem dizeres para ti próprio ai, se fosse agora..
O passo a dar é procurar os tratantes.
Começa por responder a estas perguntas simplesinhas:
a) De quem é a responsabilidade direta pela tragédia que se verifica com a colocação de professores e que está a dar cabo do M.E.C. e a enfraquecer o governo de dia para dia?
b) Quem deu a cara por essa tragédia e cobriu o responsável?
c) Até ontem, quem (do M.E.C.) é que tinha a imagem totalmente queimada?
d) Até ontem quem é que tinha a melhor imagem em todo o M.E.C.?
Verás que encontras a víbora.
Quanto ao resto, o copianço não é uma atitude correta, nem deontológica, nem profissional, nem  moral, nem eticamente. Nem próprias de um docente.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Obviamente,a Trapalhada Com a Colocação Dos Professores Favorece o Partido Chuchalista

Portantos...
Pois, bem me parecia.
 
O partido chuchalista colocou na IGE um dos seus inúmeros boys que perderam as eleições para diretor nos respetivos agrupamentos .
Depois, abriram uma nesga para que o dotor Mário Pereira ficasse a dirigir (não é piada) a DGAE. Foram corridos os chuchalistas e o dotor Mário ficou. Fez-se de morto até reconhecer o seu velho amigo do tempo em que frequentavam juntos ações de formação sobre avaliação de professores, o nosso conhecido casanovalameida.
Dois especialistas em avaliação de desempenho docente juntaram os seus interesses: o primeiro queria manter o tacho, o segundo - que não sabia distinguir avaliado de avaliador - queria encostar-se a alguém que estava dentro da máquina.
Durante três anos a coisa correu mal ao país e à educação, mas bem aos dois.
Nos entretantos, em chegando ao último ano de mandato do ppdcds, os chuchalistas começaram a cobrar ao dotor Mário:  
- tens de arranjar uma trapalhada qualquer para criar uma confusão capaz de limpar a sujidade que ainda cobre os chuchalistas.
O dotor puxa, puxa e torna a puxar pela tola até que brota a fedentinosa ideia bolsista. 
dotor Mário, mansinho, bufa no ouvido do casanovalmeida: senhor doutor, devíamos criar uma bolsa de contratação em cada grupo e agrupamento para facilitar o processo de colocação de professores nas escolas TEIP.
Crie Mário, crie, terá dito o baixote.
O dotor Mário, solícito, tirou uma pedrinha daqui, deixou uma porta aberta ali e surgiram os erros: um aqui, outro ali, dois, três... um vendaval de asneiras que vai ajudar a mandar o Passos para fora da carroça.
E a entrar o partido chuchalista, pois.


Reitor

Assenta Aí, Passos: Os Dois Peiditos Largadas Pelo Casanova São Factos Políticos e Não Administrativos



Reitor

domingo, 12 de outubro de 2014

Atitude Inteligente De Nuno Crato



Já se percebeu há muito, Nuno, que o rapaz que te costuma acompanhar fez m* e agora desapareceu. Está debaixo de um daqueles chapéus de lavrador da aristocracia.
Tens de limpar tu. 

Reitor

Quer Dizer, Professor Arlindo, Que Estão a Ser Imputadas Responsabilidades Pela Falta De Professores Apenas Ao M.E.C. , Mas Que Há Agrupamentos Que Também As Têm. É Isso?


Os 16 agrupamentos que não chegaram a abrir concurso da BCE são os seguintes:

170148 – Agrupamento de Escolas do Barreiro
170367 – Agrupamento de Escolas de Coruche
145567 – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa
151038 – Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques, Guimarães
160805 – Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova
171773 – Agrupamento de Escolas de Benfica, Lisboa
145142 – Agrupamento de Escolas de Almancil, Loulé
171116 – Agrupamento de Escolas de Camarate – D. Nuno Álvares Pereira, Loures
160209 – Agrupamento de Escolas de Mira
03234 – Escola Secundária da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Moita
160568 – Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro
135653 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Ponte de Sôr
152213 – Agrupamento de Escolas Leonardo Coimbra-Filho, Porto
172388 – Agrupamento de Escolas Boa Água, Sesimbra
170800 – Agrupamento de Escolas de Vialonga, Vila Franca de Xira
150885 – Agrupamento de Escolas de Moure e Ribeira de Neiva, Vila Verde

Lista dos agrupamentos que não abriram ofertas para todos os grupos:

151725 – Agrupamento de Escolas de Real, Braga
152018 – Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova, Gondomar
402011 – Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos
151208 – Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta
404299 – Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos
170227 – Agrupamento de Escolas do Monte da Caparica, Almada
172327 – Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, Charneca da Caparica, Almada
171402 – Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz, Lisboa
171360 – Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna, Lisboa
171736 – Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, Lisboa
172315 – Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre, Lisboa
172108 – Agrupamento de Escolas da Apelação, Loures
404019 – Escola Profissional Agrícola D. Dinis – Paiã, Odivelas
171888 – Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva, Sintra
400221 – Escola Secundária Gago Coutinho, Alverca do Ribatejo, Vila Franca de Xira
135185 – Agrupamento de Escolas de Alter do Chão
135495 – Agrupamento de Escolas de Gavião
135290 – Agrupamento de Escolas de Monforte
135021 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja
145130 – Agrupamento de Escolas Rio Arade, Lagoa
145440 – Agrupamento de Escolas Padre João Coelho Cabanita, Loulé


Reitor

Aponte Aí, Sr. Passos Coelho: A Criação Da BCE Foi Um Erro Político e Não Administrativo




César Paulo coloca o dedo na ferida, explica-nos com muita clareza porque é que este concurso é o pior de todos e aponta ao João Casanova Almeida. Foi este rapaz do CDS que inventou a bolsa, é ele que não deixa publicar as listas de colocação, foi ele que apadrinhou critérios ilegais, foi ele que criou este monstro que atrasa as colocações dos professores e que favorece que cada um deles concorra a 304 escolas.


Reitor 

sábado, 11 de outubro de 2014

Não Há Dúvida Que É Fino... De Espírito. Pena Que Os Alicerces Não Suportem Tamanha Construção


O professor Paulo Guinote desenvolve neste excelente poste duas teorias simples e muito fortes:
Numa defende que a trapalhada nos concursos se deve à sua crescente atomização regional e local.
Noutra defende que a crescente atomização dos concursos de professores serve o propósito político de enfraquecimento da FENPROF.
Duas teorias bem construídas, não há dúvida.
Pena é que os factos mostrem que estão ambas erradas.
Desde logo, porque não houve este ano nenhuma atomização regional ou local dos concursos. Houve sim uma recentralização de concursos que há vários anos estavam fora do alcance do MEC porque estavam nas mãos dos agrupamentos. Todos se lembram das polémicas com os concursos de escola do tempo do zésucatas. Dos critérios de favor das acusações de amiguismo que impendiam sobre os diretores, etc.
Este MEC começou por acabar com a contratação efetuada livremente pelas escolas, introduzindo um "parâmetro nacional" nos concursos das escolas: 50% da ordenação apurava-se pela classificação profissional e os restantes 50% (que agora se viu que eram mais do que 50...) pelos critérios de cada escola, aplicados a tranches de candidatos. Na opinião do MEC!? este método dava muito trabalho e atrasava as colocação dos professores nos agrupamentos.
Este ano, o MEC centralizou tudo: os professores candidatavam-se numa plataforma nacional às bolsas das escolas que nem sequer conheciam. É este concurso nacional de bolsa de contratação que está concetualmente errado e não qualquer concurso local.
Mas também há erros - e o Paulo esquece-se deles - no chamado concurso nacional das necessidades transitórias. O tal que é nacional e em que foram colocados vários professores no mesmo horário e outros saíram do concurso sem que existisse horário. Como se o MEC tivesse interesse em reduzir a zero os horários zero.
 
Portanto, professor Paulo, estes concursos foram os mais "centralizados" após o consulado rodriguista.
Nunca a FENPROF, desde Mariluzrodrigues esteve tão visível mediaticamente nem tão forte sindicalmente. Pergunte ao Professor Mário que ele confirma.


Reitor

Uma Proposta Desmiolada



Concursos? Para quê? Para continuar a dança de cadeiras de professores?
Para perder tempo, vamos à praia.
Os professores deviam ser colocados nos agrupamentos pela idade e mai nada. A começar pelos mais velhos, obviamente.


Reitor

Tss. Tss. Dr. Passos Cá Está Um Erro Político e Não Administrativo



Esta dança de cadeiras é um erro político de palmatória. De duas uma: ou o concurso é centralizado e não é possível o mesmo docente ficar colocado em mais de um horário, ou o concurso é feito agrupamento a agrupamento e os docentes podem optar pelo horário que mais lhe interessa.O que o M.E.C. não pode querer é sol na eira (não desagradar aos sindicatos) e chuva no nabal (ter os professores nas escolas)
Reitor

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Erros Administrativos e Não Políticos, Diz Passos

O Conselho das Escolas, as Escolas e Agrupamentos de Escolas não se revêm numa Administração Educativa que as sufoca com burocracia, que toma para si as poucas competências que aquelas detêm e que, ao invés de assumir as responsabilidades dos seus próprios erros, transfere sem qualquer pudor o ónus dessas responsabilidades para as Escolas e os Diretores

O Conselho de Escolas aponta - com uma secura que mete dó - vários erros políticos da responsabilidade do M.E.C.
A administração pública, na qual se inclui a educativa não se move por impulso administrativo, mas sim político e a acusação que encima estas linhas não se dirige a outros que não os políticos.


Reitor

Joãozinho! Olha Lá, Há Uma Diferença Substancial Entre Os Teus Números e Os Da CM Matosinhos


Em Matosinhos, por exemplo, segundo dados da Câmara Municipal, continuam a faltar cerca de uma centena de docentes

Andas a falar num erro de 150 professores em falta. Como os governantes, por definição servidores do povo, não são mentirosos, deves ter-te enganado. Outra vez.


Reitor

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sr. Ministro. Importa-se De Nos Dizer (please, please) Se a Borrada Que Fizemos é Legítima? Obrigado, Sr. Ministro.


Depois de uma curta temporada nas minhas vinhas de Châtelet-en-Brie, eis que poisei em Lisboa e, já no Tavares, estive a ver as novidades dos últimos dias. Percebi logo que o Crato está a um passo da porta enquanto o Casanova está a fazer de morto.
Depois fui dar uma voltinha ao sapo notícias e percebi que tudo estava na mesma nesta pasmaceira:
A Associação de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas pediu esta segunda-feira ao Ministério da Educação para esclarecer se os directores das escolas agiram com legitimidade ao anularem as colocações de professores do concurso da bolsa de contratação
Não lamentes, Alcino, o teu estado,
Corno tem sido muita gente boa;
Corníssimos fidalgos tem Lisboa,
Milhões de vezes cornos têm reinado.


Reitor

sexta-feira, 3 de outubro de 2014