quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Um Secretário D' Estado Adequado Para Abrir As Portas Ao Hélder


O afastamento de João Marôco foi oficializado por um despacho do secretário de Estado da Educação, João Costa, datado de meados de Novembro. O governante diz que se limitou a concordar com a proposta que lhe foi apresentada pelo Iave

Não te distraias, João, pois acabarás a concordar com a tua própria substituição, se o Hélder ta apresentar.


Outro Coxo Com Vertigens Que Se Socorre Dos Professores, Dos Diretores e Das Associações De Professores Para Justificar a M* Que Anda a Fazer


“Desde o início foram muitos os professores, diretores e associações de professores que reportaram preocupação com o que se estava a passar no 1º ciclo”, afirmou, dando como exemplos a “excessiva preocupação com os resultados e o produto do ensino”, por oposição aos processos que conduzem à aprendizagem, aliada a uma “prescrição de conteúdos intermináveis que todos têm de aprender”.

Tem vergonha!



terça-feira, 14 de novembro de 2017

Educar é Precisamente Isto Que Dizes Aqui


Quem quer mesmo ajudar os “coitadinhos” procura que eles deixem de o ser, não com condescendência e não acreditando – na prática – nas suas capacidades, mas sim com trabalho no sentido de eles conseguirem o melhor desempenho.


E é para isto que precisamos de bons professores e que estes precisam que lhes paguemos em conformidade, percebeste ou vais continuar a bater no tavares?


Um Fervoroso e Peremptório Porta-Voz Da Situação


A mãe diz uma coisa, a escola diz outra, mas a realidade fala por si, não existe qualquer processo disciplinar à aluna.


Este maria-vai-c'oas-outras é uma autêntica caixa de ressonância do ministério da educação.
Afirma que a "mãe diz uma coisa e a escola diz outra", que não há processo disciplinar. A "Escola nega ter aberto processo disciplinar a aluna", diz, mesmo que até agora ninguém tenha ouvido a "escola" ou a "diretora" dizer que não abriu processo à aluna e, muito menos, que não informou a mãe disso.
Depois, diz o moço que "é preciso mudar a política de cedência das refeições escolares às empresas". Mas que política? Então não vimos já muitos diretores dizer que são as suas escolas que exploram as cantinas? Se a política é ceder as refeições a empresas, porque autoriza o ministério que haja escolas que confecionam as refeições? Será que, afinal, não é essa a política e o rapaz está apenas a dizer disparates que ouviu ao pequeno almoço?
Presunçoso, inchado de um paternalismo bacoco sai em defesa das "nossas" crianças que estão a ser exploradas por uns malfeitores. Batatinhaaaaaaa! As crianças não são suas, são dos pais e das mães delas, percebeu? 
Afirma que as "empresas... naturalmente querem ter lucro com a alimentação das nossas crianças. O preço por refeição não pode continuar a rondar o 1 euro, é demasiado curto. Ou seja, 1 euro é um preço é curto, mas as empresas estão a ter lucros fabulosos!
Logo a seguir num comentário a um excelente poste do Luís Braga, que contradiz tudo o que acabara de escrever, o catavento vem gabar a análise do Luís e dar-lhe sugestões de ignorante.
Arre que é demais.
E qual socrátes-com-licenciatura-tirada-em-escola-de-vão-de-escada-ao-domingo, termina com uma frase que ficará célebre: "há despesas que devem ser sempre despesas, são boas despesas".
E tudo isto num único poste. Dasss.