domingo, 25 de maio de 2014

Deus Nos Livre Da Nossa Artilharia Porque Do Inimigo Livramo-nos Nós


Os diretores dos diretores e os rapazes do conselho das escolas, acordando de uma letargia de vários anos, lançaram umas chumbeiras sobre o IAVE e o MEC. Umas farpazitas:

O general Guinote, de caçadeira na mão e a espumar contra os diretores e os representantes dos pais, que-não-viram-o-que-ele-viu-desde-o-primeiro-segundo-porque-é-ele-o-que-vê-mais-longe-de-todos, ripostou duas vezes sobre o pelotão:


Os pais, o conselho de escolas e os diretores não têm nada que se compare ao General Guinote: se não falam, deviam falar; se falam, deviam falar mais cedo; se falam nos jornais, deviam falar nos pareceres, se falam nos pareceres, ninguém os ouve, se dormem deviam estar alerta, se estão alerta, deviam descansar.
Enfim, ponham o pau na mão do general Guinote ...


Reitor

terça-feira, 20 de maio de 2014

Hi! Hi! Hi!

«1. Acabar com a TSU dos pensionistas
 A Taxa Social Única mudará de nome e chamar-se-á algo como PSU, Provimento Social Unificado.
2. Revogar cortes no complemento solidário para idosos
Passa a existir a CSPPIPPJ – Contribuição Social de Provimento Para Idosos Pago Por Jovens.
3. Não despedir funcionários públicos e aumentar o salário mínimo
Excedentários passam a professores da nova disciplina Educação Social e de Estado, a leccionar a partir do 1º ciclo. Salário será aquele que permita viver em dignidade, como aferido pelo dignómetro digital, a produzir na renovada indústria portuguesa.
4. Acabar com a sobretaxa de IRS graças ao combate à fraude e evasão fiscal
Seguro vai dar com a língua nos dentes.
5. Promover novos acordos de contratação colectiva
Boys passam a ter contrato unificado.
6. Avançar com o plano de reindustrialização 4.0
Dignómetros digitais de nova geração. Três eixos de desenvolvimento: tradição (Mota-Engil), recursos endógenos (Casa Pia) e indústrias de raiz (Aloe Vera e Vidas Passadas).
7. Estação Oceânica Internacional dos Açores
Com ligação à Gare do Oriente, articulando o hub ferroviário com hovercrafts de grande velocidade. Portugal não pode ficar fora da rede intercontinental de hovercrafts.
8. Pacto para o emprego
“Vamos criar empregos? Está bem”. Finalmente, um governo que cria emprego, cria recursos e desafia Lavoisier.
9. Não aumentar a carga fiscal na próxima legislatura
Não é preciso mais impostos. Não só a Europa recebe dívida em Eurobonds como dívida é só o que for superior a 60% do PAB, o Produto Administrativo Bruto. Poderá parecer que há um aumento de impostos mas é porque antes media-se em PIB e agora medir-se-á em PAB, um indicador muito mais eficaz para o cálculo de tretas.
10. Exclusividade na saúde, separação total entre público e privado
Encerramento de vários hospitais, quando os profissionais forem obrigados a optar.
11. Reduzir a taxa de abandono escolar dos actuais 20% para 10%
Passagem administrativa de metade dos que abandonam o sistema de ensino através de um sistema de sorteio.
12. Não plafonamento das contribuições para a Segurança Social
Redução do valor obtido pelo cálculo de pensão para o escalão etário 50–65. Reformados existentes mantêm pensão, novos pensionistas passarão a receber 1/3.
13. Cumprir o Tratado Orçamental
Ignorar os números 1 a 12.
14. Promover a reforma do Estado
Não fazer cortes. Reforma significa colocar as pessoas certas no sítio certo.
15. Defender uma nova agenda europeia
A Minha Agenda, O Meu Primeiro Calendário ou Almanaque Republicano para Petizes.»

Reitor

sábado, 17 de maio de 2014

Isabel! Isabel! Toma Nota: O Parecer Só Pode Ser Negativo. O MEC Não Está a Falar Para Os Pais, Mas Sim Para Os Seus Diretores

A presidente da Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação considera que os pais estão a ser pressionados para dar parecer favorável à interrupção das actividades lectivas para os alunos do 5.º, 7.º, 8.º e 9.º anos, na próxima semana, sob pena de inviabilizarem a realização das provas nacionais do 4.º e do 6.º, que envolvem 220 mil alunos.

Não aconselhes tontices como este rapaz:
“Naturalmente temos que dizer que sim. Não podemos impedir que as provas se façam, sob pena de estarmos a prejudicar os alunos do 4º e do 6º
que pensa que os pais mandam alguma coisa (e que se disserem não, os exames não se realizam ah! ah! ah!) e que se os alunos não fizerem os exames ficam prejudicados (todos os outros que ficam sem aulas, pelos vistos, não ficam prejudicados).

Não te deixes levar pelo título do PÚBLICO: a  Direcção-Geral de Estabelecimentos Escolares do Centro não está a a fazer chantagem sobre os pais. Está é a dar recados aos Directores dos agrupamentos. 
Acorda!

Reitor

domingo, 27 de abril de 2014

Intrujões. Quem Responde Por Esta Publicidade Enganosa Feita Com o Patrocínio do Estado?



Atenção portugueses: Fizeram-vos crer que os alunos do escalão A e B não pagavam os 25 euros ou pagavam apenas metade.

É falso! Apenas os alunos do 9º ano é que podem beneficiar destas isenções.

Vejam a intrujice:




O teste Key for Schools será aplicado, com carácter obrigatório, aos alunos a frequentar o 9.º de escolaridade nos estabelecimentos do ensino público, particular e cooperativo. Pode ainda ser realizado opcionalmente por alunos com idades compreendidas entre os 11 e os 17 anos a frequentar outros níveis de escolaridade que o solicitem (6.º, 7.º, 8.º, 10.º, 11.º e 12.º anos de escolaridade). 
A obtenção de certificado é opcional para todos os alunos a frequentar o 9.º ano de escolaridade. Os alunos a frequentar outros anos de escolaridade que pretendam realizar o teste tem de proceder à sua inscrição para a obtenção do certificado. 
O certificado é disponibilizado mediante o pagamento de 25€, sendo gratuito para os alunos abrangidos pela ação social escolar integrados no escalão A e reduzido em 50% para os alunos integrados no escalão B.

Olhem pra' ele:



Reitor

domingo, 20 de abril de 2014

Boa Páscoa Cristina! Olha Que o Coelhinho é Demasidado Óbvio.


De: Cristina Silvestre (DGPGF) [mailto:cristina.silvestre@dgpgf.mec.pt]
Enviada:
Para: Vários
Assunto: Páscoa Feliz


Cristina Silvestre
Av. 24 de Julho, nº. 134

1399-029 Lisboa, PORTUGAL



Reitor

sábado, 19 de abril de 2014

Lagarta, Lagartinha. Até Tu Serves Para Fechar Escolas.



Reitor

Batata, Batatinha.

A jovem Lúcia Santos, presidente da Juventude Popular de Coimbra tem opinião sobre as coisas. Parabéns.
Como no melhor conteúdo cai a nódoa, o artigo de opinião que a jovem Lúcia escreveu não foge à regra e brinda-nos com três pérolas, que se compreendem apenas pela excessiva juventude, a saber:
Se em teoria a concorrência se traduz numa melhoria no desempenho da escola e dos alunos, na prática é muitas vezes contraproducente
  • O mercado livre e a concorrência foram, desde o início do mundo, o primeiro motor do desenvolvimento das sociedades humanas. Ainda hoje, em teoria, materializam-se sempre em avanços científicos, culturais económicos, políticos, etc., etc., de que toda a Humanidade beneficia. Sempre, não. Há um elementozinho social onde esta lei não se aplica, ou melhor: aplica-se em teoria mas não na prática: a concorrência/liberdade de escolha da escola.
 
É verdade que ao terem de competir entre si para sobreviver as escolas serão obrigadas a estimular a criatividade, mas é igualmente certo que é grande a dificuldade em promover a inovação em sistemas altamente competitivos
  • Hã! É difícil promover a inovação em sistemas altamente competitivos?! Como por exemplo na informática, na saúde, na indústria aeronáutica, Lúcia... Sistemas altamente competitivos e que têm dado ao mundo lições de criatividade. Veja a Apple, por exemplo.

Pretendemos que a qualidade aumente em todas as escolas ou não nos importa que exista desigualdade entre escolas?
  • Demagogia: bem sabe que queremos aumentar a qualidade das escolas, bem sabe que haverá sempre diferenças de qualidade entre escolas e, também sabe, que não só nos importamos, como queremos que haja desigualdade entre escolas. Será sinal de que vivemos num país livre e democrático. Ou quererá a Lúcia - jovem CDS - que todas as escolas sejam iguais? Por imposição de um komintern, tipo ex-URSS.
 
Já agora, Lúcia, porque é que os transportes escolares - uma das vantagens competitivas das escolas privadas - não está ao alcance das escolas públicas? Explique lá porquê.
 
 
Reitor

domingo, 13 de abril de 2014

Aos Olhos Da Inveja, Todo o Sucesso é Um Crime

 
português Durão Barroso recebeu o prémio Carlos V, no valor de 45.000 euros.
Podia abotoar-se à massa, mas não o fez. Decidiu doar estes 45 mil euros a duas instituições: à associação CAIS e ao Liceu Camões - escola que me diz muitos e diz muito a dezenas de milhar de portugueses.
Pode-se questionar as razões que levaram Barroso a oferecer este prémio as estas duas instituições. Até é legítimo que se possa pensar que o fez com inconfessáveis interesses, nomeadamente ligados ao seu "regresso" ao país. Podem-se questionar as razões - quando elas forem conhecidas - mas não se pode questionar o valor da ação de Durão Barroso para as duas instituições beneficiárias e para o país.
Um ataque à pessoa.
Um ataque ao valor do mérito individual - um dos que deve legalmente ser prosseguido pelas escolas públicas.
Um ataque à Escola Pública que foi e é o Liceu Camões e que, a todo o tempo, se diz defender.
 
Não havia nexexidade.

Reitor

Quem Tudo Abarca Pouco Ata


Não sabe quantos chegam "cansados, com sono, desmotivados e sem ânimo", mas sabe que são "muitos".
Não sabe quantos adormecem, mas "temos casos" em que adormecem.
Não sabe das razões, mas sabe que uma das principais é não dormirem o suficiente.
Não vive com eles, mas sabe que passam muitas horas nos computadores e nas redes sociais, quando deveriam estar a dormir.


Reitor