domingo, 13 de junho de 2021

A Sério, Senhora Presidenta Da Câmara? "Com As Pessoas pelo Futuro", Mas Não Com Os Alunos Que Não Votam.


 

Carla Tavares considera que o modelo “é mais positivo para a formação dos alunos”, que “reduz a pressão em relação às classificações”, permitindo que “essas classificações tenham mais conhecimento sobre o aluno”. 
Não tem dúvidas das vantagens: “Este processo permite uma acção mais focada no aluno. Dividir o ano lectivo em dois momentos mais alargados permite centrar mais as avaliações nas aprendizagens, não só nos testes. 

Na Amadora, os agrupamentos escolares organizam o ano lectivo por semestres e a Presidente da Câmara é a porta-bandeira desse projecto de organização semestral das aulas. Não tem dúvidas das vantagens para os alunos. Blá, blá, blá...

Caso para se dizer que o ministério da educação devia proteger os alunos da Amadora das ideias avançadas da Presidente da Câmara e dos directores dos agrupamentos de escolas. E se houvesse apenas um momento de avaliação por ano o ano, as vantagens ainda seriam maiores. Claro que a "formação dos alunos" e a aprendizagem seriam totalmente alcançadas se não houvesse nenhum momento de avaliação.
Se os alunos não fossem avaliados e se não houvesse exames, a qualidade da formação e das aprendizagens seria total e dependeria apenas da propaganda.
"Com as Pessoas, pelo Futuro", Carla.


domingo, 23 de maio de 2021

O Meu Ranking é Melhor Que o Teu

 


O ministro da Educação elogiou esta sexta-feira os indicadores “mais sofisticados” criados pelo seu ministério e criticou os rankings de escolas elaborados pelos jornais com base nos resultados dos exames nacionais fornecidos pela tutela. Para Tiago Brandão Rodrigues, os rankings tradicionais “comparam realidade diferentes” e são listas “redutoras, injustas e que não refletem a qualidade do trabalho realizado pelas escolas”.

20 Anos De Rankings

Saíram os rankings das escolas e mais uma vez a diferença de resultados entre escolas públicas e privadas está a servir de pretexto para que se invoquem as “desigualdades”. Não deixa de ser espantoso que tendo o sistema de ensino sido concebido em boa parte para combater as desigualdades acabe neste momento a reforçá-las. Mais espantoso é que ninguém pergunte: como é isto possível? Como é que aqui chegámos? O que falhou? 
É óbvio que o meio em que se nasce conta tal como conta ser-se mais ou menos inteligente. Mas para a grande maioria dos alunos, ou seja, aqueles que não são génios e também não são nem ricos nem pobres, o que pode ser decisivo é a forma como a escola funciona e as expectativas que tem perante os seus alunos. Até prova em contrário, a melhor forma de combater as desigualdades é assegurar um ensino de qualidade num escola que funcione com regras claras. 
Ora acontece que os esquerdistas que mandam na 5 de Outubro transformaram os alunos do ensino público em problemas sociológicos: eles não vão à escola para aprender mas sim para serem alvo de programas de combate a isto e àquilo. Pior, dá-se como adquirido que só baixando a exigência conseguirão obter resultados.

sexta-feira, 14 de maio de 2021

Muitíssimo Embaraçoso. Demolidor!


De acordo com uma nota do Tribunal de Contas (TC), a Unidade Técnica de Acompanhamento de Projetos, integrada no Ministério das Finanças, estimou as poupanças efetivas para o erário público em cerca de 203,3 milhões de euros, sublinhando que a poupança “tenderá a ser superior” pelo facto de apenas ter sido analisada parte da execução dos contratos de gestão.

Os socialistas, bloquistas e comunistas - governantes e governados - deviam corar de vergonha e flagelar-se até ao verão.

quinta-feira, 6 de maio de 2021

Quem Te Mandou a Ti, Sapateiro, Tocar Rabecão?

 


O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Leiria mandou repetir a eleição do director do Agrupamento de Escolas de S. Martinho do Porto, no concelho de Alcobaça, reconhecendo irregularidades que tinham sido denunciadas por um dos professores candidatos. Os problemas eram do conhecimento da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), mas não impediram o organismo tutelado pelo Ministério da Educação de homologar o processo dois meses antes.


De um Estado que aposta e fomenta uma administração pública pejada de boys, só se pode esperar incompetência e prejuízos. Somos nós e não os agentes escolares, nem os dirigentes da DGAE que pagamos a fatura pelas centenas, sim, centenas, de decisões ilegais que se tomam anualmente nas escolas e no ministério da educação, que não tem rival em todo o Portugal em matéria de ilegalidades e irregularidades processuais.