quinta-feira, 29 de dezembro de 2022
domingo, 25 de dezembro de 2022
Grande Festa Fez o P.S.D. De Ourém Num Bonito Jantar de Confraternização Entre Políticos e Professores
O Presidente da Câmara Municipal de Ourém foi convidado de honra no Jantar de Natal do Agrupamento de Escolas Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão, realizado em Caxarias. Luís Miguel Albuquerque fez-se acompanhar dos vereadores Isabel Costa, Humberto Antunes e Micaela Durão, numa noite igualmente marcada pela presença dos presidentes das Juntas e da União de Freguesias abrangidas pelo agrupamento anfitriã
Tradicionalmente animado e surpreendente, o Jantar de Natal do Agrupamento de Escolas Cónego Dr. Manuel Lopes Perdigão ficou marcado por uma estreia absoluta: a 1.ª Gala dos Globos de Aço resultou num verdadeiro espectáculo humorístico, levando a sala ao delírio e contribuindo para o fortalecimento das relações interpessoais entre diretores, professores, assistentes, auxiliares e demais agentes da comunidade escolar
Para aqueles que temem a municipalização, por esta se constituir como uma intromissão da política nas escolas, aqui está um belo exemplo de confraternização saudável entre as comunidades escolares e as forças políticas da posição.
Na verdade, alguém teria de pagar o jantar.
segunda-feira, 12 de dezembro de 2022
Confiemos Nos Deputados e No Parlamento
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Socialistas disfarçados de anjinhos
quinta-feira, 24 de novembro de 2022
És Tão Gira. A Procuradoria Deve Estar Enganada.
sábado, 12 de novembro de 2022
quinta-feira, 10 de novembro de 2022
Há Um Substituto Perfeito. É Lá De Chima, Tem Ar de Mordomo e o Mesmo Fácies.
quarta-feira, 9 de novembro de 2022
domingo, 6 de novembro de 2022
A Culpa é De Quem o Gerou
Tal como os sindicatos são ouvidos pelo ministério da Educação nos termos legais, deverá ser criada legislação para a obrigatoriedade de os alunos serem auscultados quer pela escola quer pela tutela, mobilizando a tomada de decisões mais consistentes, cabíveis e, na mesma medida, aprazíveis para a comunidade educativa, no cerne da qual estão os discente
Tem Casa Civil, Tem Carradas De Assessores e Não Há Alma Que o Avise.
“Não lhe perdoo”. Marcelo avisa ministra da Coesão que exige boa execução dos fundos
Para mim, já não são apenas sintomas.
quarta-feira, 2 de novembro de 2022
O PÚBLICO a Trabalhar Para o Governo
Não é possível pensar-se que é por desatenção que a "jornalista" Margarida Gomes e o Diretor do PÚBLICO estão a fazer fretes ao Governo, dando notícia de um caso plantado pelos socialistas para desviarmos a atenção dos vergonhosos casos de compadrio e incompatibilidades, que grassam no seio do Governo e do P.S.
Deputada do PSD gere empresa de recuperação de créditos em violação da lei
Não é por acaso nem por falta de atenção. É servicinho intencional.
domingo, 23 de outubro de 2022
Aqui Está Um Professor à Maneira Para Ensinar Cidadania Aos Filhos da Família Mesquita Guimarães. Também Tem Servido Para Dourar a Escola Dos Projetos, Do Dr. Costa
Professor de Moral acusado de 95 crimes de abuso sexual sobre 15 alunas foi afastado
De acordo com o Ministério Público, os crimes terão ocorrido no decurso dos ensaios da companhia de teatro que o docente criou na escola e na qual era encenador. Segundo a acusação, o docente fechava a sala, apagava a luz e “verbalizava de forma frequente às alunas que o contacto físico exigido nos exercícios de contracena era necessário para a desejada evolução como atrizes”
sexta-feira, 21 de outubro de 2022
Tss! Isto Não Dá Nada

Ministros e ex-governantes investigados por ajustes diretos na Câmara de Lisboa
Documentos foram assinados por Fernando Medina – quando era vereador -, Duarte Cordeiro e Graça Fonseca, também vereadores, quando Medina era presidente da autarquia.É um processo-crime que atinge o coração do aparelho socialista. Tem como alvos Fernando Medina, ministro das Finanças; Pedro Siza Vieira, ex-ministro Adjunto e da Economia; Duarte Cordeiro, ministro do Ambiente; e Graça Fonseca, ex-ministra da Cultura.Estão todos a ser investigados por ajustes diretos que terão lesado o erário público em milhares de euros, violando a lei da contratação pública.Em causa estão contratos assinados entre 2014 e 2018 pela sociedade de advogados Linklaters, fundada em Portugal por Pedro Siza Vieira, e a Câmara Municipal de Lisboa. Os contratos foram assinados por Fernando Medina – quando era vereador -, Duarte Cordeiro e Graça Fonseca, também vereadores, quando Medina era presidente da autarquia.A Linklaters, que Siza Vieira fundou em 2006 e onde se manteve até entrar no Governo de António Costa, ganhou mais de 800 mil euros em serviços jurídicos, direta ou indiretamente da Câmara de Lisboa. Segundo o CM apurou, mais de meio milhão de euros estão agora sob investigação do Ministério Público. A maioria dos contratos diz respeito aos litígios do Parque Mayer e da Empresa Pública de Urbanização de Lisboa (EPUL). O escritório de Siza Vieira era chamado a resolver e cobrava 180 euros à hora, acrescidos de IVA. É este um dos valores que consta de um dos contratos. Onde se diz que era o preço pelos seus serviços.A investigação, que está a cargo do DIAP desde 2016, ainda não tem arguidos. Está junta a outros processos com protagonistas comuns, designadamente os que investigam atos de gestão do anterior executivo camarário, que estava nas mãos do PS.O CM sabe que o processo está a causar desconforto no sistema judicial. Arrasta-se há mais de cinco anos e não teve ainda diligências visíveis. Não houve buscas nem há notícia de outras intervenções das autoridades judiciais.O primeiro contrato sob suspeita data de 28 de novembro de 2014. São 70 mil euros, mais IVA, num total de 86 mil euros, que foram pagos ao escritório do advogado socialista que ainda não era ministro. Pedro Siza e Graça Fonseca assinaram a prestação de serviço por ajuste direto que se enquadrava no âmbito do Tribunal Arbitral para dirimir o conflito entre o Município de Lisboa e o Parque Mayer.Cerca de um mês depois, a 31 de dezembro do mesmo ano, houve um novo contrato relacionado com a EPUL. 75 mil euros para o escritório de Pedro Siza defender a empresa que estava na esfera da Câmara de Lisboa, numa única ação que era interposta por uma sociedade de construções precisamente contra a câmara e a EPUL. O último pagamento acontece em 2021, já Medina sabia que tinha perdido a câmara.Em janeiro 2015, Graça Fonseca voltou a chamar o amigo Pedro Siza Vieira. Foram 79 mil euros, já com IVA, para o escritório defender a câmara em duas ações administrativas. Ainda no mesmo ano, a 29 de dezembro, as assinaturas de um novo contrato são de Duarte Cordeiro e Pedro Siza. São 88 mil euros para voltar a defender a autarquia no Tribunal Arbitral e ainda no caso Parque Mayer. Um valor que mesmo assim não foi suficiente e que levou, a 25 de agosto de 2016, a uma adenda para um pagamento adicional de 38 mil euros, segundo os contratos consultados pelo CM no Portal Base, onde são publicados os contratos públicos. Ainda em 2016, Siza Vieira ainda conseguiu mais um contrato por ajuste direto. Desta vez com Águas de Lisboa e Vale do Tejo, onde ficava claro que a empresa gastaria até 73 mil euros, mais IVA, pelos serviços jurídicos que fossem prestados.
segunda-feira, 17 de outubro de 2022
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