domingo, 17 de Agosto de 2014

Balanço Da Política De Nuno Crato



TAXAS DE INSUCESSO ESCOLAR: de 2001 a 2013


Clique na imagem para ver melhor
Ver aqui, p.27

Nos primeiros dois anos de mandato deste Governo, o insucesso escolar aumentou em todos os níveis, exceto no ensino secundário. Claro que, convenientemente, se incluíram neste último os alunos do ensino profissional. Se assim não fosse, o descalabro aconteceria em todos os níveis, exceto no ensino profissional.

Que melhor balanço ou avaliação política se poderia fazer de Nuno Crato e da sua equipa?
Não se safam nem na comparação com o lurdismo e o valterianismo.
 

Reitor

Como? Importa-se De Repetir? - II



Portanto, prof. Guinote, o aumento do insucesso do 1º para o 2º ciclo deve-se ao facto de os docentes deste último não defenderem os alunos dos maus resultados nas provas com o mesmo afinco que o fazem os daquele?
Bela conclusão, sem dúvida.
E o fenómeno segue por aí acima: a taxa de insucesso dos alunos do 3º ciclo é superior à do 2º e a do secundário ainda é mais elevada porque as "defesas" dos professores vão diminuindo. Estão mais professores envolvidos...
A defesa das criancinhas segue a máxima dionisíaca: ao menino e ao borracho põe Nossa Senhora a mão por baixo.


Reitor

sábado, 16 de Agosto de 2014

Como? Importa-se De Repetir?


 
Esta é a grande diferença entre a minha escola e a escola do Dr. Filinto: os meus professores disciplinaram-me de modo a que, quando falasse os outros me percebessem, quando escrevesse os outros entendessem o que liam.
Na escola do Dr. Filinto e na escola de hoje fala-se para nada se dizer, escreve-se e ninguém consegue perceber.
Vamos lá tentar perceber o prof. Filinto:
a) o MEC cedeu à troika e a educação pagou o preço de uma governação desmedida. Ficamos sem saber se o preço pago pela Educação foi elevado ou se se tratou de uns trocos.
b) o edifício educacional sentiu um abalo. Ficamos sem saber se por causa da guerra que Israel faz na Palestina ou da ninharia que a educação pagou por uma governação desmedida.
c) depois desse abalo urge reerguer o edifício. Agora é que ficamos cegos. Então o edifício abalou ou caiu?

Depois queixem-se de o Crato querer avaliar os professores. E os diretores...


Reitor

sábado, 9 de Agosto de 2014

Estás Descansado Porque Quem Te Deu o Tacho Vai Continuar a Por-te o Testo



Contactado pelo PÚBLICO, o Instituto de Avaliação Educacional (Iave) confirma este — e outros casos. “A incorrecção identificada pela candidata não é caso único. Existem 19 situações em que foi identificada uma troca da chave de resposta, o que representa 0,19% do total de provas classificadas e validadas.”
 
Cala-te


Quanto mais garantias dá o Dr. Hélder, mais descansados ficam os portugueses. Não lhe ligam nenhuma.
E os governantes que incharam de satisfação pelos primeiros resultados da pacc - afinal, tinham razão em querer avaliar os professores para separar o trigo do joio - ficaram amarrados a uma correção incompetente, da responsabilidade do IAVE. Em consequência vão dar cobertura a mais uma irresponsabilidade do Dr. Hélder.
Obviamente, não o demitem porque conseguem ser mais fraquinhos que ele.


Reitor

sexta-feira, 8 de Agosto de 2014

Normalidades Educativas

Dessa análise pode-se concluir que 90% dos erros estão relacionados com os seguintes aspetos da ortografia: uso incorreto da acentuação (cerca de metade do valor total), troca de vogais, troca de consoantes ou uso incorreto de consoantes, aplicação incorreta do plural e registo incorreto de formas e de conjugações verbais", lê-se num comunicado do instituto divulgado hoje.

Portantos:
63% dos profs que se submeteram à pacc dão erros ortográficos. Ou seja cerca de 6.400 em 10.200.
Como há mais cerca de 140.000 professores no sistema, a "ensinar" os jovens portugueses, que não realizaram pacc, fácil será concluir que, caso a tivessem realizado e a taxa de erros fosse similar, cerca de 88.000 dariam erros ortográficos,  não é verdade?
Em síntese,  nós portugueses contribuintes pagamos o ordenado a 88.000 professores que não sabem escrever.
Claro que podia tirar outras conclusões mas, qualquer outra, equivaleria a ter de chamar os burros pelo nome e colocar em causa a inteligência dos doutores Hélder Sousa, Nuno Crato e João Grancho.

Reitor