segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O Totalitarismo Desarma o Cidadão


«Será que de cada vez que acontece um trágico tiroteio é inevitável que ressurja a estridente ignorância estridente dos defensores do "controlo de armas"?

A falácia chave das chamadas leis de controlo de armas reside no facto de tais leis não as controlarem na realidade. Elas simplesmente desarmam os cidadãos respeitadores da lei, enquanto as pessoas propensas à violência com facilidade encontram armas de fogo.

Se os zelotas do controlo de armas tivessem algum respeito pelos factos, há muito que teriam descoberto isto pois, ao longo dos anos, demasiados estudos factuais se sucederam para que reste alguma dúvida que as leis do controlo de armas não apenas são inúteis como contraproducentes.

Lugares e épocas com as mais severas leis de controlo de armas foram, frequentemente, lugares e épocas com altas taxas de homicídios. Washington, D.C., é um exemplo clássico, mas é apenas um entre muitos.

A taxa de posse de armas é maior nas áreas rurais que nas urbanas, mas a taxa de homicídios é maior nas áreas urbanas. A taxa de posse de armas é maior entre os brancos do que entre os negros, mas a taxa de homicídios é maior entre os negros. Para o país como um todo, o número de pistolas [registadas] dobrou nos finais do século XX, enquanto a taxa de homicídios caiu.

Os poucos contra-exemplos apresentados pelos zelotas do controlo de armas não resistem a um escrutínio. O seu ponto referido mais convicto talvez seja o de a Inglaterra ter leis de controlo de armas mais restritas que os Estados Unidos e menores taxas de homicídio.

Mas, se olharmos para trás na história, descobriremos que a Grã-Bretanha tem tido uma menor taxa de homicídios que os Estados Unidos há mais de dois séculos e que, durante a maior parte desse tempo, os britânicos não tiveram leis de controlo de armas mais rigorosas do que os Estados Unidos. Na verdade, na maior parte desse período, nenhum dos dois países teve um severo controlo de armas.

Em meados do século XX, era possível comprar uma arma de fogo em Londres sem ter que responder a perguntas. Nova Iorque, que à época tinha vivido sob a rigorosa lei Sullivan que restringia a posse de armas desde 1911, ainda tinha várias vezes a taxa de assassinatos de Londres com armas de fogo, bem como várias vezes a taxa de homicídios de Londres com outros tipos de armas.

Nem as armas nem o controlo de armas eram a razão para a diferença nas taxas de homicídio. Era nas pessoas que estava a diferença.

E no entanto, muitos dos mais zelosos defensores das leis de controlo de armas, de ambos os lados do Atlântico, têm também sido defensores da indulgência para com os criminosos.

Na Grã-Bretanha, essas pessoas têm sido tão bem sucedidas que a posse legal de armas foi reduzida à ínfima expressão, ao mesmo tempo que a maioria dos criminosos condenados não são postos atrás das grades. A taxa de criminalidade, incluindo a taxa de crimes cometidos com armas, é agora muito maior na Grã-Bretanha do que era nos dias em que havia poucas restrições à compra [legal] de armas de fogo pelos britânicos.

Em 1954, houve apenas uma dúzia de assaltos à mão armada em Londres, mas, nos anos noventa - depois de décadas de cada vez maiores restrições à posse de armas -, eles atingiram um número mais de cem vezes superior.

A escolha da Grã-Bretanha, pelos zelotas do controlo de armas, para efeitos de comparação com os Estados Unidos, tem sido totalmente tendenciosa, não apenas porque ignora a história dos dois países, mas também porque ignora a história de outros países com leis de controlo de armas mais severas que as dos Estados Unidos tais como a Rússia, o Brasil e o México. Todos estes países têm taxas de homicídios mais altas que os Estados Unidos.

Será possível comparar outros conjuntos de países e obter resultados similares. A posse de armas na Suíça tem sido cerca de três vezes superior à da Alemanha, mas os suíços têm tido taxas de homicídios inferiores. Outros países com altas taxas de posse legal de armas e baixas taxas de homicídios incluem Israel, Nova Zelândia e Finlândia.

As armas não são o problema. As pessoas são o problema - incluindo as pessoas que estão determinadas a pressionar por leis de controlo de armas mais severas, quer na ignorância dos factos quer em desafio aos factos.

Há a ignorância inocente e há a invencível, dogmática e hipócrita ignorância. Cada trágico tiroteio parece fazer emergir exemplos de ambos defensores do controlo de armas.

Há alguns anos atrás, houve um professor cuja defesa do controlo de armas o levou a produzir um "estudo" que ficou tão desacreditado que o levou a demitir-se da sua universidade. Nesta coluna previu-se, à época, que este desacreditado estudo continuaria a ser citado pelos defensores do controlo de armas. Mas eu não fazia ideia que isso aconteceria exactamente na semana seguinte no Tribunal de Recurso do 9º Circuito».
(Ignorância e leis de controlo de armas, de Thomas Sowell, impecavelmente traduzido pelo Eduardo "Espectador Interessado".


Excelente artigo de Sowell que nos trouxe o Eduardo. Destapa várias mentiras propaladas como verdades e rebate argumentos falaciosos com factos.
Tenho pena que Sowell não conheça o paraíso humanitário que é Portugal, em que as "autoridades administrativas" não passam licença de arma a nenhum cidadão comum.
Só têm armas os bandidos, os cidadãos especiais que respeitem critérios legais verificados por um funcionário, e os cidadãos com amigos nas autoridades administrativas, a quem metem a respetiva cunha.


Reitor

Portanto, a Principal Responsável pela Desgraça da Grécia, Não Deixou Cair a Grécia.



Mas, o Artur Batista da Silva não estava incontactável?


Reitor

domingo, 30 de dezembro de 2012

«Seja Qual For o Pretexto, São Opções Erradas»



Boa análise, sim senhor.

Reitor

Escrever Direito Por Linhas Tortas



O Ramiro, com a humildade intelectual que o caracteriza -  e tão bem lhe fica, escreveu umas notinhas sobre a a via Vacacional.
Nitidamente se percebe que, na falta de rumo e de ideias claras sobre a coisa, ficou o Ramiro incumbido de lhe desenhar o quadro teórico. O tal que aparecerá, depois, na justificação e fundamentação de uma coisa que não tem nada de especial - já estava prevista na reforma da Lei de Bases do David Justino mas que o socialista Sampaio acabou por vetar. Não tem nada de especial mas, estranhamente, está rodeada de tal segredo que ainda não se sabe que escolas a estão a esperimentar.



Reitor

«E Dar-lhes-ei Meninos Por Príncipes, e Crianças Governarão Sobre Eles». (Isaías 3:4)





Reitor

sábado, 8 de dezembro de 2012

Tens Razão. Todos Ganham. O Grupo do P.S. Também. Mas Menos, Muito Menos Do Que Hoje.


A livre concorrência e a competição entre escolas estatais e escolas privadas têm vantagens para ambas. Os estudos sobre o impacto das charter schools, escolas com contratos de associação e escolas estatais com gestão privada nos resultados escolares dos alunos mostram o seguinte:

 #1 De início, os resultados das escolas privadas, charter schools, escolas com contratos de associação e escolas estatais com gestão privada são superiores aos resultados das escolas estatais tradicionais. Com o passar dos anos e com o alargamento da rede de charter schools, escolas com contrato de associação e escolas estatais com gestão privada a diferença de resultados entre o setor de gestão privada e o setor estatal diminui.

#2 A diminuição das diferenças entre os resultados da rede de escolas de gestão privada e a rede de escolas estatais tradicionais deve-se ao efeito da livre concorrência e da competição entre escolas. As más escolas estatais acabam por fechar por falta de procura. Muitas escolas estatais com resultados medíocres evoluem positivamente nos resultados pelo efeito da pressão que a livre concorrência exerce sobre elas: se não quiserem fechar têm de melhorar os resultados. E, regra geral, melhoram.

Os estudos provam que a livre escolha das escolas - a introdução de livre concorrência e competição no sistema - tem vantagens para todos os setores e todos os tipos de escola.

Qualquer um de nós conhece, por experiência própria, os efeitos benéficos para o consumidor e os utentes da introdução de livre concorrência. O exercício de uma atividade em regime de quase monopólio anda associado, regra geral, a serviços demasiado dispendiosos e medíocres. Regra geral, os serviços prestados em regime de quase monopólio e com proteção estatal estão orientados para a satisfação das necessidades e interesses dos funcionários e da burocratas que neles trabalham e não, como devia ser, orientados para a satisfação das necessidades dos clientes e utentes. Por que razão há de ser diferente com as escolas e a educação?

Para saber mais
          Novas tendências de reforma das escolas
          eBook Livre Escolha das Escolas 
 
Reitor

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O Rasto De Vários Crimes

O G(rupo) P(artido) S(ocialista)



Se no Ministro Crato ainda existe honradez e sentido de estado, então haverá algumas ratazanas socialistas, psdês e cdses a sentar o rabo no mocho.
Obviamente, ninguém espera que, neste país atrasado, algo lhe suceda, no entanto seria um ato higiénico.
A ver vamos como Crato sairá desta.

Reitor

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Um Estudo Pobrezinho Que Devia Envergonhar Quem o Assina, Mas Não Envergonha, Parte II

  • O relatório que encheu de satisfação alguns funcionários públicos não culminou nenhum estudo de apuramento do custo por aluno, como afirma logo no título.
  • Como dava muito trabalho saber o custo por aluno, optou-se por apurar o custo por turma, com o declarado objetivo de proceder à alteração (leia-se, ao corte de financimento) do modelo de financiamento público aos estabelecimentos de ensino particular e cooperativo em regime de contrato de associação.
  • Aliás, em bom rigor, nem sequer se apurou o custo de cada turma, estimou-se!?!

Aqui chegados, para que serve o estudo senão para reduzir o financiamento das escolas privadas com contrato de associação?


Reitor


quarta-feira, 21 de novembro de 2012

Um Estudo Pobrezinho Que Devia Envergonhar Quem o Assina, Mas Não Envergonha - Parte I

 
 
O general, na ânsia de defender o (seu) emprego a todo o custo, não teve qualquer pejo em atirar areia aos olhos de quem o lê. Retorceu tanto as conclusões do relatório do Tribunal de Contas que até afirmou que, de acordo com esse mesmo relatório, a educação dos jovens era mais barata nas escolas públicas que nas privadas, o que é falso como se pode ler no relatório.

Agora, percebendo que o barco está a afundar, agarrou-se a esta tabuinha que vagueava em alto mar para ver se não se afogava.
O Estudo é tão aprofundado e (in)competente que nem foram consideradas as despesas:

  • Da algumas rubricas da atividade 192
  • Dos vencimentos do pessoal docente sem atividade letiva (mas que trabalham nas escolas).
  • Dos vencimentos do pessoal não docente (cozinheiras) que trabalham nas escolas.
  • Das despesas de investimento que se fazem nas escolas (pinturas, obras de construção civil, aquisição de equipamentos, software e material informático, as dezenas de milhões de euros gastos (sim, gastos) com o Plano Tecnológico e as centenas de milhões gastos pela Empresa Parque Escolar (p.3).
  • Da rubrica 010108 – Pensões transitórias de aposentação;
  • Da rubrica 010115 – Remunerações por doença e maternidade/ paternidade;
  • Da rubrica 010212 – Indemnizações por cessação de funções;
  • Da rubrica 010303 – Segurança social - Subsídio familiar a crianças e jovens;
  • Da rubrica 010304 – Segurança social - Outras prestações familiares;
  • Da rubrica 010308 – Segurança social - Outras pensões;
  • Da rubrica 010310-PO – Outras despesas de segurança social – Parentalidade;
  • Da rubrica 010310-SD – Outras despesas de segurança social - Subsídio de desemprego. (pags. 3 e 4)
  • As despesas com os alunos nas escolas mais caras do país, colocando-lhes o rótulo de outliers. p.63
  • De 26% (299) das escolas em (1140-841), p.3
E, logo na página 4 surge uma conclusão absolutamente disparatada, digo, absolutamente brilhante:
“Obviamente, mais turmas implica mais professores e mais salas, independentemente do número de alunos na turma. Portanto, a unidade de custeio só pode ser a turma, o custo por aluno terá de ser feito dividindo a turma pelo número de alunos”
Os ilustres subscritores do relatório consideram que a unidade de custeio só pode ser a turma, portanto calculam o custo por turma, independentemente do número de alunos que cada turma contém.
Não alcançaram, obviamente, que se as turmas tivessem os alunos de lei (mínimo 26), o custo por aluno subiria em flecha uma vez que se constituiriam apenas 22.061 turmas e não as 27.313 que refere o relatório na p. 40.
 
O custo total por turma seria de 127.548 euros (2.813.830.479€ / 22.061 ) e não os 103.022 de que se fala na p. 41. Muito mais que os 85.000 gastos por cada turma no privado.
E o custo por aluno seria igual a 4.906 euros e não os 4.786 referidos na p. 41

Claro que a estes custos haveria ainda que juntar os custos com as obras, equipamentos, instalações e pessoal que o grupo responsável, convenientemente, retirou do estudo.
 

 Reitor

domingo, 18 de novembro de 2012

Seque a Teta do Estado, Decidem Os Que Agora Mamam

Combater o desemprego na área da educação, quer ao nível do setor público quer ao nível do setor privado, nomeadamente através de:
...
...
e. Definição de uma orientação que impeça a entrada de novos alunos para os cursos de formação inicial de educadores e professores no ano letivo de 2013/2014

Professores formados pelo Estado, empregados do Estado e a receberem - alguns sem trabalhar - dos cofres do Estado, absolutamente instalados há décadas, sem um pingo de vergonha, juntam-se em Coimbra para conversar e almoçar à custa do erário público.
Depois da comezaina e de um tinto alentejano decidem.
Decidem que ninguém mais deve entrar no seu clube de instalados.
Decidem que ninguém mais, para além deles, deve poder alambuzar-se na teta do Estado. Por fata de emprego, dizem esses bem-de-vida. 
Decidem que o Estado, esse imennnnnnso patrão, deve comandar a vida dos jovens estudantes impedindo-os de seguir o curso que querem, esquecendo-se de decidir se o Estado deve encarreirá-los para os cursos em que há menos mamões ou, não vá a teta secar, impedi-los de estudar.
Decidem reivindicar que não seja posto em causa o necessário investimento público, nomeadamente na Educação, nomeadamente para continuarem a ter salário sem trabalhar.



Reitor

Ínclita Geração



 
 
 
 
 
Reitor

sábado, 17 de novembro de 2012

Os Privilegiados Do Costume




Podemos ter muitas dúvidas sobre a situação atual e o futuro;
Ninguém saberá, agora, quais as consequências e efeitos económicos e políticos das asfixiantes medidas financeiras e fiscais que este governo está a tomar. Podem vir a dar resultados e salvar as geraçõs futuras; podem afundar ainda mais a economia e a saúde financeira do país. Who  knows?
 
O que sabemos, especialmente todos os que criam emprego e os que trabalham no setor privado é que em nenhuma empresa ou organização, encerrada ao sábado e ao domingo (como acontece com as escolas, acho eu) se inicia um contrato num desses dias, ou seja, nenhum trabalhador é contratado, começa a trabalhar, a receber salário, a contar tempo para férias e reforma, em dia de descanso semanal da empresa e ao domingo.
É coisa que não lembraria ao diabo, mas ...lembrou ao M.E.C.
 
 
 
Reitor

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Quando a Realidade Se Impõe Por Si Própria

Os defensores da escola-pública-a-todo-o-custo-e-a-qualquer-preço não ficaram muito satisfeitos com o relatório do TC. O tal que estilhaça o maior dos dogmas que habitam nas calibradas boquinhas dos defensores da Escola Pública: afinal e ao contrário do que sempre disseram, cada contribuinte português gasta mais euros com a educação de cada criança nas escolas públicas que nas privadas.
Afinal, a "Escola Pública", para além de toda a insuficiência e ineficácia ainda nos sai mais cara que a escola privada. A crer no Tribunal de Contas, obviamente.
Depois de publicado o relatório do TC e das suas inconvenientes conclusões, os ideólogos de esquerda começaram a preparar a cartilha para desocultar as lacunas metodológicas do outro relatório que há de vir.
O argumento mais bera saiu da pena do general Guinote neste textozinho onde defende esta brilhante ideia:
O custo por aluno nas escolas públicas é mais elevado que nas privadas porque aquelas têm professores às moscas (os célebres horários-zero que, a seu tempo, merecerão uma tese de mestrado) e as privadas não. Assim sendo, uma boa forma (não problemática, diz o general) de diminuir os custos com a educação, seria transferir os alunos das escolas privadas com contrato de associação para as escolas públicas ocupando os professores que têm às moscas.

O mesmo raciocínio se aplicaria - não fosse em si mesmo demasiado pedagógico - no caso de o agrupamento de escolas das Olaias precisar de contratar professores e no agrupamento de escolas da Damaia estivessem professores sem trabalho: transferiam-se os alunos das Olaias para a Damaia e o problema ficaria resolvido.

Contudo, pelo que se lê nos jornais, parece que os problemas da educação não residem nas escolas privadas. Ainda bem que há escolas privadas.


Reitor

domingo, 11 de novembro de 2012

Mas, Afinal, Quantos São Ao Certo?

 
 
O esfomeados?
Os que não têm dinheiro para comer?
Os filhos de de pais envergonhados?
Os que não conseguem comprovar a necessidade de apoio?
 
Que a CONFAP precisa de bandeiras de miséria para desfraldar nas suas lutas políticas, já se sabe. O que não sabemos e a CONFAP deveria dizer-nos é, exatamente, quantos são os alunos que miseravelmente passam fome.
 
 
Reitor

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ah! Agora Percebi! O Que Os Portugueses Precisam é De Um Professor Que Lhes Dê a Conhecer o Mundo No Qual Se Movem



Os portugueses, especialmente os mais simples, os menos letrados, enfim, os que têm filhos nos escalões A  e B, precisam de um tutor que lhes explique qual o melhor café do bairro. Ou o melhor caminho para chegarem ao trabalho.
E nunca o Sr. António poderá fazer uma escolha livre nem, muito menos, a melhor escolha do restaurante onde há de jantar no próximo sábado, se não tiver quem lhe dê a conhecer todos os restaurantes do país. Ou, pelo menos uma leque alargado de opções para degustação.
Já para não falar na reduzida liberdade do paizeco que escolheu o Colégio Moderno ou daqueloutro  que optou pela Infanta D. Maria para matricular o filho. O mais certo é não ter tido aceso a toda a informção que permitisse uma  escolha "livre".
 
 
Deus nos livre dos informados. 
 
 
Reitor

terça-feira, 6 de novembro de 2012

sábado, 3 de novembro de 2012

E Por Que Não o Fim Dos Diretores Das Escolas? A Manterem-se As Coisas, Mais Vale Que Seja a DGAE a Dirigi-las!


Há coisas que nunca mudam...

1 - A Direção Geral de Administração Escolar existe e dá emprego a centenas de portugueses.

2 - A Direção geral de administração escolar existe, sobretudo, para abrir, desenvolver e dar por findos concursos de professores. A DGAE não paga os ordenados, não avalia, nem gere os professores e funcionários do MEC. Trata dos concursos e dos recursos.
3 - Não tiversse a DGAE responsabilidades nos concursos e colocação de professores, colocar-se-ia a seguinte questão: para que serve a DGAE se existe a DGAEP?

4 - Não há exemplo de a DGAE ter feito alguma vez as colocações de professores em tempo útil e de acordo com as necessidades das escolas e dos alunos. Pura e simplesmente, as escolas e os alunos - principais beneficiários das colocações de docentes - são irresponsavelmente ignorados.

5 - Este ano não fugiu à regra. Veja-se o que os próprios diretores das escolas dizem publicamente: aqui e aqui. Veja-se a confusão que existe.
Os alunos e as escolas que aguardem o fim das disputas entre o governo e os diretores que, ao contrário do que este (des) educador de portugueses pensa, ainda vão no adro e o MEC pagará sempre.

6 - Perante este dilúvio, qual é o caminho a seguir? Refunda-se a coisa? Responsabilizam-se os incompetentes? Alteram-se as práticas obsoletas de anos? Inova-se? Liberaliza-se?

Não, não, não, não. Nem pensar em liberalizar.

A solução será, para os idiotas do costume, acabar com a contratação pelas escolas, desresponsabilizando-as de escolher os seus trabalhadores; reforçar a centralização e avolumar as competências na DGAE, transferindo para este organismo central a responsabiliduade de selecionar os professores dos portugueses mais jovens.
Seleção feita sempre tarde, sempre mal, sempre de forma insuficiente.
E a DGAE não poderia ter ajuda maior que a dos líderes dos diretores das escolas, que vêm oferecer e pedir que se transfira, deles para à DGAE, uma competência que o Partido Socialista lhes tinha oferecido com tanto ardor socráticolurdistas.

Só falta mesmo vir o alvinopainosso dar a sua venção a esta geni(t)al ideia de virar à esquerda quando toda a companhia segue pela direita.



Reitor

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Não, Não Pode Ser Lapso. É Falta De Vergonha


Paulo Guinote, num lamentável poste, tal como o ex-ministro da propaganda de Saddam Hussein, tenta pintar a realizade com as cores que lhe convém. Acusando outros de falsear a realizade vem ele sugerir (porque se o dissesse diretamente, seria desmentido) que o ensino nas escolas públicas é mais barato que nas privadas.
Ora, a verdade é que cada aluno nas escolas públicas fica mais caro 399,44 euros que nas privadas, para o mesmo nível de ensino (2º e 3º ciclos e ensino secundário), obviamente.
p.46 - Não existem contratos de associação para o 1.º ciclo do ensino básico e nenhum contrato abrange Cursos de Educação e Formação, Cursos de Aprendizagem e Formações Modular

Relatório do TC



Reitor

HiI Ho! Hi! Hooooo!

- Sabes, Josino, houve diretores que utilizaram a continuidade pedagógica como critério de contratação de professores e o Casanova disse que era ilegal.
- Sim, sim, Garoto, tão ilegal como o critério "pernas" ou "seios" que alguns diretores utilizaram, de forma implícita no caso dos candidatos serem professoras.
- Por ser ilegal é que o mindinho anulou os contratos de centenas de professores para gaúdio dos sindicalistas e blogueres radicais de esquerda, mesmo ali ao pé da mama.
- Então, achas tu, Rola que as escolas que optaram pelo critério "data de nascimento" estão dentro da lei?
- Sim, é um critério de insquestionável justiça e até certificador de competência profissional.



Reitor

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Quem Te Manda a Ti, Socialista, Dissertares Sobre Liberalismo

Paulo Guinote afirma, neste breviário que, sim senhor, se queremos avançar com o cheque-ensino então
"acabemos com os financiamentos por grosso, com base no número de turmas com contrato de associação, e entreguemos o cheque-ensino directamente às famílias para que o apliquem na escola privada que quiserem, da sua escolha, mas façamo-lo de acordo com a lógica fiscal e de concessão de abono de família do Governo: só há cheques da totalidade do valor para quem tiver um rendimento abaixo de 3000 euros anuais, cheques com 75% para quem tiver rendimentos entre 3000 e 6000 euros e 50% para quem receber entre 6000 e 8000 euros.


Acontece, porém, que Paulo Guinote, na sua bondade liberal, não só está enganado como lança areia aos olhos do povo.
Está enganado porque parte do princípio de que as famílias, com cheque-ensino nas mãos, escolheriam escolas privadas (apenas) para educar os filhos. Pelo contrário, em Lisboa muitos escolheriam a secundária de Benfica, em Coimbra a Infanta D. Maria e, no Porto, a Aurélia de Sousa.
Está enganado, porque mistura financiamento da educação dos jovens com abono de família. A educação dos jovens é uma atribuição do Estado e fica ao mesmo preço quer o jovem seja rico quer seja pobre. Aposto que na Infanta D. Maria tanto custa a educação do neto do Belmiro de Azevedo como a educação do filho do arrumador de rua.
Misturar os custos da educação de cada aluno com o abono de família  e com os rendimentos de cada uma é ... pura demagogia.
Primeiro é preciso saber se o Estado se quer ocupar ou não da educação dos jovens.
Segundo, caso queira, até que ponto ou, mais prosaicamente, quanto é que está disposto a gastar o Estado com a educação de cada jovem português,
Terceiro, deverá o Estado favorecer uns em relação aos outros, ou seja, deverá o Estado assumir os custos da educação de cada jovem de forma diferenciada, de acordo com os rendimentos dos respetivos progenitores?
A minha resposta é muito simples:
1 - Sim, o Estado deve assumir os custos da Educação dos jovens portugueses (os adultos que vão trabalhar)
2 - O Estado deve estabelecer um custo/ano/curso para educar cada jovem. Pode estabelecer como custo fixo o custo médio da educação dos jovens  nos atuais estabelecimentos públicos de ensino.
3 - Não. O Estado não deve dar subsídios, nem apoiar os jovens consoante os rendimentos das famílias. Antes pelo contrário, o Estado deve incluir no cálculo do custo da educação de cada jovem os apoios socioeconómicos que  atualmente oferece à população.
Socialismo é uma corrente ideológica nojenta que adultera a forma como o homem vive na natureza e na sociedade favorecendo o enriquecimento dos mais ricos e poderosos e afastando os mais pobres da mesa do orçamento.
Reitor



sábado, 20 de outubro de 2012

20 Serviços Mínimos Do M.E.C.

  1. DGE
  2. DSDC
  3. DEPEB
  4. DES
  5. DEA
  6. DDE
  7. DESPAG
  8. DMDDE
  9. DSPE
  10. DDE
  11. DGOP
  12. DRH
  13. DSIIT
  14. DSJNE
  15. DEA
  16. DMDDE
  17. EPIPSE
  18. ERTE
  19. GAJUR
  20. TIC
 
Ver tudo aqui
 
 
Reitor

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

O Cúmulo Do Serviço Público de Educação



Deixa ver se percebo, Arlindo.
1 - Muitos alunos da Manuel da Maia vão assistir a uma mudança de professor, mais de um mês depois de iniciadas as aulas, sem terem qualquer responsabilidade nisso.
2 - Vão perder os professores de que gostavam e com quem estavam satisfeitos sem sequer lhes perguntarem a opinião (obviamente, como são menores, a opinião dos pais).
3 - Estes alunos e pais vão ser prejudicados pelas ilegalidades e falcatruas que todos os dias se cometem em nome do interesse público.
4 - Os alunos (e os pais, oh lá, lá) não têm consciência, mesmo que sejam muito jovens das ilegalidades, asneiras, falcatruas que os governantes e aqueles que "gerem" ou "governam" o dinheiro dos nossos impostos, cometem e praticam todos os dias. Tu tens de certeza.
 
Portanto, os pais não têm consciência do que se está a passar.
Nem daquilo que é melhor para os seus filhos.
Mas tu tens consciência e sabes o que é melhor para eles.
E a escola Manuel da Maia, melhor que tu, também sabe e tem consciência.
E o Crato ainda sabe melhor, sendo também melhor a sua consciência.
 
É isto, não é?
 
 
Reitor

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Canção De Embalar Os Xicoespertos Rendidos a Cuba e a Lenine

 
... que vivem à custa de empréstimos externos, desde que são gente e que, na hora de pagar as dívidas, chamam nomes aos credores.
 

Lavra boi lavra e torna a lavrar
Pedei ao senhor que nos venha ajudar
Ei ei ei ei ei boi a lavrar ei...........ei boi a lavrar
Ei ,..................

Ó senhora do Alívio
O que dais a quem vos vai ver
Bom terreiro pra dançar
Água fresca pra beber
Ó senhora do Alívio
O que dais a quem vos vai ver

Ó senhora do Alívio
Senhora tão pequenina
Comadre da minha mãe
Senhora minha madrinha
Á senhora do Alívio
Senhora tão pequenina

Lavra boi lavra por trás da capela
Pica e repica na vaca amarela

Ei ei ei ei ei boi a lavrar ei.............ei boi a lavrar
Ei,................


Reitor

terça-feira, 16 de outubro de 2012

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Hã! Disseste "Antecedentes Socio-Económicos"? Pois, É Uma Hipótese...

 
 

 
 
Depois de ler este poste do professor Guinote, segui a sua sugestão e, numa breve reflexão, cheguei a algumas conclusões que partilho convosco:
a) se é verdade que são os nossos antecedentes socioeconómicos que atiram os nossos alunos para o fim da fila do desempenho escolar, então também é possível que a mediocridade geral dos nossos políticos tenha alguma coisa a ver com os fracos desempenhos escolares, não é assim?
b) não tivessemos tido uma Ana Benavente a dirigir a Educação e, possivelmente, o desempenho escolar dos alunos portugueses seria ...sei lá, uma décima... melhor que aquele que temos hoje.
c) tivessemos nós petróleo em Alcobaça ou, vá lá, em S. Bento de Ana Loura e, não tenhamos dúvidas, os resultados escolares dos nossos alunos iriam por aí acima.
d) não tivesse, naquele tempo, D. Henrique de Borgonha saltado à espinha de D. Teresa de Leão e, muito provavelmente, não estaria Vexa a ler estas linhas, quanto mais os alunos portugueses a espalharem-se ao comprido nos exames internacionais...
 
 
 
Reitor

domingo, 7 de outubro de 2012

Ou Não És Português, Ou Não Vives Em Portugal, Ou Falas De Barriga Cheia. Ou As Três.



 
O Professor Doutor Ramiro Marques, explanou sobre os custos das funções sociais do estado e, liberal nos dias pares,  defendeu que os portugueses deveriam pagar por um serviço que o Estado lhes impõe: a educação
Defendeu que o estado deveria manter o atual sistema educativo centralizado, com um custo de 5000 euros/aluno, segundo as suas contas, desde que cupago pelos portugueses. 50 aéreos por mês, quantia acessível à esmagadora maioria dos portugueses, Ramiro "Socialista nos dias pares" Marques dixit.
50 euros mês é acessível? Só se for na Lua ou em Marte. Ou para um dos que se encheu à custa o erário público, desde o 25 de abril...
Para este cientista social formado, deste a 1ª classe até ao doutoramento, à custa de subsídio público, o que está mal é o preço que cada um de nós (não) paga pela educação estatal e não a educação estatal em si mesma.
Para este liberaldebarrriga cheia é tudo uma questão de números.
Tudo estaria bem se cada um dos portugueses que tem filhos na escola pagasse 50 euros mensais.
E os que têm uma questão em tribunal pagassem 50 euros por dia enquanto não se resolvesse o processo.
E que cada reformado vivesse daquilo que descontou para a segurança social.
E que as grávidas pagassem aí uns 100 euros por mês para serem serem assitidas (se o nascituro for prematuro, descontava-se).
Etc....
Asneira grossa, como se vê ao longe.

Talvez fosse mais acertado, Sr. Professor Doutor Ramiro, defender que o Estado deveria pagar a educação de cada português, entregando-lhe um montante fixo para o efeito. Aí sim, melhorava o serviço e os custos do estado com a Educação caíam para metade em dez anos.



Reitor

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Intolerável Hipocrisia, Acintosa Demagogia.


Prefiro um comunista retinto a um socialista disfarçado de anjinho. A FNE, através da ascendência que João Dias da Silva exerce sobre o Secretário de Estado Casanova e o Diretor Geral Mário Pereira (ambos ex-formandos de Dias da Silva), tem interferido - e de que maneira - no rumo seguido pelo MEC desde os primórdios da formação deste Governo. Uma deriva completa e uma inação (melhor dizendo, um retrocesso) que já nem as palavras e as declarações de intenção conseguem disfarçar. Veja-se o Estatuto do Aluno, o concurso de pessoal docente, o regime que regula a gestão das escolas (um favor feito aos amigos sindicais que fazem formação em gestão escolar), o dossier dos Cursos de Educação Formação, dos Cursos Profissionais... e tantos outros abortos.
A hipocrisia da FNE salta à vista sempre que o João Sacristão Silva fala. Agora anuncia que reiterou a "denúncia de situações de atropelos à lei no que diz respeito aos concursos" de professores por "oferta de escola".
Talvez seja tempo de alguém o alertar, por favor, que não há propriamente atropelos à lei parida pela FNE e pelo MEC, mas sim e mais exatamente, centenas de professores atropeladas por uma lei estúpida da autoria conjunta da FNE e do MEC.
Mas as declarações do diretor geral da DGAE - Mário Agostinho Pereira - não são menos hipócritas nem menos demagógicas que as do seu amigo João, antes pelo contrário.
Diz o capataz que, em chegando ao seu conhecimento situações coiso e tal, mandará apreciar e remeterá à IGEC para os "procedimentos adequados". Falsidade e hipocrisia. No último ano e meio as situações - da responsabilidade de Mário Pereira e da sua DGAE - foram tantas que até foi alvo de processo de inquérito no Ministério Público.
Bom cristão como sou, vou ajudar o senhor Diretor Geral, apontando três, apenas três, grosseiras ilegalidades da sua própria responsabilidade, e que certamente se enquadram nas "situações que cheguem ao conhecmento"da DGAE para apreciação e remessa à IGEC.
Aqui vão:
1) Nota informativa da DGAE de 5/9 que abre as portas à introdução de critérios de "pontuação ou pontuações previamente estabelecidas para a seleção final" que a lei dos concursos não prevê nem permite. Esta "orientação da DGAE" é uma entorse legal e apenas serviu para as escolas terem cobertura para chamarem candidatos, sucessivamente, até chegaram àquele que, previamente, tinham decidido selecionar, em alguns casos o 500º da lista ordenada.
2) Introdução no concurso de oferta de escola - em total arrepio da lei -  de "subcritérios" para contratação de professores que a lei dos concursos não prevê nem admite.
3) Publicação de listas candidatos, ordenados ao arrepio da lei, conforme denunciado pelo Arlindo.
Portanto, João e Mário, não falta matéria para encher os jornais e a IGEC....

Sim, sei que há mais ilegalidades, mas três bastam para ilustrar a coisa
E lá vamos cantando e rindo como no tempo da outra senhora...

 Reitor


domingo, 30 de setembro de 2012

Pronto! Definitivamente, Os Empresários Portugueses Não São Ignorantes. São Inteligentes, empenhados, Abispados, Justos, Honestos e Capazes De Erguer o País. Aleluia!

 



Francisco Louça repudia declarações de Borges dizendo que ele é o ministro supranumerário.
A comissão de trabalhadroes da RTP diz que António Borges deve calar-se urgentemente.
As palavras de António Borges são o contrário do que o país precisa, diz o frei Tuck do CDS.
O palhaço de serviço do PSD acha-as inaceitáveis.
Este mamão diz que o Borges nunca trabalhou na vida.
Os seguidores vieram todos ao molho.
E até o lúcido professor Guinote está com grómito.
 

Motivos mais que suficientes para os portugueses ficarem preocupados.


Reitor

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Flagrante Ilegalidade



A DGRHE veio (des) informar que a contagem do tempo de serviço docente, a fazer pelos professores que se estão a candidatar a concursos abertos a partir de 1/9/2012, se reporta apenas até 31/8/2011.
Lamentável e em clara afronta às disposições legais.


Reitor

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Os Perniciosos Efeitos De Um Simples Traque No Concurso de Professores



Será possível que o MEC aceite um candidato profissionalizado em Biologia para lecionar História?
É sim senhor. E um profissionalizado em português para lecionar informática. 
Tudo por causa de uma incompatibilidade do algoritmo da aplicação com a fisiologia humana. E os rissóis de carne...
Explico melhor.
Quando se verifica a circunstância, absolutamente excecional, de o técnico informático que manuseia a aplicação almoçar no bar da DGAE e comer aqueles rissóis de carne, o algoritmo falha. É matemático.
Os ditos rissóis desencadeiam no organismo do técnico uma reação fisiológica, a que se segue, quase sempre, uma fileira de gases, soltados lenta e continuamente durante o horário do expediente, da parte da tarde.
Quando a pressão é alta, o técnico desprecata-se e lá solta traque mais sonoro e fedentinoso, cujo ribombar perturba, não se sabe ainda porquê, o algoritmo da aplicação-que-tem-justificado-a-incompetência-da-DGAE-e-do-MEC.
De tal forma que a dita aplicação passa a aceitar professores de inglês para lecionar francês.
O SEE Casanova já tomou medidas e, sempre que almoça no bar da 24 de julho, sai rapidamente para o gabinete do diretor a fim de se recompor.
Esta é a razão que explica a falha do algoritmo  a palhaçada a que assistimos todos os dias na tv e nos jornais.

Renova-se o ar e, obviamente, ninguém será demitido.


Reitor

domingo, 2 de setembro de 2012

A Denúncia Da Palhaçada - Take 2

 

 
Mau grado este petit naco de prosa de onde sobressai uma incontida vaidade pessoal, este excelente texto do diretor Luís Braga põe à evidência o estado do país e a saúde da Escola Pública.
E levanta, uma vez mais, esta questão: Por que é que há ainda quem defenda a Escola Pública, se são os dirigentes das escolas públicas (e os que os governam) que tratam os professores pior do que um qualquer capataz trata dos assalariados da jorna. Como podem os contribuintes e os cidadãos portugueses compactuar com este cinismo?
Como é possível, defender-se a continuidade de uma "Escola Pública" de onde saem os piores exemplos de incompetência, compadrio e nepotismo?



Reitor

Os Palhaços Ensandeceram - Take 1



Chamar dúzias de professores de todos os cantos do país para prencher papéis?
Chamar todos os concorrentes de um concurso para uma segunda fase concursal, antes de serem publicados os resultados do concurso?
Divulgar dados pessoais?
São palhaços? Sim, pagos por nós.
 
E onde está o casanovaministro? Isto é da lavra dele ou já não tem mão no monstro?
 




Reitor

Serviço Público De Educação

Ainda estou a atualizar-me mas já deu para perceber que muita coisa aconteceu nestes últimos 15 dias...
Concordo  em absoluto com o General: há blogues de educação que prestam um verdadeiro serviço público (como o dele, por exemplo).

domingo, 19 de agosto de 2012

Inimigos da República

Vê que aqueles que devem à pobreza
Amor divino, e ao povo, caridade,
Amam somente mandos e riqueza,
Simulando justiça e integridade






Reitor

domingo, 12 de agosto de 2012

"Teoria Da Evolução Do Conhecimento"


O professor Guinote referiu-se aqui à incrível entrevista que o Hélder "penteadinho" Sousa deu ao EXPRESSO.

Não se trata da entrevista de um homem cândido ou desorientado (embora também se vejam fescura e desorientação). É mais do género: "um artista agarrado ao tacho com as duas mãos" que diz o que acha conveniente para se manter agarrado à mama.
E viste a crítica subreptícia (e mortal) ao Crato? Olha bem para esta:
"Muitos interlocutores [leia-se: Crato e todos os que, como ele, criticaram o GAVE pelas ondulações nos resultados dos exames, por interferência política, segundo confessa agora o criminoso] consideram que as provas estão bem feitas se os resultados forem semelhantes de um ano para o outro, Este raciocínio assenta numa premissa errada – a de que não há "evolução do conhecimento".

Evolução do conhecimento?! Queres ver que o homem inventou uma nova teoria?
A "teoria da evolução do conhecimento". Uma helderteoria, parente próxima da teoria da "Evolução das Espécies" de Darwin.
E que postula a nova helderteoria?
Que a qualidade das provas é diretamente proporcional ás oscilações nos resultados. Quanto maior a oscilação, melhor a qualidade das provas.
Este anjola quer vender-nos a ideia de que é competente e que as inexplicáveis oscilações nos resultados mostram que as provas de exames estão bem feitas. Se não houvesse oscilações não haveria "evolução no conhecimento" dos alunos.

Arre.
Mais um coberto pelo professor Ramiro.



Reitor

Para Vos Ser Franco, Não Sei Muito Bem a Quem


Se o Ministro não sabe o que se passa – e o que se tem passado com os concursos tem sido demasiado mau para que ignore, sobressaindo uma grande incompetência técnica, com falhas e erros sistemáticos – então a quem se deverão exigir responsabilidades políticas?




Talvez este defunto tenha responsabilidades.

Claro que as avalizadas opiniões deste amigo também contribuiram para o descalabro. Mas, ao Ramiro não podemos pedir responsabilidades políticas. Ou podemos?

Reitor

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Como? O Ar Lindo é Um Deles?




O professor Arlindo declara que o artigo do PÚBLICO contém uma afirmação (supracitada) que, podendo induzir em erro os incautos e a população em geral, urge retificar urgentemente.
Na verdade e no respeito  pelo rigor jornalístico, informa-se o professor Guinote, os professores portugueses e a população em geral, que sendo verdade que o professor Arlindo não vai ter componente letiva no próximo ano, não é verdade que seja um dos 13.360 professores que não terão componente letiva no próximo ano letivo. Confusos? Explica-se melhor:
Com efeito, o professor Arlindo não foi um dos 13.360 docentes indicados pelos diretores como não tendo aulas para dar. Pelo contrário, até poderia ter turmas para lecionar mas, numa atitude que só enobrece o seu altruísmo por dar o seu lugar a outro, o professor Arlindo decidiu fazer uma pausa profissional para refletir sobre a vida no próximo ano letivo, já falada aqui.

Sim. Claro, o prof. Arlindo vai continuar a percecionar o seu salário de funcionário público, inteirinho, enquanto faz a dita pausa reflexiva. Tal como acontece com todos os dirigentes sindicais, bem entendido.



Reitor
(porta-voz não autorizado do stôr Arlindo)