quarta-feira, 20 de março de 2019

Um País Pequenino Onde Uma Mão Lava a Outra e As Duas...


É preciso rondar, militar, confiar, bajular, lisonjear, amar e até casar. O símbolo do PS já foi um punho e já foi uma rosa – talvez valha a pena juntá-los num bonito bouquet matrimonial.
«A Catarina, que é a minha mulher e a mãe do meu filho Sebastião é, também, a Catarina Gamboa: excelente profissional, pessoa de enorme competência e confiança»...  Uma linda história de amor que comprova o que diz João Miguel Tavares, "O problema não é ele estar a mentir. O problema é ele estar a falar verdade".


Ó Jovens, Não Acham Que a Luta Contra o Nepotismo é Mais Urgente Que a Luta Pelo Clima?


Na sexta-feira da semana passada, alguns milhares de jovens, alguns industriosos, muitos mais industriados, largaram as aulas para se manifestarem em defesa do clima. Uma festa na cidade, a que se juntaram os mais fraquinhos deputados da Assembleia da República e alguns pais sem nada para fazer ou à espera de uma oportunidade.
Ainda estou para ver estes jovens e muitos outros mais largarem as enxadas do saber e saírem à rua para combater o nepotismo que o Governo chuchlista plantou em S. Bento.





terça-feira, 19 de março de 2019

A Patranha


Se o Doutor João Costa estivesse a prestar provas académicas, por certo que ouviria do júri que se esperava dele maior honestidade intelectual; mas, afinal, trata-se, agora, de um mero governante socialista.


Dificilmente Podia Ser Pior. Mesmo Que Fosse Esse o Objetivo



Uma sentença arrasadora e um atestado de incompetência às comissões de acompanhamento, à IGEC, à Equipa de Projeto e, na verdade. ao ME.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Afinal, Não Faltam Apóstolos a Desvalorizar a História. A Delegada Regional Fá-lo Bem


“Discutir o aluno do século XXI é pergunta para um milhão”, começou por dizer Cristina Oliveira, Delegada Regional de Educação do Centro, defendendo que “mais importante que saber a data da Batalha de Aljubarrota, é dar a conhecer aos nossos jovens os problemas do mundo”, bem como fomentar “os valores de cidadania, democracia, igualdade, liberdade e fraternidade”.

Em boa verdade, nem precisamos de saber a data da revolução dos cravos ou de implantação da república. Já aconteceram no século passado.
Batatinhas...


Um Sem Vergonha Que Não Hesita Em Passar As Culpas Para As Escolas

 
Agora, em Ponte de Lima, o ministro comenta o assunto dizendo: "Não quero acreditar que diminuam ou menosprezem estas áreas curriculares (História e Geografia) uma vez que elas são absolutamente centrais e nós temos trabalhado para que elas possam ser centrais".

Escolas têm de “entender como centrais” a História e a Geografia, sublinha ministro 


Este amnésico não acredita que as escolas, através da autonomia e flexibilidade diminuam ou menosprezem a história e a geografia. Pudera! Então não é isso que alguns especialistas andam a vender às escolas do país: perfil do aluno, escola inclusiva, cidadania, flexibilidade, projectos, dacs, aprendizagens, género, sexualidade, clima, saber ser, saber estar... Não são estes novos paradigmas que estão a dar cabo das disciplinas e a dar a ganhar pipas de massa em formação de professores? Claro que são. Claro que o palonço sabe que o tempo na escola não é ilimitado.

Portanto, aguardam-se os próximos capítulos, mas uma coisa já é certa: a culpa da desvalorização do conhecimento e do saber será sempre dos agrupamentos das escolas, dos diretores e dos professores que não souberam aplicar o produto tal qual está a ser prescrito por estes comediantes. 

E não vai demorar muito a acontecer, infelizmente.
Para aprofundar e se perceber como a mentira tem perna curta, ler mais aqui.


segunda-feira, 11 de março de 2019

Matrafonas



«A luta do “vai ali ver se chove”. Esta luta varia de objecto ao longo do ano. Nesta época refere-se invariavelmente ao “mau tempo que impediu os tradicionais desfiles de Carnaval”.
O único que há de tradicional neste caso é mesmo o “mau tempo” que não é mau tempo algum mas sim o tempo próprio da estação, a saber o Inverno. Já o resto – desfiles e samba incluídos – são opções para enregelar os corpos, queimar dinheiro e fazer de nós parvos. Experimente-se, por exemplo, fazer uma pesquisa no portal dos ajustes directos pelas palavras Carnaval ou samba e constata-se que são milhares e milhares de euros afectados ao que nos é apresentado como o esforço de uns foliões. Este ano foram cancelados os desfiles de Carnaval em Sesimbra, Ovar (com uns fantásticos 224 389 euros em contratos para  a organização do Carnaval), Estarreja e Funchal, Buarcos/Figueira da Foz. Para o ano o espectáculo do “mau tempo que impediu os tradicionais desfiles de Carnaval” tem regresso marcado. E assim continuará enquanto o contribuinte for ali ver se chove na hora de se pronunciar sobre estes dislates». AQUI