domingo, 20 de outubro de 2013

Envergonhai-vos Portugueses





Da entrevista do sucratés já muita coisa foi bem dita 1, 2, 3.
Em suma, estamos perante um bandido que nos empobreceu e há de envergonhar para muitas gerações que vive bem e feliz da vida boa que leva. Usual neste país.

Para mim o facto mais marcante desta entrevista - e que me envergonha mais profundamente - são os botins à oliveirasalazar que o gajo usa e que dizem tudo do cromo.


Reitor

sábado, 19 de outubro de 2013

Abominável Intrujão


No aventar também se escrevem coisas boas.

... Sócrates, com a sua máquina mediática furiosa que debitava treta de entreter vinte e quatro por vinte e quatro horas, sete dias na semana, varria os pobres e a paisagem do real feio para debaixo do tapete nas inaugurações-croquete, dos anúncios repetidos, do optimismo vácuo, da mensagem charlatã e do luxo com que se rodeava e a que se não poupava.
...
Pois, mas no singular caso Português, meu caro Abominável Primadonna Sr. Bancarrota, o que mata o Estado é a Corrupção de Estado, coisa com o 25 de Abril ainda larvar mas que levedou sob o chupcialismo sistémico e as lógicas clientelares que estrangularam as nossas hipóteses de crescimento, realismo nas opções, e uma vida assente na riqueza gerada efectivamente e não num financiamento a escalar anualmente. O que mata o Estado, pá, Neurótico Narrador, é o que se esteja disposto ou não a fazer para abraçar o mundo com as pernas, contentar tudo e todos, especialmente a escandalosa Húbris do BES sobre o cangote geral dos contribuintes, verdadeira OPA à nossa liberdade pelas próximas décadas. Para todos os efeitos, Charlatócrates, nesse tácito e recorrente casamento Governo Chupcialista-BES, tudo foi possível, e foi por essas e por outras que assassinaste a Face de Portugal, apostando alto nesse teu poker político cretino.
E bastou isso para não teres qualquer moral para falar e muito menos para te absolveres. É uma sorte que a impunidade seja o nome do meio do Regime. Uma pena.


Reitor

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

Depois De Um Arranque 'Trubolento', O Balanço Que Se Impõe


 
 
Diálogo possível:
João: o problema é a lista de professores.
Filinto: sim, é preciso antecipar a publicação da lista,
João: vamos dizer aos jornalistas que convergimos  numa análise crítica,
Filinto: boa ideia. Atenção temos de falar também na escola pública  
João: é verdade. Já ninguém compreende que os problemas se repitam todos os anos
Filinto: eu falo-lhes das perspetivas do futuro ano letivo
João: Eu falarei do planeamento estratégico
Aldomiro: aicho bem que faleis do próximo ano letibo, pois neste ainda bai prá í muita cunfusão...
 
 
Reitor

sábado, 5 de outubro de 2013

O Exercício de Funções No Estabelecimento É Ou Não é Critério Válido?


Clique no texto


O porta-voz do DGAE está sempre a denunciar os critérios ilegais na contratação de professores e agora que se vão contratar tarefeiros não os denuncia?

Ou há moralidade ....


Reitor

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Estas Eleições Autárquicas Foram Muito Úteis Porque, Resumidadamente,

Foram uma verdadeira lufada de ar fresco, um hino à democracia e uma lição de sobriedade e honradez em alguns locais:



Foram o cúmulo do ridículo e do nonsense noutros:

 
 
 
 
 
Reitor

domingo, 29 de setembro de 2013

O Coração Do ToZé (ro) Desfaz-se Em Lágrimas De Crocodilo Em Castelo Branco


A caridadezinha artificial, a peninha forçada até à lágrima e a bondade a pataco, são absolutamente antirrepublicanas e contrárias à doutrina chuchalista  perfilhada por esta nulidade política.
O próprio Valter "Excesso de Faltas" Lemos, na sua proverbial incapacidade para ver as coisas simples, percebeu a figurinha que o toze(ro) estava a fazer e afastou-se um pouco.
Uma senhora, professora aposentada, está desesperada por descontar 1.000 euros por mês. Como bem diz o Ramiro, chora por ganhar cerca de 2.000 euros líquidos por mês.
Esta atitude política - de tão estúpida - põe de rastos qualquer político sério, descredibiliza a atividade política e é o um sério ataque ao carater e à autenticidade dos políticos, perpetrado por um político que julga poder ser primeiro-ministro.
Reitor


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tesourinho Deprimente

Cada vez mais me convenço de que aquilo que parece ser um serviço público de educação - às vezes é-o, sejamos justos - muitas vezes, demasiadas vezes, não é mais do que uma caixa de ressonância do MEC e das suas estruturas.
Não há dia nenhum em que o seguidor do Diretor Geral da Administração Escolar - em boa verdade não desdenharia trabalhar diretamente com ele, talvez como porta-voz oficial - não venha interpretar, e esclarecer legislação e procedimentos, desbravando caminho para a DGAE aumentar o seu volume, asfixiar a sociedade e maltratar os funcionários públicos docentes.
Portantos:
O problema, atual, devidamente atestado por voz autorizada, da haver muitos alunos sem professor (meio milhar de turmas) não é do MEC, nem da DGAE, nem do sistema centralizado e absolutamente cego à eficiência, da responsabilidade deste dois, antes é das escolas e da contratação pelas escolas, segundo defende o tesourinho.
Cá para mim, tens um pouco de herói e, bá lá, de azarento.
 
 
Reitor

As 'Analses' Do Porta-Voz Mostram Que o MEC Gasta, Mais Coisa Menos Coisa, 1.495.500,00 Euros / mês Em Professores De Que Não Precisamos

 
O porta-voz do MEC tem feito analses às listas de colocações. Recentemente verificou que ainda havia  997 horários zero, ou seja, 997 professores sem aulas para dar.
Ou, dito de forma mais pedagógica, os portugueses pagam ordenado a 997 professores para não darem aulas.
Claro que podia colocar o problema de forma a que a dimensão social ganhasse relevo e desvalorizasse a dimensão pedagógica. Assim: é melhor ser o MEC a pagar o ordenado a 997 professores do que ser a segurança social a pagar 997 subsídios de desemprego.
Andando...
Se fizermos as contas a uma média de vencimento líquido mensal de 1.500,00 euros líquidos, segundo informação fidedigna, fácil será concluirmos que deitamos pela janela fora a módica quantia de 1.495.500,00 euros / mês.
Gente rica.
 
 
Reitor

terça-feira, 24 de setembro de 2013

ZarcoFénix





Sim, Maria Rosa, os vossos filhos mais burrinhos vão para as turmas de burros, os mais inteligentes vão para as turmas dos espertos.
É o projeto fénix da escola João Zarco.
Para não copiarem o fénix e o tur mamais a quem o Crato dá volumosos subsídios, inventaram uma estirpe - tão maligna como estoutras - para melhor segregarem os jovens: o zarcompensa. Os canastrões e tapadinhos são apartados dos restantes alunos e colocados numa espécie de lar, designado zarcompensa. Levam com mais aulas de apoio, os professores fazem vista grossa na avaliação e... surgem os resultados.
Ao longo do ano, são retirados do sistema regular de ensino e encaminhados para as "ofertas qualificantes". De imediato surgem visíveis melhorias nos resultados escolares das escolas com estes projetos de segregação intelectual.

Simples e eficaz.

Reitor

sexta-feira, 20 de setembro de 2013

segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Uma Aparente Alteração Estratégica Ou Uma Evolução Tática


Ainda bem que se aceita a liberdade de escolha com base em boas práticas.
Por exemplo, a boa prática de deixar os pais escolherem a escola dos filhos sem pôr em causa o direito de todos os alunos portugueses terem acesso a uma escola.
Por exemplo, a prática de, mesmo as escolas privadas, terem uma parte das suas vagas disponíveis para alunos com dificuldades económicas.
Por exemplo, a boa prática da transparência , especialmente dando a conhecer os critérios de  seleção de alunos  previamente às matrículas.
Por exemplo, a boa prática de estabelecer métodos de seleção escrutináveis e objetivos.
E muitas outras boas práticas, sempre, sempre, melhores que as atuais práticas da cunha, do conhecimento, do número da porta, do atestado de falsa residência, do falso encarregado de educação, da fatura da eletricidade da falsa residência, do esquema...



Reitor

sábado, 14 de setembro de 2013

Manuel Esperança Sublinhou Que Este Ano As Coisas Estão Melhores



Muito melhores:

"Faltam professores em escolas do 1º ciclo e pré-primárias em Lisboa o que impede alunos de começar as aulas a tempo, revelou o presidente do Conselho de Escolas"
"Com cinco professores é impossível abrir a escola e prefiro assumir e dizer que não tenho condições para os receber", diz Manuel Esperança


Reitor