É o ensino privado que faz subir as taxas de transição e conclusão nos ensinos básicos e secundários. No privado, entre os dois anos analisados, a taxa para o básico sobe de 93 para 97 por cento. No secundário, a evolução é de 73 para 89 por cento. No público, a taxa sobe de 86 para 92 por cento no básico e de 66 para 78 por cento no secundário.
Relativamente às taxas de retenção, o privado também fica melhor no retrato dos 12 anos analisados. No básico a taxa desceu de sete para 3,5 por cento no básico; e de 27 para 11 por cento no secundário. Comparando com o público, a taxa de retenção no secundário é de 22,3, em 2007/2008.
Verificou-se uma “evolução positiva” no rácio professor/aluno no ensino público, atingindo valores de 15,1 e 14,1 no pré-escolar e no 1.º ciclo respectivamente. No secundário, há 7,7 alunos por docente. Há 50 anos esses valores eram de 29, 34 e 19 alunos para o pré-escolar, 1.º ciclo e secundário, respectivamente. No privado, um educador de infância tem em média 17 crianças, igual número para o 1.º ciclo e no secundário o rácio é de 18,6.
A realidade recente, crua e simples, mostra-nos a todos:
a) - Que as escolas privadas têm melhores resultados escolares que as públicasb) - Que, consequentemente, a taxa de reprovação é menor nas escolas privadas que nas públicasc) - Que o número de alunos por turma é maior nas escolas privadas que nas públicas
- aposto que as taxas de abandono e desistência são menores nas privadas que nas públicas
- aposto que os índices de indisciplina e violência são menores nas escolas privadas que nas públicas
- aposto que o índice de satisfação dos "utentes" das escolas privadas é mais elevado que nas públicas
- aposto que a educação/formação de cada aluno tem menor custo nas escolas privadas que nas públicas
- aposto que a responsabilidade "parental", como diz o luminoso pai, é mais elevada/efectiva nas escolas privadas que nas públicas
Reitor




