Marcelo revela que Governo mantém exames finais no ensino secundário
De acordo com o Ministério Público, os crimes terão ocorrido no decurso dos ensaios da companhia de teatro que o docente criou na escola e na qual era encenador. Segundo a acusação, o docente fechava a sala, apagava a luz e “verbalizava de forma frequente às alunas que o contacto físico exigido nos exercícios de contracena era necessário para a desejada evolução como atrizes”
"...apesar de estar contra este modelo de descentralização – e de considerar a verba transferida pelo Estado manifestamente insuficiente –, a Câmara do Porto assumiu, no dia 1 de Abril, a responsabilidade das 29 escolas do segundo e terceiro ciclos e do ensino secundário que o Governo pretendia transferir",
E as outras Câmaras farão o mesmo: declarações públicas a dizer que não e passos e ações para abocanharem os agrupamentos escolares.
Mais tarde, o Ministério da Educação divulgou uma nota às redacções onde confirma que a actividade lectiva irá continuar durante o Carnaval. Por outro lado, haverá uma interrupção na Páscoa, entre 29 de Março e 1 de Abril. Quanto ao final do terceiro período, está marcado para 8 de Julho no ensino pré-escolar, 1.º e 2.º ciclos; para 23 de Junho para os 7.º, 8.º e 10.º anos de escolaridade; e para o dia 18 de Junho para o 9.º, 11.º e 12.º anos.
Estás a contar com uma nova paragem forçada de mais um dia, ou é apenas mais uma calinada?
O que o TIMSS de 2019 veio dizer aos futuristas do “perfil do aluno do século XXI” é que, por mais que ensaiem a falsificação da História, começaram a produzir jovens com menos conhecimentos e capacidades que os do século XX
Formalmente, o “perfil dos alunos”, as “aprendizagens essenciais”, a “flexibilidade curricular” e demais ladainhas pedagógicas falhadas no passado e recuperadas pelo actual Governo, só foram generalizadas, a partir do 1.º ano, em 2018/19. Mas o deslassar da exigência e do rigor foram, desde o primeiro dia, a marca impressiva da actuação de João Costa, construtor primeiro da cultura de desvalorização da avaliação séria e útil dos alunos,
Conclusão possível: o SE Costa é um demagogo, aldrabão e intelectualmente desonesto.
O Ministério Público considerou indiciado que no dia 11.10.2018, o Conselho Geral a que a arguida presidia concluiu a sua intervenção no processo avaliativo de uma docente que exercia, em comissão de serviço, as funções de directora de agrupamento, deliberando uma proposta de classificação final, com atribuição de nota; e que a arguida, apesar de saber do carácter confidencial desta proposta, procedeu à sua divulgação por e-mail junto de professores, assistentes operacionais e assistente técnicos de uma das escolas do agrupamento da avaliada, assim como ordenou a afixação da mesma em todas as escolas do mesmo agrupamento, nos locais destinados à divulgação de informações.
Na “máquina oleada” do Ministério da Educação falta a matéria-prima sem a qual o sistema educativo entra em falência: os professores. Assobiar para o lado e fingir que tudo corre sobre rodas, assumir que as falhas são humanas e da gestão de quem está no terreno, é não só desleal, como preocupante.
Tal como noutros tempos, a política parece ser a de dividir para reinar. Os diretores são elogiados quando convém e descartados à primeira oportunidade.
Aposto que o stôr-sabe-tudo se vai manter caladinho.
"Assim, avaliar é mais do que medir, significa atribuir valor quer seja em presença ou a distância", diz o moço.
"...o ministro afirmou que em educação as mudanças são necessariamente lentas. "A estabilidade e a coerência têm de ser um fator decisivo"
3 - Decorridos mais de dois anos da sua constituição [Equipa de Projeto dos Contratos de Autonomia das Escolas], não é conhecido o resultado dos seus trabalhos... Na página 22 há mais uns tesourinhos...
Agora, em Ponte de Lima, o ministro comenta o assunto dizendo: "Não quero acreditar que diminuam ou menosprezem estas áreas curriculares (História e Geografia) uma vez que elas são absolutamente centrais e nós temos trabalhado para que elas possam ser centrais".
Escolas têm de “entender como centrais” a História e a Geografia, sublinha ministro