sexta-feira, 15 de julho de 2016

Pois. Mais Pausas e Mais Férias Escolares. Para o Mesmo Vencimento, Claro.

O General muito falou sobre as pausas escolares. 
Que sim, que os alunos precisam de mais férias. Que a partir de maio as salas e o clima já não permitem que se trabalhe, enfim, os portugueses estão condenados a uma indolência semelhante àquela de que sofriam os africanos no dizer dos cientistas sociais do séc. XIX. 



O que o General não disse, nem a entrevistadora perguntou, foi o que fariam os professores e educadores no tempo em que os alunos estariam das férias, neste modelo de mais férias e mais pausas escolares.
Fiquei com a ideia de que os professores também precisavam de mais férias. Por causa do clima, claro.
Batatinha.

quarta-feira, 6 de julho de 2016

terça-feira, 5 de julho de 2016

Preparem-se Portugueses. Vem Aí Mais Uma Despesa Por Causa Da Duplicação Da Oferta



O também advogado nos escritórios Morais Leitão, Galvão Telles e Associados defende por isso que "a aritmética retira qualquer margem para qualquer outra interpretação".
Mas acrescenta que não são apenas as contas que ditam a defesa da interpretação dos colégios mas também várias disposições legais associadas aos contratos. Nomeadamente o facto de o anterior governo só ter previsto a renovação dos mesmos a 31 de agosto de 2018 "porque só nesse momento surge a necessidade de contratar novo financiamento para a abertura de ciclos".
De resto, considera, "a interpretação oposta conduziria ao resultado absurdo de institucionalizar uma espécie de financiamento intermitente".

Mais Um Grupo De Trabalho Para Fazer o Trabalho Que a Máquina Da 5 De Outubro Não Faz


Nomeado grupo de trabalho para criar metas, digo, perfil de competências após 12 anos de escolaridade

Guilherme de Oliveira Martins – Fundação Calouste Gulbenkian, Teresa Calçada - ex-coordenadora da Rede de Bibliotecas Escolares, Rui Vieira Nery - Fundação Calouste Gulbenkian e FCSH da Universidade Nova de Lisboa, Carlos Sousa Gomes - Professor do Ensino Básico e Secundário (Escola Francisco Arruda), Manuela Encarnação - Professora do Ensino Básico e Secundário (Escola Almeida Garrett), Maria João Horta - Educom e Universidade Nova de Lisboa, Sónia Valente Rodrigues - Universidade do Porto, José Leon Acosta - Universidade de Lisboa e Conselho Nacional de Educação, Joana Brocardo - Instituto Politécnico de Setúbal, José Vítor Pedroso – Diretor-Geral da Educação, Luísa Ucha – Adjunta do Gabinete do Secretário de Estado da Educação. Constituem-se ainda como consultores desta equipa, para assegurar a articulação deste perfil com as melhores práticas internacionais, com a educação dos 0 aos 6 anos, com a educação especial e inclusiva e com a aprendizagem ao longo da vida, os seguintes especialistas convidados: Andreas Schleicher - OCDE: Joaquim Azevedo - Universidade Católica Portuguesa: David Rodrigues - Pró-inclusão: Alexandra Marques - Fundação Aga Khan
Ainda se queixam de o Estado contratar escritórios de advogados.


Sai um Chãzinho Frio Para o João Costa









terça-feira, 28 de junho de 2016

Onde Estão Os Defensores Da Escola Pública?


Porque é que há escolas a passar alunos com sete negativas? Por causa do Ministro:
“Todas as escolas do Montijo fazem o mesmo, porque o critério não é do estabelecimento escolar, mas sim do despacho ministerial que atribui à retenção um carácter excepcional”...

Ou então, como diz este emplastro, por causa do Ministro anterior: os alunos passam com sete negativas por causa do Nuno Crato
Filinto Lima considera que a definição de critérios nacionais de retenção apenas para os anos terminais se justifica pela “lógica de ciclo” subjacente ao processo de ensino no básico, em que as aprendizagens a alcançar estão definidas para cada um dos três ciclos. Esta lógica foi interrompida pelo anterior ministro Nuno Crato, quando definiu também metas curriculares para cada um dos anos de escolaridade do ensino básico

Precisam de ser os pais explicar as coisas tal como elas são: passar alunos com cinco ou sete negativas é uma vergonha:
Voltemos então ao Montijo. “Há alunos que acabam por transitar de ano com cinco ou sete negativas”, confirma Mário Novais, que dá conta do descontentamento dos pais face a esta prática, porque “não motiva os alunos”.

De certeza absoluta que nas escolas privadas também se passam alunos com sete negativas. É por isso que os pais as preferem às públicas. 


Não, Não Se Trata De Prosa De Escritor Consagrado, Mas De Crónica De Um Jovem Com Um futuro Auspicioso


Fechamos o capítulo como começámos, calorosamente ansiando pelo próximo. Foi uma aventura e pêras! Agora é tempo de mudar, de pensar muito mais antes de agir, de agarrar as oportunidades com unhas e dentes e nunca largar até aterrarmos no nosso destino. É tempo de prestar mais atenção, de reconhecer uma firme e resistente amizade e não a deixar chegar a casa sem um solene e majestoso abraço. É tempo de perceber que tudo muda e, se não empunharmos o remo, o barco continuará à deriva no mar revolto. É tempo de fitarmos o futuro nos olhos e de cabeça erguida. É tempo de sentirmos com mais força, beijarmos com mais paixão! É tempo de vivermos mais!

Aqui está a prova de que há qualidade nas escolas públicas. Se não em todas, em algumas.
Parabéns Henrique.