Mostrar mensagens com a etiqueta Socialistas. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Socialistas. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 21 de outubro de 2022

Tss! Isto Não Dá Nada

 

Ministros e ex-governantes investigados por ajustes diretos na Câmara de Lisboa



Documentos foram assinados por Fernando Medina – quando era vereador -, Duarte Cordeiro e Graça Fonseca, também vereadores, quando Medina era presidente da autarquia.
É um processo-crime que atinge o coração do aparelho socialista. Tem como alvos Fernando Medina, ministro das Finanças; Pedro Siza Vieira, ex-ministro Adjunto e da Economia; Duarte Cordeiro, ministro do Ambiente; e Graça Fonseca, ex-ministra da Cultura.
Estão todos a ser investigados por ajustes diretos que terão lesado o erário público em milhares de euros, violando a lei da contratação pública.
Em causa estão contratos assinados entre 2014 e 2018 pela sociedade de advogados Linklaters, fundada em Portugal por Pedro Siza Vieira, e a Câmara Municipal de Lisboa. Os contratos foram assinados por Fernando Medina – quando era vereador -, Duarte Cordeiro e Graça Fonseca, também vereadores, quando Medina era presidente da autarquia.
A Linklaters, que Siza Vieira fundou em 2006 e onde se manteve até entrar no Governo de António Costa, ganhou mais de 800 mil euros em serviços jurídicos, direta ou indiretamente da Câmara de Lisboa. Segundo o CM apurou, mais de meio milhão de euros estão agora sob investigação do Ministério Público. A maioria dos contratos diz respeito aos litígios do Parque Mayer e da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). O escritório de Siza Vieira era chamado a resolver e cobrava 180 euros à hora, acrescidos de IVA. É este um dos valores que consta de um dos contratos. Onde se diz que era o preço pelos seus serviços.
A investigação, que está a cargo do DIAP desde 2016, ainda não tem argu
idos. Está junta a outros processos com protagonistas comuns, designadamente os que investigam atos de gestão do anterior executivo camarário, que estava nas mãos do PS.
O CM sabe que o processo está a causar desconforto no sistema judicial. Arrasta-se há mais de cinco anos e não teve ainda diligências visíveis. Não houve buscas nem há notícia de outras intervenções das autoridades judiciais.
O primeiro contrato sob suspeita data de 28 de novembro de 2014. São 70 mil euros, mais IVA, num total de 86 mil euros, que foram pagos ao escritório do advogado socialista que ainda não era ministro. Pedro Siza e Graça Fonseca assinaram a prestação de serviço por ajuste direto que se enquadrava no âmbito do Tribunal Arbitral para dirimir o conflito entre o Município de Lisboa e o Parque Mayer.
Cerca de um mês depois, a 31 de dezembro do mesmo ano, houve um novo contrato relacionado com a EPUL. 75 mil euros para o escritório de Pedro Siza defender a empresa que estava na esfera da Câmara de Lisboa, numa única ação que era interposta por uma sociedade de construções precisamente contra a câmara e a EPUL. O último pagamento acontece em 2021, já Medina sabia que tinha perdido a câmara.
Em janeiro 2015, Graça Fonseca voltou a chamar o amigo Pedro Siza Vieira. Foram 79 mil euros, já com IVA, para o escritório defender a câmara em duas ações administrativas. Ainda no mesmo ano, a 29 de dezembro, as assinaturas de um novo contrato são de Duarte Cordeiro e Pedro Siza. São 88 mil euros para voltar a defender a autarquia no Tribunal Arbitral e ainda no caso Parque Mayer. Um valor que mesmo assim não foi suficiente e que levou, a 25 de agosto de 2016, a uma adenda para um pagamento adicional de 38 mil euros, segundo os contratos consultados pelo CM no Portal Base, onde são publicados os contratos públicos. Ainda em 2016, Siza Vieira ainda conseguiu mais um contrato por ajuste direto. Desta vez com Águas de Lisboa e Vale do Tejo, onde ficava claro que a empresa gastaria até 73 mil euros, mais IVA, pelos serviços jurídicos que fossem prestados.

 

sábado, 15 de outubro de 2022

Um País De Brincadeira

Mais de 40 futebolistas israelitas têm nacionalidade portuguesa concedida ao abrigo da lei dos sefarditas, que permite a descendentes de judeus obter a cidadania.
Numa investigação publicada este sábado, o jornal "Público" explica que a nacionalidade portuguesa torna os campeonatos organizados por países da União Europeia "mais acessíveis" aos jogadores israelitas, facilitando eventuais transferências para clubes do bloco europeu, “que têm limitações para a contratação de jogadores extra-comunitários” nas suas competições.

https://www.cmjornal.pt/sociedade/detalhe/sobrinho-de-antiga-ministra-sob-suspeita-em-polemica-sobre-lei-da-nacionalidade


sábado, 25 de junho de 2022

Um Conselho Geral Que Não Deveria Estar Nem Mais Um Dia Em funções. Uma DGAE Que Vai Aferir a Idoneidade Do Condenado!


Só num país atrasado é que os eleitores votam num condenado por violência doméstica para governante da sua casa.
Se a junta médica disser que o moço é idóneo, já pode ser diretor da professora em quem bateu. Não se pode esperar mais da DGAE de um país de 3.º mundo.
O Mingos havia de bater neles todos, a começar pelos professores que estão no conselho geral.
Batatas.


segunda-feira, 27 de dezembro de 2021

Exemplos De Liderança: 3 "Lidres" e Outros Tantos Ubuntus

 


Lidre 1 (o ubuntu pode ser passivo, mas não destrói pontes) - “Aceito que um aluno não queira construir pontes, posso respeitar que seja passivo, o que não aceito é que destrua as pontes que construímos.” Paulo Mota é diretor da secundária Almeida Garrett,

Lidre 2 (o ubuntu é uma ferramenta tipo canivete suiço, que conserta tudo o que na imaginação dos políticos é um problema) - “O programa é uma ferramenta apenas.” João Costa usa a expressão, mas não minimizando o que a ferramenta pode fazer. “O propósito” é que seja usada para combater, ou até evitar, problemas como bullying, exclusão e insucesso escolar

Lidre Supremo (o ubuntu não pode ser passivo e ajuda a sacar as verbas europeias) - Rui Marques resume de outra maneira. “Os jovens Ubuntu são mais bem sucedidos, e têm mais sentido e propósito na vida. Quando se questionam sobre o que andam aqui a fazer, já estão a ajudar a promover o sucesso escolar e a combater o bullying, porque se detetam um caso são os primeiros a intervir. Um Ubuntu não pode ser passivo.


Ide-de catar-vos, interesseiros fingidos.


quarta-feira, 4 de agosto de 2021

Outro Salta-Pocinhas Que Sai do Armário

 


O mais abispado de todos, o berdadeiro, é o que confessa ter escolhido Caminha porque viu "que havia ... um grande potencial para um futuro promissor". Ainda está pendurado nos postes de eletricidade à espera do voto e já está a contar com o ovo, digo, com o futuro promissor.

Vão longe, se os caminhenses adormecerem.

Escutem os homens porque nem a Rola disfarça a escassa igualdade de género tão defendida pelo BE.


quinta-feira, 6 de maio de 2021

Quem Te Mandou a Ti, Sapateiro, Tocar Rabecão?

 


O Tribunal Administrativo e Fiscal (TAF) de Leiria mandou repetir a eleição do director do Agrupamento de Escolas de S. Martinho do Porto, no concelho de Alcobaça, reconhecendo irregularidades que tinham sido denunciadas por um dos professores candidatos. Os problemas eram do conhecimento da Direcção-Geral da Administração Escolar (DGAE), mas não impediram o organismo tutelado pelo Ministério da Educação de homologar o processo dois meses antes.


De um Estado que aposta e fomenta uma administração pública pejada de boys, só se pode esperar incompetência e prejuízos. Somos nós e não os agentes escolares, nem os dirigentes da DGAE que pagamos a fatura pelas centenas, sim, centenas, de decisões ilegais que se tomam anualmente nas escolas e no ministério da educação, que não tem rival em todo o Portugal em matéria de ilegalidades e irregularidades processuais.