E de um outro Fénix para o pré-escolar - Assim, a determinação e aplicação de medidas específicas para prevenção e intervenção aos primeiros sinais de dificuldades, nomeadamente no último ano do pré-escolar e nos dois primeiros anos de escolaridade, parecem ser as formas mais eficazes de combate ao insucesso
terça-feira, 24 de fevereiro de 2015
O Chumbo Também Pode Ser Um Bom Negócio
E de um outro Fénix para o pré-escolar - Assim, a determinação e aplicação de medidas específicas para prevenção e intervenção aos primeiros sinais de dificuldades, nomeadamente no último ano do pré-escolar e nos dois primeiros anos de escolaridade, parecem ser as formas mais eficazes de combate ao insucesso
Estou Com o Ethos Contaminado
Delírio sem freio - Assim, embora na sua génese a retenção tenha como pressuposto a criação de uma oportunidade adicional para a melhoria das capacidades e do nível de aprendizagem dos alunos, esta comporta problemas de equidade e de igualdade de oportunidades e tem um efeito negativo (no máximo nulo) como medida pedagógica, não só em termos de desempenho, mas também em termos afetivos e comportamentais
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Uma Ideia Foleira, Por Assim Dizer
Pensava eu que o Conselho das Escolas já tinha sido extinto. Afinal, parece não foi. Prova provada de que o país ainda não está a passar por uma verdadeira crise.
O presidente do Conselho das Escolas, ateu e materialista, vem defender que as férias escolares não devem ser referenciadas aos feriados religiosos.
Preferiria ele, por certo, que as férias fossem refernciadas a grandes momentos históricos da humanidade, como foram, por exemplo, a revolução russa e à revolução cubana.
Aí sim, as férias escolares cairiam em Outubro, em Janeiro e no pagão Verão. Servia assim?
Ou então, que fossem referenciadas às férias judiciais ou parlamentares ou ainda ao capricho do director de cada agrupamento escolar...
Manuel, Manuel, bem podias ter escolhido outra fila, sei lá, por exemplo, a dos miolos...
Reitor
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
Belisquem-se! Estão Mesmo Acordados!
Apreciação FinalO Conselho das Escolas reitera que o projecto de despacho relativo à «organização do trabalho nos agrupamentos ou escolas não agrupadas» não se constitui como um instrumento para a boa e eficiente gestão das Escolas, antes pelo contrário.
Este projecto de diploma preconiza uma redução drástica dos recursos humanos e financeiros (disponibilidade em crédito de horas lectivas) actualmente à disposição das Escolas.
Embora compreendendo a necessidade, do momento, de racionalização / rentabilização dos recursos, não se compreendem os cortes radicais previstos no crédito horário, os quais comprometem o eficaz funcionamento das Escolas, restringem a autonomia dos órgãos de Administração e Gestão, desvalorizam os Regulamentos Internos e, consequentemente, afectam a qualidade dos serviços educativos prestados, principalmente o desenvolvimento de actividades de apoio educativo.
O Conselho reforça que redução do crédito horário disponível surge em contraciclo com os objectivos das políticas educativas que têm vindo a ser defendidas pelo Governo. Com efeito, as propostas ora apresentadas comprometem o apoio educativo, a escola a tempo inteiro, as actividades de substituição, o desporto escolar, o desenvolvimento de projectos educativos, o cumprimento das “metas de aprendizagem”, os objectivos a atingir até 2015 e, ainda, dificultam sobremaneira a gestão e administração da Escola Pública.
Este projecto de diploma retira aos Directores e às Escolas os meios necessários a uma gestão de qualidade e à consecução dos objectivos a que se propuseram.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Enquanto Não Removerem o Sócrates (o ing.º) o País Não Será Credível
Os juros cobrados pelos mercados internacionais para comprar dívida pública portuguesa ultrapassaram, esta manhã, os 7%, o máximo aceitável, segundo Teixeira dos Santos, antes de levar Portugal a recorrer ao FMI.
Reitor
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ou Comem Todos Ou Não Haverá Moralidade
Podem dar as voltas que quiserem. Enquanto a medida não for extensiva a todos os salários e a todos os trabalhadores, do sector público e privado, será inconstitucional.Corte salarial vai incidir sobre a totalidade das remunerações dos funcionários públicos
Bem faria Passos Coelho se optasse pela táctica que utilizou Rui Rio nas SCUTs - ou pagam todos ou não paga ninguém - e encostasse o sucatas à parede.
Reitor
domingo, 26 de setembro de 2010
Afinal, Parece Que Os Directores Das Escolas Também Se Abatem
"...director da Escola Secundária da Trofa foi destituído do cargo pelo Conselho Geral..."
Obrigado F.
Reitor
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
Semideuses
sábado, 24 de outubro de 2009
Não, Meu Caro, O Resto Não É Pouca Coisa
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Obrigado Professor Jerónimo
"Nos últimos 4 anos a escola tem sido fustigada, vá-se lá saber em nome de quê, pelas mais despropositadas reformas, algumas erráticas, outras consideradas já, pelos seus mentores, não sabemos se estrategicamente se genuinamente, erradas".
Reitor
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
Falta de vergonha
O Ministério da Educação (ME) pretende recrutar professores reformados para, em regime de voluntariado, colaborarem no apoio aos alunos nas salas de estudo, em projectos escolares ou no funcionamento das bibliotecas, entre outras actividades
terça-feira, 18 de março de 2008
A voz dos que perdem
Um leitor enviou-me a seguinte declaração de voto de dois membros do Conselho de Escolas. Segundo as minhas fontes é verídica e torna mais perceptível, até justificável, aquela "mudança de agulhas" feita à última hora nos discurso oficial.Aqui vai ela:
"Declaração de Voto de vencido"
Votei contra o parecer aprovado pelo Conselho das Escolas (CE) relativo ao processo de avaliação de desempenho do pessoal docente, em reunião extraordinária em 12/03/2008, pelas seguintes razões:
Quem está no terreno constata diariamente da insatisfação e perturbação que todo o processo de avaliação do pessoal docente tem causado nas escolas, recentemente visíveis nos desenvolvimentos político-laborais que são de todos conhecidos.
A deliberação tomada pelo CE não descortina uma solução que apazigúe este clima de descontentamento, pelo que vejo com preocupação o futuro, nomeadamente quanto ao normal funcionamento da escola e ao seu prestígio social.
Sobre o processo de avaliação do pessoal docente, o Conselho das Escolas pronunciou-se em de 21/01/2008, tendo aprovado e dirigido ao Governo um conjunto de Recomendações que, pela sua actualidade e pertinência, se sublinham:
1 - O Ministério da Educação deve diferir o processo de avaliação de desempenho do pessoal docente, entretanto iniciado, para momento posterior ao da publicação de todos os documentos, regras e normas legais previstos no Decreto-Regulamentar 2/2008 de 10 de Janeiro.
2 - Cumprida que esteja a publicação das normas referidas no ponto anterior, deve o Ministério da Educação conceder às escolas um período de tempo mínimo e necessário à adequação e actualização dos seus instrumentos de regulação internos, designadamente o Projecto Educativo, o Regulamento Interno e o Plano Anual de Actividades.
3 - O Ministério da Educação deve suspender, até que sejam corrigidas, as informações que estão a ser veiculadas no fórum criado pela DGRHE sobre esta matéria e que se reputam de erróneas.
4 - Mais uma vez, este Conselho reitera junto do Ministério da Educação, o entendimento de que é manifestamente inexequível a aplicação do novo modelo de avaliação do pessoal docente, nos termos, prazos e procedimentos com que está actualmente a ser aplicado.
Ou seja, este Conselho já se pronunciou, inequivocamente, pela inexequibilidade do processo de avaliação, tal como ele se apresentava.
Cumprida que foi a sua função e por razões que o ultrapassam, constata-se que as Recomendações então emitidas não foram consideradas em toda a sua extensão pelo Ministério da Educação. Nem tinham que o ser, diga-se em abono da verdade.
Decorrido este lapso de tempo, foi por demais evidente o crescimento progressivo de um forte descontentamento nas escolas e o surgimento de claros constrangimentos organizacionais, no que tange, nomeadamente, à complexidade do sistema de avaliação, à operacionalização das fichas de avaliação, à qualidade e pertinência dos itens de avaliação, à definição de indicadores de escola, aos prazos de aplicação do modelo, à utilização como objectivos individuais de avaliação dos resultados escolares dos alunos, à definição e competência dos avaliadores e, ultimamente, a todo o quadro de contestação legal de que tem sido alvo o processo.
Tal como à data afirmámos, um processo de avaliação de desempenho do pessoal docente de tal importância e dimensão exige da parte de todos os interessados e intervenientes um cabal conhecimento do mesmo, de modo a ser compreendido e interiorizado por todos os actores, sob pena de a sua eficácia ficar irremediavelmente comprometida, dele resultarem situações jurídico-legais dificilmente sanáveis e sérios e previsíveis prejuízos no normal funcionamento das escolas.
Acresce que os últimos desenvolvimentos vieram mostrar, também, que os próprios destinatários do processo de avaliação não lhe reconhecem mérito.
Com base nestes considerandos, entendo que o CE deveria ter aconselhado a Sra. Ministra da Educação a:
1 - Suspender o presente processo de avaliação dos professores, criando assim as condições necessárias à promoção de um modelo de avaliação capaz de suprir as principais debilidades
2 - Contabilizar integral e retroactivamente, a título excepcional, o tempo de serviço prestado até à entrada em vigor do modelo de avaliação referido no número anterior para efeitos de progressão na carreira, nos termos da avaliação efectuada.
3 - Exigir aos professores contratados, a título excepcional, uma avaliação nos termos do último modelo de avaliação aplicável.
Caparide, 12 de Março de 2008
José Eduardo Lemos, Conselheiro do Distrito do Porto
José Alfredo Mendes, Conselheiro do Distrito de Braga
Fim de citação
Pena é que não que estes conselhos sejam subscritos apenas por 2 dos 50 conselheiros!! Cadê os outros?
Reitor
domingo, 28 de outubro de 2007
A Direcção dos Rankings
Deram de si, os conselheiros... De uma penada, dois pareceres.Paulo Guinote coloca bem a questão: o comunicado é da Direcção ou o Conselho reuniu-se para opinar sobre o assunto? O comunicado não pode ser do conselho pois, a menos que já se realizem reuniões por vídeo-conferência, dificilmente se poderia realizar uma reunião entre 3ª feira(dia de publicação dos ranks) e sexta-feira (dia da publicação do comunicado). A hipótese de o nobre Conselho ter tido acesso às bases de dados antes dos jornais e ter redigido o comunicado antes de publicados os rankings também não se coloca, pois seria admitir que o comunicado foi redigido antes de se saber que tipo de rankings se publicariam.Reitor
Entre o parecer e o ser...
Ora aqui está o "parecer" do Conselho das Escolas sobre o já aprovado diploma da Avaliação de Pessoal Docente.O parecer é, em si mesmo, incipiente. Nada diz de relevante sobre o novo regime de avaliação de professores, excepto se quisermos considerar "relevante" as duas referências explícitas e uma implícita ao "tempo" que parece não haver para aplicar o diploma. domingo, 8 de julho de 2007
O Conselho
Voz amiga, por sinal uma das poucas presidentes de Conselho Executivo que fazem parte do Conselho das Escolas disse-me que foram chamados a Lisboa para tomar posse, na passada 6ª feira. E, como aqui se disse, também estranho que o ME nada diga a este respeito.E, por sinal, tantas novidades (e algumas delas curiosas) poderiam ser noticiadas:
- Esteve toda a equipa ministrial presente na tomada de posse e, também, no almoço que se lhe seguiu, nas próprias instalções na zona de Cascais. A minha amiga veio bem impressionada com o Valter (neste encontro achou-o muito distendido.
- Foi um almoço "tipo casamento": a Sra. ministra e ajudantes passeavam-se pelos corredores e pelas mesas convivendo em amenas cavaqueiras com os neófitos e ilustres conselheiros.
- Tiraram-se "fotos de família" para assinalar a efeméride (Estou mortinho para as ver. Já lhe pedi uma, mas disse-me que foi o serviço do ME que as tirou).
- Viram-se, antes e após o almoço, algumas movimentações de "candidatos" a Presidente do Conselho. Muitos sorrisos e simpatias, cumprimentos daqui e dali, enfim, pré-campanha.
- Apareceram 4 candidaturas a Presidente: uma do Porto; outra de Lisboa; outra de Setubal e outra de Santarém.
- Foi eleito à primeira o candidato do Porto. Foi um dos cabeças das listas do Porto, chamado Álvaro Almeida Santos (fiz busca, mas não encontro foto nenhuma na net. Encontrei que o dito é membro do Conselho Municipal de Educação de Vila Nova de Gaia e Presidente desta Escola).
Portanto, havia algumas coisas para dizer...
E sendo este Conselho um órgão de aconselhamento novo, criado pela própria ministra, até me admiro que o ministério, que é pródigo a noticiar o que ainda vai acontecer, esteja tão caladinho num contecimento destes.
O mais natural seria o ME dar publicidade (e que publicidade!) à coisa.
Será que esta ausência de publicidade é a medida da importância que o órgão vai ter?
Será que o silêncio do ME é o sinal da importância que concede a um órgão que ele próprio, ME, criou? Não me parece.
O Me deve estar a guardar o trunfo, para o apresentar em momento politicamente mais oportuno. Agora são os exames que estão na agenda... É preciso deixar render...
Quanto à importância do Conselho das Escolas, que o órgão não vai ter importância quase nenhuma, não tenho dúvida.
Se o ME não dá importância aos sindicatos (organizações que é obrigado a ouvir), porque a daria a um conselho de professores que ouvirá quando e para o que muito bem quiser?
Cá para mim, este conselho será um órgão a quem se pedirão os conselhos que interessam; a quem se incumbirá de pequenas e insignificantes coisas e que se cilindrará ao mais pequeno sinal de autonomia e voz própria.
Oxalá me engane.
