domingo, 17 de outubro de 2021

Gosto Muito De Você Leãozinho, Para Desentristecer, Leãozinho...

 


A Agenda Radical Tem De Ser Aplicada às Escolas, Custe o que Custar



"As escolas devem ainda garantir que a criança ou jovem tem o direito a escolher a casa de banho ou balneário com que mais se identifica, "tendo sempre em consideração a sua vontade expressa e assegurando a sua intimidade e singularidade".

Um partido chuchalista que ao invés de nos tirar do marasmo e da pobreza e de dar esperança aos jovens se deixa comandar por agendas radicais e totalitárias da identidade de género, da alimentação escolar e da linguagem. 
E querem alargar a escolaridade obrigatória às crianças de 3 anos para que a doutrinação se inicie mais cedo, tornando os jovens e os adultos  mais dependentes de um estado gordo e de diligentes funcionários que, em seu nome, nos comandarão a vida e os hábitos. 

Este post é dedicado ao professor António Duarte da Escola Portuguesa

quarta-feira, 6 de outubro de 2021

Quem Devia Ensinar Cidadania Era o SE João Costa. Numa Hora Por Semana, Via Zoom, Daria Lições Sobre Caráter a Todos os Portugueses, Do 1.º Ao 12.º Ano

 

Sobre a decisão dos pais de Vila Nova de Famalicão de impedirem os filhos de frequentarem a disciplina de Cidadania, o António Duarte, meu vizinho do lado, diz o seguinte:

Da mesma forma, os pais não têm de decidir, particularmente, as disciplinas que devem constar do currículo escolar ou os respectivos programas. Ao industriarem os filhos para faltarem deliberadamente às aulas de uma disciplina, recusando ao mesmo tempo a realização de tarefas alternativas, sabendo que com isso, e de acordo com o que está previsto no Estatuto do Aluno aprovado no tempo de Nuno Crato, chumbam o ano, os pais estão efectivamente a pôr em causa a educação escolar dos filhos.

Acontece, caro António, que o estatuto do aluno, o tal do tempo do Crato, não é a única lei sobre educação. 
Existe também uma outra lei, mais reforçada, designada Lei de Bases do Sistema Educativo que ampara bem a posição dos pais e que põe a nu a "ilegalidade" do Decreto-Lei 55/2018, o tal que cria a "disciplina" de Cidadania (coloco entre aspas porque, ao que parece, a coisa também existe no ensino secundário mas não é uma disciplina!?!? Tu que és professor deves perceber isto). 
A LBSE dá abrigo à posição dos corajosos pais de Famalicão porque diz na alínea n) do art.º 7.º, relativa aos objetivos do E. Básico: "n) Proporcionar, em liberdade de consciência, a aquisição de noções de educação cívica e moral". É com base nesta alínea que os pais acham que o Estado não tem o direito de impor aos seus filhos uma disciplina que transmite noções de cidadania. Daí que aleguem objeção de conciência.
Sabes que o legislador da LBSE - Assembleia da República - não tinha os tiques da esquerda totalitária que tem o SEE Costa (que nos tem dado sobejas lições de cidadania aqui: Maria das Dores Meira – Publicações | Facebookno debate que vai travando com a minha querida amiga ex-presidente de Câmara, Dores Meira). Que terias a dizer se este SEE Costa fosse professor de cidadania dos teus filhos? Boas lições teriam, sem dúvida.
Bem, em resumo, de acordo com a LBSE, o Estado não tem o direito de "ensinar" cidadania aos alunos do secundário e, aos do Básico, pode "ensinar" em liberdade de consciência.
Sabes que a esmagadora maioria dos professores até percebem das matérias disciplinares que aprenderam na faculdade, mas serão poucos a ter o discernimento, a sensatez e o equilíbrio psicológico e afetivo necessários a poderem falar com jovens em formação de questões polémicas no seio da própria sociedade.
Ainda que de forma um pouco esdrúxula, estes pais estão a proteger os filhos. Alguns funcionários públicos e políticos de meia-tigela estão a querer manobrar os Estado para perseguir estes pais.

quinta-feira, 30 de setembro de 2021

Lições De Cidadania

 


À porta da Escola Secundária de Alcochete, um professor achou-se no direito de sussurrar no meu ouvido «Seu fascista!». Outra senhora professora censurava-nos: «Campanha à porta da Escola?!», era lá admissível! Reações à nossa ousadia de oferecermos, à porta dos estabelecimentos de ensino, a Reforma do Ensino Básico e Secundário do Chega. Tomámos essa opção porque o Diretor do Agrupamento de Escolas de Alcochete impediu-nos de deixar os livrinhos impressos na portaria ou no PBX das escolas para que cada professor, se assim o desejasse, pudesse levantar o seu exemplar sem contactar diretamente com os candidatos do Chega às eleições.

Como sociedade civilizada, não podemos continuar a tolerar o que se passa no interior das escolas e na intimidade das salas de aula. O Chega não vai abandonar o combate ao terrorismo mental que domina a instituição. Além de alguns docentes, é fundamental que alunos e encarregados de educação se posicionem quotidianamente sobre o universo de repressão mental ao serviço da Esquerda em que se converteram as escolas.

Como primeiro cabeça de lista pertencente a uma minoria racial candidato à Câmara Municipal de Alcochete, também se fez história. Com frases como: «Ainda por cima, o candidato [do Chega] é arraçado de preto» ou «O homem parece um refugiado da Etiópia… Nojento». Sentenças de socialistas e comunistas sempre queridos, justos, progressistas e antirracistas. Foi em Alcochete, mas poderia ser noutro qualquer Esquerdistão.

A lição que retiro da minha primeira campanha de rua pelo Chega é simples: o atual Regime político é selvagem, boçal, terceiro-mundista, um cadáver moral em putrefação.


 

quarta-feira, 29 de setembro de 2021

Costa. Agora Que Acabaste De Brincar Aos Políticos Em Setúbal, Achas Que Este Stôr Pode Ensinar Cidadania Aos Alunos



Será que este stôr servia para ensinar cidadania aos teus filhos? 
Penso que não o quererias, certo? Mas se ele ensina direito e economia porque não ensinar cidadania?
E os restantes professores? Em que escola aprenderam eles a ser cidadãos para ensinarem Cidadania? Será que os princípios e valores que muitos professores defendem e praticam são aceitáveis aos olhos dos pais?
Tss! Tss. Afinal, o homem apenas está a experimentar o bikini novo que comprou...


quarta-feira, 15 de setembro de 2021

Sair Do Armário e Defenestrar o Ministro à Frente Dos Nossos Olhos


Em que ficamos rapazes? Despesa boa ou despesa má. 
Era escusado andardes à canelada na praça pública. O Costa está a crescer e a forma habilidosa que encontrou para criticar o ministro diz muito de si e daquela esquerda vilã, mesmo sem ter o pau na mão. Triste figurinha. Ou esperava para quando fosse ministro ou, se queira corrigir o dito, fazia-o em privado e não esbofeteando-o em público.

domingo, 22 de agosto de 2021

"A Vaca Sagrada"

Quanto mais serviços gratuitos existirem - mais transportes gratuitos, mais escolas gratuitas, mais livros gratuitos, mais saúde gratuita, mais vacinas gratuitas, etc., etc. - mais uma sociedade se afasta do real.

José António Saraiva em mais uma brilhante análise




quarta-feira, 18 de agosto de 2021

Com Tanta Delegação de Competências, a Pergunta é Óbvia: Que Sobra Para o Sr. Diretor Rodolfo Fazer?

AQUI


Não falta nos blogues e nas redes sociais muito azedume para com os diretores dos agrupamentos escolares. E não admira que sejam apoucados, não pelos alunos ou pelos pais, mas pelos próprios professores que supostamente dirigem.



quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Outro Salta-Pocinhas Que Sai do Armário

 


O mais abispado de todos, o berdadeiro, é o que confessa ter escolhido Caminha porque viu "que havia ... um grande potencial para um futuro promissor". Ainda está pendurado nos postes de eletricidade à espera do voto e já está a contar com o ovo, digo, com o futuro promissor.

Vão longe, se os caminhenses adormecerem.

Escutem os homens porque nem a Rola disfarça a escassa igualdade de género tão defendida pelo BE.


quarta-feira, 28 de julho de 2021

Lapidar

 

Eduardo Cabrita aparece em todos as sondagens como o pior ministro deste Governo, mas as sondagens não nos revelam tudo. E o pior ministro, aquele que mais mal faz ao país, com consequências duradouras no longo prazo, é Tiago Brandão Rodrigues, aquele que deveria ser remodelado com mais urgência, antes que faça mais estragos


 

A Melhor Forma De Escalpelizar As Aprendizagens Essenciais


Há 15 dias, o Governo revogou os currículos escolares e substituiu-os pelas chamadas “aprendizagens essenciais”. O que, das duas, uma: ou é muitíssimo óptimo ou é extremamente péssimo. Depende da interpretação que damos a “essência”. É óptimo se as aprendizagens forem consideradas essenciais no sentido de serem as imprescindíveis e exaustivamente ensinadas, sem as quais nenhum aluno se pode considerar formado; e é péssimo se forem essenciais no sentido de mínimo razoável, como aqueles pacotes básicos das operadoras que têm só 30 minutos de chamadas, 100 SMS e 2Gb de dados. Há pacotes melhores, mais completos, que deixam o cliente mais bem servido, mas o essencial é mais em conta. E, à primeira vista, basta. Mas depois, vai-se a ver melhor, e acabará por custar mais caro.

 

sábado, 17 de julho de 2021

Outro Que Viu a Luz. Agora!



Como pode haver quem proponha e defenda militantemente políticas educativas que vão traduzir-se no triunfo da ignorância dos jovens? Ao contrário do que podem afirmar os teóricos da conspiração, a razão não é uma vontade escondida de promover a ignorância da população para melhor a dominar.

Não, as razões são outras e muito simples. São essencialmente duas. Primeiro, a instalação do pós-modernismo há umas décadas fez nascer em alguns meios universitários ligados à educação e didáctica uma atitude de desvalorização do conhecimento (em todas as áreas), visto como parte das grandes narrativas passadas que se desmoronam.

A segunda razão tem que ver com o ambiente dominante nas escolas públicas portuguesas, um ambiente difícil, turbulento, com graves problemas de indisciplina. As escolas são institucionalmente fracas e não têm instrumentos que lhes permitam contrariar esse ambiente. Os professores ficam sozinhos perante as turmas, perante jovens desinteressados e agarrados aos telemóveis. Num tal contexto, que é tudo menos propício à concentração, ao estudo, à aprendizagem, são bem-vindas as doutrinas que racionalizem o falhanço, que desvalorizem o conhecimento, que aconselhem a "negociar" com os alunos o que eles querem aprender e como.

Sinal seguro da implantação dessas doutrinas são os slogans sobre "colocar o aluno no centro do processo de aprendizagem", ver os professores como "facilitadores das aprendizagens", "adaptar o ensino ao contexto e aos interesses do aluno" (como se, no coração da missão da escola, não estivesse, precisamente, levar o aluno a transcender o seu contexto). Um slogan novo diz que "A Matemática é um direito de todos". Face ao que agora se propõe, isto é o mesmo que dizer que "a habitação é um direito de todos" e depois promover a construção de tendas esburacadas no meio do deserto. Pode haver correcções e melhorias a fazer nos objectivos, nos programas e nas metodologias activas mas não as que se anunciam.


Não Acham Que é Um Pouco Tarde Para Acordar?


 

Ao acabar com os programas e as metas o ministro da Educação vira as costas a um currículo ambicioso e exigente e delapida o património educativo acumulado ao longo das últimas décadas e que nos permitiu alcançar, em 2015, os melhores resultados na avaliação PISA e TIMSS. Esta decisão é um golpe brutal e pérfido na escola pública e no seu papel de ascensor social. Com estes referenciais curriculares pobres, sem ambição e sem metas, a escola pública tenderá a formar cidadãos que farão jus à mediocridade, abandonará à sua sorte os alunos e as famílias mais vulneráveis e levará o país a regredir nos rankings internacionais. Ou seja, fará de Portugal um país com cidadãos menos exigentes e qualificados, mais desigual e injusto, menos competitivo e desenvolvido. Será esse o país que queremos deixar aos nossos filhos?




sexta-feira, 16 de julho de 2021

terça-feira, 13 de julho de 2021

A Lengalenga Socialista


Bem espremido, os grandes prejudicados desta história são os professores forçados a leccionar a disciplina, que em geral a recebem com o entusiasmo com que uma lesma recebe sal... A lengalenga oficial informa que a Cidadania e Desenvolvimento visa “preparar os alunos para a vida, para serem cidadãos democráticos, participativos e humanistas”. Um docente esclarecido aproveitaria a deixa para notar a avalanche ditatorial, discriminatória e desumana que, além da pobreza garantida, o governo despejou em cima de nós a vago pretexto da Covid. É óbvio que o referido docente não iria longe. A questão é: quem, excepto filiados da “situação” e, desculpem a redundância, matarruanos comuns, vai longe neste país? Se os rapazes de Famalicão fossem meus filhos, ria-me com eles da nossa radical indigência durante mais dois ou três anos. E depois largava-os no aeroporto.

 

 

Uma Doentia Fixação Nas Escolas

 


Entre as medidas propostas pelos dois partidos, que confirmam o diploma do Governo chumbado pelo Tribunal Constitucional por violar a reserva de lei da AR, está o direito de alunos, docentes e funcionários escolherem a casa de banho ou o balneário, em função do género assumido. “As escolas devem garantir que a criança ou jovem, no exercício dos seus direitos, aceda às casas de banho e balneários, tendo sempre em consideração a sua vontade expressa e assegurando a intimidade e singularidade”, lê-se no diploma do PAN. Uma medida que, na opinião do BE, garante o “bem-estar” dos indivíduos. Os dois partidos também querem assegurar o direito de alunos e funcionários serem tratados pelo nome que escolheram


 

terça-feira, 6 de julho de 2021

A Propósito do Género

 

A “distinção” entre os conceitos de sexo e género foi importante para provar que os papéis sociais não são estáticos: nem os homens estão biologicamente predeterminados a ter uma carreira profissional, nem as mulheres têm de ser domésticas.
Mas os estudos de género não ficaram por aqui. Evoluíram para um sobredimensionamento do contributo da sociedade na sexualidade em desfavor do dado biológico. E concluíram, rapidamente, que o “masculino” e o “feminino” são, ao fim e ao cabo, realidades puramente sociais ou culturais. Ou seja: estudos que tiveram um início auspicioso com uma “distinção” teoricamente relevante, descambaram numa “separação” radical entre o sexo e o género, desvinculando a sexualidade da biologia.
Numa frase: os estudos de género propõem uma “nova antropologia” — em que o ser humano é uma espécie de brinquedo Transformer — destituída de qualquer prova médico-psiquiátrica validada pela ciência.

 


"Percecionar a Utilidade e Eficácia Das Ferramentas Do Trabalho Felicitário..." e Coiso

 



O professor Guinote descobriu aqui que existem "especialistas na área da felicidade pessoal e organizacional" que disponibilizam e dão a conhecer "ferramentas" para construir Happy Schools.
Aprendam.

domingo, 13 de junho de 2021

A Sério, Senhora Presidenta Da Câmara? "Com As Pessoas pelo Futuro", Mas Não Com Os Alunos Que Não Votam.


 

Carla Tavares considera que o modelo “é mais positivo para a formação dos alunos”, que “reduz a pressão em relação às classificações”, permitindo que “essas classificações tenham mais conhecimento sobre o aluno”. 
Não tem dúvidas das vantagens: “Este processo permite uma acção mais focada no aluno. Dividir o ano lectivo em dois momentos mais alargados permite centrar mais as avaliações nas aprendizagens, não só nos testes. 

Na Amadora, os agrupamentos escolares organizam o ano lectivo por semestres e a Presidente da Câmara é a porta-bandeira desse projecto de organização semestral das aulas. Não tem dúvidas das vantagens para os alunos. Blá, blá, blá...

Caso para se dizer que o ministério da educação devia proteger os alunos da Amadora das ideias avançadas da Presidente da Câmara e dos directores dos agrupamentos de escolas. E se houvesse apenas um momento de avaliação por ano o ano, as vantagens ainda seriam maiores. Claro que a "formação dos alunos" e a aprendizagem seriam totalmente alcançadas se não houvesse nenhum momento de avaliação.
Se os alunos não fossem avaliados e se não houvesse exames, a qualidade da formação e das aprendizagens seria total e dependeria apenas da propaganda.
"Com as Pessoas, pelo Futuro", Carla.