sexta-feira, 29 de abril de 2011

Leiam Bem As Avisadas Palavras Do General

Em quatro finos postes, Paulo Guinote explica tudo o que há a explicar sobre o chumbo do TC à suspensão da ADD.  São de leitura obrigatória para todos os professores.

Mas há duas reflexões do Paulo que são certeiras como balas.
A primeira é esta:
- Percebeu-se, a partir do momento em que o PSD aceitou substituir a sua proposta inicial de revogação dos artigos do ECD respeitantes à avaliação, pela formulação apresentada pelo PCP, que se estava mesmo a pedir a declaração de insconstitucionalidade, precisamente pelos motivos agora invocados pelo TC.
- Perceberam-se mal, muito mal, os fundamentos que levavam o PSD a aprovar a revogação do modelo de ADD agora e não em 2009, momento em que se havia comprometido a fazê-lo e não o fez.

Portanto, é como o Paulo diz: a decisão do TC interessou a muita gente. Demasiada para não ser vista como um algo há muito previsto (e desejado).

A outra conclusão brilhante está aqui:
Logo, há que pensar bem qual a melhor solução para votar, em especial por parte daqueles que não querem que continue o que está.
Pois é, para quem não quer o que está nem quer aquilo que não é solução, só pode votar no PSD ou no CDS. (Peço-te para não levares a mal o facto de ter dito claramente aquilo que apenas quisestes sugerir).

Só faltou fazer uma outra reflexão: este modelo de avaliação está politicamente morto e não há tribunal que lhe dê vida. Os professores e as escolas abrandaram, algumas até suspenderam, os procedimentos de avaliação e, mesmo que a decisão do TC os obrigue a dar-lhes continuidade, já todos perceberam que a coisa apenas se mantém por birra política e, mantendo-se apenas por razões políticas, pode ser que o enterro se faça ainda antes das férias de Verão.

Reitor

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Até Que Enfim, Uma Boa Notícia Para Os Professores!


Os professores do Porto terão, no próximo dia 5 de Junho, uma oportunidade única para procederem à avaliação do desempenho de algunms políticos da praça. Enjoy.


Reitor

Uma Ideia Foleira, Por Assim Dizer



Pensava eu que o Conselho das Escolas já tinha sido extinto. Afinal, parece não foi. Prova provada de que o país ainda não está a passar por uma verdadeira crise.

O presidente do Conselho das Escolas, ateu e materialista, vem defender que as férias escolares não devem ser referenciadas aos feriados religiosos.
Preferiria ele, por certo, que as férias fossem refernciadas a grandes momentos históricos da humanidade, como foram, por exemplo, a revolução russa e à revolução cubana.
Aí sim, as férias escolares cairiam em Outubro, em Janeiro e no pagão Verão. Servia assim?

Ou então, que fossem referenciadas às férias judiciais ou parlamentares ou ainda ao capricho do director de cada agrupamento escolar...

Manuel, Manuel, bem podias ter escolhido outra fila, sei lá, por exemplo, a dos miolos...

Reitor

terça-feira, 26 de abril de 2011

Um Professor Doutor Da Universidade a Precisar De Ajuda

O senhor professor Nogueira Leite está a ser mimoseado, ao que parece, com uns e-mails carinhosos que circulam entre a "classe dos professores do básico e secundário".  E a coça deve ser tanta que o senhor professor doutor resolveu esclarecer a sua posição sobre a avaliação dos professores.

A negro o que diz o senhor professor doutor; a encarnado alguns comentários que me suscitam as suas palavras:

1) Todos os professores devem ser sujeitos a avaliação.
Todos os professores devem ser sujeitos a avaliação, tal qual são sujeitos todos os magistrado e todos os médicos, só para dar dois exemplos.
2) A avaliação que existia até ao tempo de Maria de Lurdes Rodrigues não era, de facto, nada.
A avaliação que existia até ao tempo de MLR era a que estava prevista na lei e regulamentos, tal como as que passaram a existir durante e após o mandato de MLR. Classificar como "nada" as avaliações previstas nos diplomas legais é passar um atestado de incompetência aos governos que legislaram/regulamentaram sobre esta matéria..
3) Maria de Lurdes Rodrigues tentou moralizar o sistema mas fê-lo através de uma solução pouco eficaz e extremamente burocrática.
Maria de Lurdes Rodrigues tentou moralizar o sistema de avaliação dos professores, só que não tinha, nem ela nem o Governo a que pertencia, moral que pudesse servir de exemplo a qualquer português. Ou, dito de outra forma, Maria de Lurdes Rodrigues e o Governo a que pertencia criaram um modelo de avaliação, não para responsabilizar os professores, não para moralizar e melhorar o sistema de ensino, como apregoavam, mas apenas e só para pouparem os recursos financeiros de que precisavam para obterem votos no futuro, nomeadamente como contrapartida pela oferta indiscriminada de computadores a muitos preguiçosos das novas oportunidades e de subsídios a eito a todos os jovens cujos pais fugiam aos impostos.
4) A praxis dos senhores professores tornou o sistema ainda mais burocrático, lento e passível de produzir injustiças (como qualquer sistema de avaliação pode produzir. Os próprios senhores professores praticam-no regularmente, ainda que sem dolo (em regra)).
A praxis dos "senhores" professores (para quem não percebeu logo, o termo "senhores" serve, nas declarações do senhor professor doutor Nogueira Leite, para menorizar e não para respeitar), serviu para mostrar à saciedade a extrema burocracia do modelo de avaliação, as profundas injustiças que geraria e, no fundo, no fundo, serviu para comprovar a sua inexequibilidade.
(A prova de que o senhor Prof. Dr. Nogueira não percebe nada do que está a dizer, é trazida pelo próprio que se dá ao luxo de comparar o sistema de avaliação dos alunos com o sistema de avaliação dos professores!
5) A oposição tinha o direito de suspender a aplicação do actual sistema; mas
6) ao fazê-lo tinha a obrigação de propor outro, suprindo as deficiências do que até aí tinha vigorado.
Nestas duas últimas asserções, o professor doutor Nogueira Leite mostra ao povo a razão que o impede de alguma vez poder assumir qualquer pasta da governação: como ainda não percebeu as regras do jogo democrático, também não percebeu que a oposição não governa e que apenas quando for governo e deixar de ser oposição, é que poderá propor modelos de gestão e administração dos funcionários públicos.
Cada macaco no seu galho senhor professor doutor.

Alguém explique ao senhor professor doutor Nogueira Leite que a avaliação dos professores há muito deixou de ser um problema técnico (e que, por conseguinte, não carecerá de soluções tércnicas para ser resolvido) e passou a ser um problema político.

Reitor

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Um Estado à Imagem Do Primeiro-Ministro


Batoteiro!

Reitor

A. "Burrinho" e Pinto Não Ofende, Apenas, Manuel António Pina, Ofende Todos Os Leitores Do JN


A. Burrinho e Pinto aproveita um órgão de comunicação social de projecção nacional para proferir mais uma bestial lição de liberdade e lançar a lama da desonra sobre os seus concidadãos.

Pela minha parte, até que o director apresente um pedido público de desculpas aos leitores, nunca mais comprarei o JN.


Reitor

Porque Diminuiria Muito o IME

O Ramiro deixou-nos aqui uma questão inportante: Por que razão o ME não abdica do centralismo?
A resposta foi dada pelo uns dias antes pelo Octávio e resume-se a isto: o ME não abdica do centralismo porque tem muitas mamas a dar.
Se o ME empreendesse uma política de descentralização, aumentaria o desemprego e deixaria parte da boiada a berrar.
Já viram quantos empregos se perderiam por cada direcção regional de educação, incluidas as equipas de apoio às escolas? Já viram quantos negócios perderiam as empresas amigas das DREs?
Em todos o país perder-se-iam milhares de empregos e reduzia-se o Índice da Mama Estatal a níveis nunca vistos.
É por isso que o ME não abdica do centralismo.

Reitor

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Os Responsáveis

O vice-presidente da ANDAEP, Filinto Lima, censura os tops, os calções, as alças dos sutiãs, o umbigo e, presume-se, por maioria da razão, a visualização das pudenda.
Obviamente, na sua escola, está vedado o uso de fio dental, da camisa de manga curta, da meia branca e da braguilha aberta:





O uso de calções ou tops curtos é agora proibido ... O novo regulamento proíbe também exibir o umbigo ou a alça do sutiã.
Quem for apanhado a espreitar revistas de mulheres semi-nuas ou mostrar a roupa interior por entre as calças descaídas, por mais que isso seja moda, pode ser chamado à atenção. «São regras aplicadas aos alunos, professores, funcionários e pais. São regras aplicáveis a toda a comunidade educativa. Normalmente os alunos respeitam-nas, mas, quando não respeitarem, serão sancionados», disse Filinto Lima, da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas


Por sua vez, o presidente da ANDAEP, Aldomiro Fonseca, censura a censura perpetrada pelo vice-presidente Filinto Lima:

 Muitos destes documentos, aliás, são "excessivamente regulamentados", censura o presidente da Associação Nacional de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas... "Ir ao ponto de definir ao pormenor os horários dos serviços, os costumes, os bons e os maus comportamentos, tem o perigo de retirar a margem que uma escola tem para avaliar os casos na sua vertente individual", avisa Adalmiro da Fonseca.

Vá-se lá entendê-los...

Reitor

terça-feira, 19 de abril de 2011

Um Homem de Desígnios

"Isto quer dizer que hoje abandonam menos 90 mil jovens do que há seis anos. Este é um dado muito significativo, muito estimulante e mostra que este trabalho é fruto de um conjunto de políticas que tem trazido os resultados esperados", sublinha João Mata como melhor não faria o seu homónimo. (Como o Destino pode ser irónico!)

Se aumentarem os "salários" da malta que vai até à escola curtir um curso profissional, se calhar, digo eu, a taxa ainda vai ao nível Zero.

Palmas para quê?!! É mais um artista português!!! Ver Aqui.

Reitor

Os Do Costume

Só amigos, familiares e tachistas. O P.S.D. marca a diferença. E vai longe.

Luís Capoulas,
Jorge Costa,
António Preto,
Helena Lopes da Costa,
António Leitão Amaro,
Luís Rodrigues,
Luís Menezes
Teresa Leal Coelho,
Virgílio Macedo,
Maria José Castelo BranLuís Leite Ramos,
Maria Manuela Tenderco,
Adriano Rafael Moreira,
Conceição Bessa Ruão,
Paulo Rios,
José Matos Correia,
José Matos Rosa,
Elsa Maria Simas Cordeiro,
Eduardo Teixeira,
Luís Leite Ramos e
Maria Manuela Tender



Reitor

domingo, 17 de abril de 2011

Um Colóquio Estimulante, Com Estrangulamentos e Saídas...



Moderado pelo professor doutor ... hum! Quem é esta professora?

Matias Alves que foi responsável ... hã! Também quero uma professora assim... Tão estimulante e com argumentos tão firmes que o clóquio só podia ter sido um sucesso.

Nham, nham! Parabéns.

Reitor