domingo, 25 de setembro de 2022

Quando Se Utiliza As Escolas Para fazer Política

 





O grave da coisa não é a tentativa  de uma stora da direção impedir a distribuição de folhetos comunista à porta da sua escola. Também é seu dever educar para o bom gosto.
Grave, grave é, perante tal acusação, a diretora do agrupamento nada ter a dizer sobre o assunto. Os seus deveres profissionais obrigavam-na a vir a público desmentir os comunistas ou penitenciar-se por tamanha falha na educação para a cidadania dos jovens, mesmo que sejam comunas.
Como fica bem ao pé do Senhor Ministro.




Que Sorte, Hã! Um Parecer Mesmo a Calhar!

 


Parecer isenta Ministério da Educação de analisar caso a caso pedidos de mobilidade por doença sem colocação


quinta-feira, 11 de agosto de 2022

Porque é Que Os Ativistas Da Liberdade De Escolha do Género, Abominam a Liberdade De Escolha Da Raça?


A Ucrânia e Taiwan são brincadeiras. Um destes dias, a Terra acordou com a notícia de que Demi Lovato voltou a permitir ser tratada pelos pronomes “she” e “her”. Eu próprio fiquei tão abalado que fui imediatamente tentar descobrir quem é Demi Lovato. É uma cantora americana, diz a internet. Diz ainda a internet que a senhora tinha decidido em tempos deixar de ser mulher. Ou deixar de ser somente mulher, não percebi bem. Percebi que há um ano e pouco Demi Lovato começou a exigir que a tratassem unicamente pelos pronomes “they” e “them”, como em: “Ele(a)s não cantam nada de jeito, mas guincham que se fartam” e “Ouvir as cantilenas dele(a)s é equivalente a um transplante do fígado sem anestesia”.
Não sei de que maneira estes progressismos, evidentemente louváveis, se aplicam em certas situações da vida prática. Se, na hora da conta do restaurante, a pergunta “Quem paga hoje?” tiver a resposta “São ele(a)s”, é capaz de haver confusão à mesa. Porém, pior será na esquadra, quando o interrogatório da testemunha procura esclarecer a posse da arma que acabou de chacinar 14 transeuntes: “É dele(a)s!”. E na fila de suspeitos estão oito criaturas.

Em qualquer dos casos, o importante é respeitar os sentimentos das pessoas. E, agora, o sentimento de Demi Lovato (e o seu agente) sugere-lhe voltar a admitir os pronomes anteriores sem rejeitar os pronomes entretanto adoptados. Isto aconteceu na terça-feira, data em que a senhora se sentiu “mais feminina”. Para a semana, é muito possível que haja novidades. Não espantaria que ela/ele(a)s visse(m) no Ali Express uma barrete ribatejano assaz giro e decidisse(m) identificar-se exclusivamente como marialva, reivindicando os pronomes respectivos. Até é plausível que Demi Lovato renuncie por três meses à espécie humana e se assuma como lontra. Ficarei atento aos telejornais e às aquisições do Oceanário.

Restam dois ou três problemas. Um é a notória instabilidade dos apetites mencionados. Demi Lovato tem 29 anos (se ela concordar com a certidão de nascimento, claro). Apesar disso, viaja entre sexos com a regularidade com que um morador de Gaia que trabalha no Porto atravessa o Douro. A sorte é Demi Lovato, que se considera “bastante fluída”, se limitar a mudanças gramaticais (e não ter de suportar o trânsito do Freixo). Imagine-se se cada epifania da senhora terminava no bloco operatório, com uma junta médica em volta dos genitais. Imagine-se que, em vez de uma adulta, estávamos a falar de um adolescente, que tipicamente altera a opinião de dez em dez minutos. Imagine-se que há países cujas legislações concedem ao adolescente, o exacto adolescente viciado em TikTok e em défice cognitivo, a opção de ir à faca ou receber “terapia” hormonal. Parecendo que não, é chato. Chato e um bocadinho criminoso.

É que é legítimo duvidar da estabilidade de convicções assim. Salvo exemplos raros, clinicamente confirmados e reconfirmados, as cambalhotas “identitárias” prendem-se com modas peculiares, à semelhança dos chumaços nos ombros. Em 2002, que já soa ao Paleolítico Inferior, havia 0,013% de americanos que se “identificavam” como transexuais. Em 2011, a percentagem subira para 0,023%. Em 2016, eram 0,6%. Em 2022, 5% dos jovens adultos nos EUA afirmam-se “transgender” ou “não-binários”. Com crescente frequência, a escola e os “media” condenam os 95% de choninhas reaccionários e supremacistas que se adequaram à reles biologia. Não tarda, teremos nas ruas desfiles da exótica minoria de homens e mulheres que não se acham mulheres e homens.

Descontada a mutilação de menores de idade, por mim tanto faz. A propósito de descontos, apenas gostaria que não me descontassem os impostos para patrocinar o conforto emocional alheio. A propósito de impostos, lamento que a defesa inflamada das “identidades” seja tão selectiva. Uma ocasião, defini-me em público como “não-contribuinte”. Não adiantou: o fisco continuou a subtrair-me rendimentos. E não faltam injustiças e opressões similares. Há gente que se identifica com “etnias” diferentes e, em lugar de aplausos, recebe uma bordoada nas costas, nem sempre metafórica. Não é preciso recordar Rachel Dolezal, a caucasiana que sonhou ser negra e terminou excomungada pela sociedade. Recentemente, uma actriz portuguesa de telenovelas surgiu de trancinhas no cabelo e viu-se informada, com péssimos modos, de que só os negros estão autorizados a usar trancinhas.

Porque é que os “activistas” das “causas”, que berram pela liberdade na escolha do sexo e do “género”, abominam a mesmíssima liberdade na escolha da “raça”? Porque é que se pode ignorar o aparelho reprodutivo que o acaso nos deu e é blasfémia desprezar o tom da pele com que se nasce? Porque é que uma coisa é considerada subjectiva e a outra não se deixa alterar nem a tiro?

Conheço os “argumentos” que “justificam” a contradição (a “apropriação”, o “voluntarismo”, etc.). Não me apetece debatê-los. Não se debate com zelotas e não se debatem patetices. Noto, por desfastio, que aplaudir a “fluidez” no “género” e proibi-la na “raça” implica aceitar que as “raças” possuem características distintas, que essas características são decididas pelos “activistas” do ramo, e que os “activistas” impõem estereótipos a que a humanidade, devidamente retalhada em categorias, deve sujeitar-se sem um pio. Isto não é só segregacionismo, ou puro racismo: isto é medonho. As ideologias “woke” estão radicadas na intolerância. Naturalmente, fingem o contrário. Demi Lovato, sedenta de holofotes e da aprovação deste circo ridículo, também finge ter dois “géneros”. E dois neurónios. Alberto Gonçalves, Observador. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2022

Ui. Ui! Que Dizes Tu, Maria da Conceição? Queres Ficar No Topo Do Ranking? Vais Levar Na Cabeça, é Certinho.

 


"Quero colocar este Agrupamento no topo", diz a nova diretora do A. de Escolas André de Gouveia

É de louvar a intenção e a frontalidade da Dra. Maria da Conceição Peres. É uma espécie de pedrada no charco infeto pelas mirabolantes teorias da extrema esquerda portuguesa. Espero que tenha sucesso e que arraste atrás de si toda a comunidade educativa de Évora.

 

sábado, 25 de junho de 2022

Um Conselho Geral Que Não Deveria Estar Nem Mais Um Dia Em funções. Uma DGAE Que Vai Aferir a Idoneidade Do Condenado!


Só num país atrasado é que os eleitores votam num condenado por violência doméstica para governante da sua casa.
Se a junta médica disser que o moço é idóneo, já pode ser diretor da professora em quem bateu. Não se pode esperar mais da DGAE de um país de 3.º mundo.
O Mingos havia de bater neles todos, a começar pelos professores que estão no conselho geral.
Batatas.


terça-feira, 14 de junho de 2022

Socialistas a Gerir a Coisa Pública = Desastre



António Costa: "Governo trabalha" para resolver "problemas graves" na Saúde
Desde 2015 a aprofundar, digo a resolver, os graves problemas do país. Na saúde, na educação, na justiça...
O povo, sábio e agradecido, deu-lhe uma maioria absoluta.
Aguardemos. Sentados.


sexta-feira, 25 de março de 2022

sexta-feira, 4 de março de 2022

Absolutamente Lamentável e Alinhado Com a Narrativa Putinesca


Contra todas as guerras



Qualquer comparação ou similitude entre a invasão russa (regime totalitário) da Ucrânia (democracia pacífica) e qualquer outro conflito armado no mundo é pura hipocrisia.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Um Tiranete Da Esquerda Caviar

 

Assunto: ADD – documento remetido aos avaliadores relativo a fundamentação Ex.mos/as Senhores/as Educadores/as e Professores/as

Em anexo, envia-se a todos os docentes (potencialmente todos/as avaliados/as ou avaliadores/as) um documento remetido, há dias, aos avaliadores/a e membros da SADD relativo à necessidade de fundamentação da avaliação de desempenho.
Crê-se que este documento é de interesse de todos/as os/as docentes envolvidos/as no processo de ADD porque precisa uma informação aos avaliadores/as que beneficia a qualidade do processo e as garantias dos avaliados/as (e, mais ainda, a segurança jurídica do processo).
O dever de fundamentar os atos que “neguem, extingam, restrinjam ou afetem por qualquer modo direitos ou interesses legalmente protegidos, ou imponham ou agravem deveres, encargos, ónus, sujeições ou sanções” resulta da alínea a) do nº 1 do artigo 152º do Código do Procedimento Administrativo.
Sendo a ADD um procedimento administrativo, rege-se por esse código, além das restantes normas, muitas delas, meros regulamentos sempre subordinados à Lei.
Os resultados da ADD afetam “direitos ou interesses legalmente protegidos”, entre outros, o direito à carreira, o acesso a funções públicas, à remuneração e até à própria equidade interna do processo (dado que o legislador definiu expressamente a avaliação, ela própria, como direito).
Assim, tem de ser, obviamente, bem, e especialmente, fundamentados os resultados que gerem avaliações prejudiciais (Ex: abaixo do nível dito suficiente, isto é, bom), facto que geralmente não suscita dúvidas.
Mas também, e isto é generalizadamente esquecido, as que gerem avaliações mais elevadas que resultem em que, outros, que as tenham mais baixas, sejam excluídos da quota disponível para muito bons e excelentes.
Se, tendo um nível de avaliação, mesmo de muito bom e excelente, alguém ficar excluído da quota e descer para a menção de bom tem, obviamente os seus direitos afetados. Além, de ter direito de reclamar da sua própria avaliação individual (que será alta e, por isso, sempre de difícil escrutínio) tem o direito de acesso e de escrutínio sobre a avaliação dos restantes, cuja avaliação, por terem sido avaliados com valores mais altos, é a causa da sua não inclusão na quota e descida de menção.
A ADD de cada um inclui 2 procedimentos conexos: a avaliação individual (1) e a ponderação das várias avaliações para inclusão ou não na quota (2).A fundamentação do 2 é a agregação dos resultados do 1.
Assim, a correta e sólida fundamentação do 1, em especial dos casos em que os valores altos excluem outros no processo 2 (mesmo com valores altos, mas não suficientemente altos) é essencial e é escrutinável por reclamantes.
Isso foi lembrado aos avaliadores, no documento anexo, e recorda-se, agora, a todos os docentes por ser do seu interesse.
O texto anexo já foi divulgado em redes sociais e blogues, mas objeto de publicação apenas parcial, tendo sido truncadas, manipuladas com sublinhados e ocultadas partes essenciais à sua compreensão e devida contextualização.
Quem ler o texto original e comparar com as citações e comentários que dele foram feitos, percebe instantaneamente que, em alguns locais de divulgação, foi distorcido e manipulado.
O dever de fundamentação sustenta um direito dos que são avaliados e, por isso, é do interesse geral insistir nele.
Em algumas publicações refere-se que nelas não se identifica, nem o autor do texto, nem o agrupamento, porque a fonte o pediu, porque “terá receio de represálias.” Considera-se que essa visão constitui ela própria uma distorção bastante ofensiva.
Teve a virtude, contudo, de sinalizar que era útil remeter o texto integral a todos os professores, dado que a defesa da solidez da fundamentação dos processos de ADD, que resultam em exclusões, é de interesse geral.
O texto não é secreto, nem confidencial e é autoexplicativo na sua indicação de que os avaliadores fundamentem bem a avaliação que produzem num determinado domínio específico.
Por isso, se publica aqui, para que, transparentemente, em vez de ser comentado parcialmente e distorcendo-o, o possam analisar na sua totalidade e dele possam tomar conhecimento pela utilidade patente do que nele se refere.
A informação é remetida a todos os professores/as do agrupamento e deverá ser agendado, a cargo dos respetivos coordenadores, um debate sobre o tema nos órgãos de gestão (Departamentos e Conselho Pedagógico) onde será, como é habitual, neste agrupamento, debatido, em total liberdade e com possibilidade de se manifestar toda a dissidência fundamentada face ao seu teor.
Naturalmente, que o conteúdo e implicações do texto se mantêm vigentes (até porque se trata de uma lembrança do regime legal) e as reafirmo na sua totalidade.

Com os melhores cumprimentos,

O diretor do agrupamento
José Carlos Maciel Pires de Lima



Coitado do stôr Pires de Lima que escolheu para subdiretor o stôr Luís Braga.
A carta que o diretor da escola da Abelheira, a mando, enviou para os professores é uma patetice, um complicómetro que não resolverá nada, antes agravará a burocracia e as injustiças. Deixem os professores em paz para ver se têm tempo para dar aulas aos alunos que estão em isolamento.

 

domingo, 30 de janeiro de 2022

Mais Te Valia Estar Calado, Malabarista.

 

 


sábado, 22 de janeiro de 2022

O Doutor Costa

O que começou em 2015, sob o dr. Costa e os leninistas que o dr. Costa acarinhou, foi a aceleração vertiginosa do “projecto” socialista: preencher o resto da sociedade com o Estado, ocupar o resto do Estado com o PS. Mussolini não faria melhor. Fez, aliás, pior, dado que acabou pendurado numa corda.
Uma singela frase e o respectivo contexto resumem com aprumo o dr. Costa e a governação do dr. Costa. Em primeiro lugar, graças a uma equilibrada mistura de fanatismo ideológico, incompetência e inclinação para o trambique, envolve os contribuintes num negócio ruinoso (a reversão da privatização da TAP e as habilidades que se seguiram constituem um monumento à irracionalidade e à leveza com que se espatifa o dinheiro alheio). Em segundo lugar, na falta de uma explicação airosa ou no mínimo sofrível, o dr. Costa justifica-se com uma calúnia descarada (o sr. Neeleman não só não faliu como é figura particularmente prestigiada na aviação comercial). Em terceiro lugar, apanhado a mentir, o dr. Costa não admite a mentira e reage com típica sofisticação de taberna (e a firme convicção de que o público dele sofre de défice cognitivo suficiente para aplaudir a bojarda).