terça-feira, 1 de setembro de 2015

Três Parágrafos Bastam Para Arrasar o Comunismo e o Sonho Dos Amanhãs Que Cantam

"O meu ponto é simples. Não é bom haver muros. Mas há uma grande diferença entre erguer muros para impedir a entrada e erguer muros para proibir a saída"

"Mas, se a Europa e o Ocidente capitalistas fossem tão pérfidos e opressores, por que motivo é que os refugiados procurariam a Europa e o Ocidente? Por que razão não buscam a Rússia do sr. Putin, ou a Venezuela, ou a Argentina, ou, já agora, Cuba e o Irão? Ou talvez a China, onde o poder do dinheiro privado tem sido sabiamente controlado pelo “altruísmo” central do estado e do partido comunista? Ou, salvo as devidas proporções, a Grécia do Syriza (ou do que resta dele)?

 A antiga Alemanha de Leste — então chamada República Democrática Alemã — também construiu um muro, o chamado Muro de Berlim. Mas o objectivo não era impedir que as pessoas entrassem na Alemanha de Leste. Na verdade, ninguém queria entrar. O objectivo era impedir que as pessoas pudessem sair.

Também Cuba, a “grande vítima do imperialismo americano”, teve um sério problema de migrações. Só que, tal como na Alemanha de Leste, os migrantes não queriam entrar. Eles simplesmente queriam fugir de uma ditadura comunista que condenara as pessoas à pobreza e à opressão. E fugiram: de barco, de jangada, ou a nado. Tal como fugiram os boat-people do Vietname comunista." João Carlos Espada. PÚBLICO, 31-08-2015

domingo, 30 de agosto de 2015

Os Socialistas Não Primam Pela Decência, Antes Pelo Contrário


Actualmente, a verdadeira liberdade de escolha é apenas para quem pode. O Dr. António Costa teve no passado liberdade de escolha para colocar um dos seus filhos no elitista Colégio Moderno. O ex-Primeiro-Ministro José Sócrates teve a liberdade de escolha para colocar os filhos no conceituado Colégio Alemão. As famílias mais carenciadas que naturalmente não possuem condições económicas para o efeito, não possuem uma plena liberdade de escolha. É isto justo?


O Ar é Mais Respirável e Somos Um País Mais Decente



Paulo Rangel esteve no seu melhor. Sem medo, tocou na ferida dos socialistas que logo soltaram estridentes gritos.
E a grande verdade é esta: a justiça portuguesa, através do ex-procurador geral e do ex-presidente do supremo, protegeu Sócrates e os seus amigos durante anos a fio.
Como português, ainda sinto vergonha por termos escolhido, livremente e através de eleições, um vigarista para nos governar.

terça-feira, 25 de agosto de 2015

Notas Inflacionadas, Créditos Garantidos Ou Bofetada No CNE Do Professor Justino


Já as públicas que "inflacionaram" as notas acima do espetável, encontram-se a Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar, a Escola Secundária de Fafe, Escola Secundária João de Deus, em Faro, Escola Secundária D. Afonso Sanches, em Vila do Conde (Diário Económico, 8-8-15)

"há oito escolas a quem foram atribuídas 50 horas de crédito semanal por “eficácia educativa” e redução de abandono, o máximo previsto. São elas o agrupamento de escolas D. Afonso Sanches, em Vila do Conde..." (PÚBLICO, 23-8-15)

O MEC soprou à Lusa uma cacha para sábado, dia 8 de agosto:  havia escolas que inflacionavam as notas e isso era gerador de fortes injustiças que, obviamente, o corajoso ministério de Crato já estava a combater, com a ajuda solícita do CNE capitaneado pelo compincha Justino. 
A inspeção já estava no terreno. 
Já havia voluntários para matar, esfolar e fritar.
Diário Económico e outros jornais, na falta de melhor, pegaram  nessa notícia e fizeram chamadas de primeira página. Chegaram até a identificar as 20 escolas onde a fraude era mais evidente, valorizando a ação justicialista do MEC.

Dezasseis dias depois, o MEC premiou várias escolas, atribuindo-lhes crédito e recursos humanos pela EFICÁCIA EDUCATIVA, conforme narra o PÚBLICO. São escolas eficazes cujos alunos obtiveram boas notas, internas e externas. E, conforme soprou ao PÚBLICO, o MEC também apresentou a listagem das escolas educativamente mais eficazes. 
Dessa listagem consta o agrupamento de escolas Afonso Sanches, precisamente um dos oito agrupamentos públicos que teve mais créditos e que inflaciona mais as notas, "acima do espetável" segundo o MEC.

Donde, pode concluir-se, é bom inflacionar notas.

Moral da história de um ministério que, em final de mandato quer fazer-se passar por competente, atento e preocupado com a educação dos portugueses.

"Cavou um poço e o fez fundo, e caiu na cova que fez."  (Salmos 7 : 15)




domingo, 23 de agosto de 2015

Fraude Nas Matrículas Dos Alunos! Uma História Tipicamente Portuguesa



«De acordo com o número 1 do artigo 10ª do Despacho normativo n.º 7-B/2015, datado de 7 de maio de 2015, os critérios de selecção dos alunos são feitos de acordo com as seguintes prioridades: primeiro e segundo, crianças com necessidades educativas especiais, de seguida crianças que já pertencessem ao estabelecimento de ensino, quer como alunos do pré-escolar ou do ensino básico, depois aquelas que já tenham irmãos nessa escola. O critério relativo à morada dos encarregados de educação aparece em quinto lugar, seguido pela entrada de crianças que tenham frequentado IPSSs da zona de influência da escola. Só depois vem a morada da actividade profissional dos encarregados de educação como critério de escolha. O último critério é a idade, o que permite que uma criança mais velha possa ficar de fora caso não preencha algum dos critérios anteriores».


O ministério da educação é, tradicionalmente, uma fonte inesgotável de piadas e os seus secretários de estado são os principais alvos da chacota dos restantes secretários de estado sempre que se juntam nas reuniões. Os portugueses têm-se divertido nos últimos anos com as notícias sobre as contratações de professores e os critérios utilizados: cada escola faz como quer, inventa os critérios que quer. Cada critério é uma fonte inesgotável de riso. Eu deliro com os 15, 16 e 17 (a idade, a proximidade/distância casa-escola e a ordem alfabética)



Contudo, se a idade, a rua e a localidade onde se vive e a ordem alfabética são critérios ilegais para se contratarem professores, porque é que a morada, a residência, o local de trabalho dos pais não são também ilegais para se selecionar os alunos de cada agrupamento?

O Crato deve saber.

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Os Boys Do CDS Não Dormem Em Serviço


Ver aqui: Diário da República de 17 de agosto


Objetivamente, do currículo visível de A. Brito não consta um único dia de experiência a dirigir escola ou agrupamento, nem se vislumbra qualquer aptidão, experiência profissional ou formação específicas para o exercício do cargo de diretor de uma escola.
Donde, não parece ser o currículo do nomeado a justificar a sua designação, como expressamente (e falsamente) refere o despacho emanado dos gabinetes de vários ministros.

O que parece ter sido decisivo para a nomeação deste inspetor, ou mais precisamente, deste militante do CDS para o cargo de Diretor da Escola Portuguesa de Díli, é o currículo que o despacho 9230 "esquece", mas que o Google permite desocultar: 
Acácio José é um inspetor da educação muito "popular" no agrupamento de escolas de Monção.
Foi quase, quase, quase Governador Civil de Braga e é um velho conhecido de Lee Rodrigues, o alegado autor do atentado de Camarate que vitimou Sá Carneiro e companhia,.
Pela aragem, não chega aos calcanhares do irmão que já teve de o meter na linha várias vezes.
Foi um apoiante de José Ribeiro e Castro e foi por este interrogado na audição parlamentar em 2013, sobre o atentado de Camarate.
Enfim, que a conversa já vai longa,  é um boy do CDS que não se ofende que pensem que é advogado e a quem os nossos "governantes" têm de assegurar o tacho, especialmente nesta altura pois que faltam menos de dois meses para se irem embora.

Desavergonhados.



quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Já Pareces Um Dos Rapazes Do Aparelho. Aposto Que Te Filiaste Em Agradecimento Ao Passos



Depois de uma visita ao degradado edifício situado no Bairro Alto, o ministro da Educação e Ciência, Nuno Crato, revelou que "em outubro ou novembro" deverá ser lançado um concurso internacional para escolher a quem atribuir as obras de recuperação que deverão começar no próximo ano e, segundo uma estimativa da Parque Escolar, irão rondar os sete milhões de euros



É triste ver um docente universitário e figura pública a fazer um papel que costuma ficar a cargo dos boys dos aparelhos partidários.
Mesmo que que fosse para pagar a Passos o favor de te ter segurado em outubro de 2014, com a trapalhada das colocações dos professores, mesmo que fosse para isso, não te estava a ver desceres ao nível do chinelo e começares a vender ilusões. 
Deixa para o próximo Governo o anúncio das obras que não foste capaz de fazer, se faz favor. 



segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Bolas a Sério


E apesar de serem vários os vendedores que por aqui pululam, só as bolas de um me são absolutamente irresistíveis. ... bolas a sério, bolas que são mesmo bolas só mesmo as do senhor Zé ...

 Definitivamente, o Arlindo arranjou alguém que sabe escrever.


Quando Se Apanha Muito Sol, a Liberdade de Escolha Diminui a Dignidade Da Pessoa Humana

Caro Dr. Paulo Trigo Pereira.
Foi mais fácil, muito mais, encostar-se à equipa que fez o programa do PS do que defender algo medrado pela sua própria cabeça.
Quando escrevemos para agradar aos outros, normalmente dizemos disparates.
Vejam estas pérolas:
"Quanto maior o peso do Estado menor a liberdade, entendida no seu sentido negativo (Isaiah Berlin), pois maior a coerção sobre o indivíduo. Assim argumentam os autores neoliberais de direita"
"A principal consequência desse acréscimo de liberdade é o aumento das desigualdades"
"o Estado é considerado como um instrumento para, através das políticas de redistribuição de rendimento e de promoção de igualdade de oportunidades, alargar a esfera de liberdade e autonomia de todos"
O senhor doutor defende três importantes teses ...ligeiramente disparatadas:
1 - Que a liberdade de escolha atenta contra a dignidade da pessoa humana.
2 - O aumento da liberdade individual é gerador de desigualdades.
3 - O Estado gera igualdade. Quanto mais volumoso, presente e atuante for o Estado, mais larga será a esfera de liberdade e autonomia dos cidadãos.

Ou seja, a liberdade de escolha faz mal à saúde dos portugueses. 


segunda-feira, 10 de agosto de 2015

História Sintética Do Portugal Moderno e Contemporâneo

«A enraizada mentalidade da esquerda e da extrema-esquerda portuguesas, para quem a iniciativa privada é sinónimo de trafulhice e a boa propriedade é apenas a que tem gestão pública, é uma desgraça nacional. Esta mentalidade explica muito bem o atraso atávico de Portugal, que não fez a Revolução Industrial a tempo com medo de perder os campos, que atrasou o caminho de ferro por receio das importações, que condicionou a indústria para evitar que a produção de riqueza fugisse ao controle do estado, que nacionalizou a propriedade privada porque ela tinha que ser de «todos» e não somente de «uns poucos» e que tem medo que as pessoas tenham liberdade para escolher a educação que querem, a saúde que querem, a segurança social que querem. O pretexto é sempre o mesmo, e é miserável: «no privado é para alguns (,,,) e no público é para os que menos podem». A esquerda e a extrema-esquerda portuguesas têm medo da liberdade e querem impedir que as pessoas possam crescer e progredir sem terem de andar de mão estendida à espera que o estado se lembre delas. Não acreditam que não se possa deixar ser miserável ou pobre toda a vida, e não se tenha de estar condenado ao assistencialismo do estado. A esquerda e a extrema-esquerda portuguesas têm medo da liberdade. Nem Salazar, que queria Portugal e os portugueses a viverem «habitualmente», pensava tão mal do seu país». AQUI.



Mata, Esfola e Frita


Diretores Querem Castigar Batota 

Qual dos três inflacionaria a pena a aplicar?
O Presidente da Associação Nacional de Dirigentes Escolares?
O Presidente da Associação Nacional dos Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas?
O Presidente da CONFAP?
 
E qual seria a escola mais penalizada?
O Colégio "D. Diogo de Sousa",
O Colégio João Paulo II,
O Externato "Carvalho Araújo", C
O colégio Sezim - Egas Moniz,
O Externato "Camões", O
Externato Liceal "Paulo VI",
O Colégio Novo da Maia,
O Colégio D. Duarte,
O Externato "Ellen Key",
O Colégio "Luso Francês",
O Externato "Ribadouro",
O Colégio da Trofa,
O colégio do Minho e Colégio de Lamego,
A Escola Secundária Júlio Dinis, em Ovar,
A Escola Secundária de Fafe,
A Escola Secundária João de Deus, em Faro,
A Escola Secundária D. Afonso Sanches, em Vila do Conde?

domingo, 9 de agosto de 2015

Nonsense Stories


Uma escola pode ser pouco exigente se os alunos são dos que se saem melhor nas provas nacionais?


 
Lê-se a reportagem no PÚBLICO e fica-se confuso:
Afinal, as melhores escolas do país, as que ocupam boas posições nos rankings dos exames, as que colocam alunos nos cursos mais exigentes são, de acordo com as conclusões do MEC, bem transmitidas pel@s escriturári@s do PÚBLICO, as que usam critérios de avaliação menos exigentes, são apontadas e censuradas nesta peça porque "inflacionam" as classificações.
Ou como diz o douto plesidente do CNE, são as que "...fazem batota nas avaliações".
 
Mas porque eppur si muove concluo que as escolas devem ser pouco exigentes para que os seus alunos tenham sucesso nos exames e no acesso ao ensino superior. Ou, a contrario, que as escolas mais exigentes estão a prejudicar dezenas ou centenas de jovens portugueses, ano após ano.

Fico com a sensação de que estou mesmo a precisar de férias. Ou então, que os responsáveis pela Educação dos portugueses estão a precisar de umas orelhas...