segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Excelente Prosa. A Favor Da Liberdade.

Em poucas e curtas palavras, Henrique Raposo faz a apologia da liberdade de ensino e diz, simplesmente e sem qualquer profundidade de estudo ou de análise, mas com o bom senso que a experiência que a realizadade aconselha, aquilo que é óbvio e não carece nem de demonstração, nem de estudos internacionais nem de gráficos: os cidadãos deveriam ser livres para poderem escolher a escola que querem para os seus filhos. Aqueles que têm esssa liberdade defendem-na com todas as forças:
quando ameaçam fechar estes colégios aqui em Portugal, as cidades, as vilas, as terras, os pais, os alunos, no fundo, as comunidades servidas pelos ditos colégios levantam-se em peso para os defender
O general veio com a artilharia pesada para exterminar o mosquito que pousou na borda do prato. Vai daí, chumbo no Raposo. Com estudos internacionais, com gráficos.... Tudo para concluir que os estudos internacionais mostram que em Portugal (onde a educação está monopolizada pelo Estado) os resultados são melhores que nos países onde existe maior liberdade de escolha da escola.
Aqui chegados, o primeiro-ministro pode ter a coragem e a inteligência para propor uma mudança estrutural no ensino e dar mais liberdade de escolha às famílias, sem qualquer risco, uma vez que nenhum português escolherá as escolas privadas nem as que têm contrato de associação para educar os filhos porque os resultados escolares são piores que nas públicas. Nem veremos mais os cidadãos a levantarem-se em peso para defender as escolas privadas.

E se os cidadãos continuarem a preferir as privadas?
Irra! Estão errados e não sabem o que querem.

Reitor

sábado, 12 de janeiro de 2013

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Este Quer Engordar



A Andreia Brito da RTP não percebeu nem um bocadinho do que disse a raposa do Agrupamento de escolas de Benfica: é bem possível que eu ainda vá receber alguma coisa. Não vejo outra saída para a tutela.
Minha amiga Andreia, a tutela agradece a prestimosa colaboração do doutor Esperança e saberá rentabilizar as suas magníficas pistas para fazer giga-agrupamentos. Mas, olhe que o doutor Esperança está a dizer-lhe outra coisa que você não percebeu e eu explico: o doutor Esperança tem interesse em aumentar o seu poder pelo aumento de pessoal, de espaço, de alunos e de orçamento, portanto convém-lhe que a tutela lhe ponha no colo o Agrupamento Quinta de Marrocos.

Adenda:
E aqui o ToneCruz não acredita em nadinha do que está a dizer.
«As escolas tem que se juntar e trabalhar conjuntamente»
«E, se no jardim de infância começássemos a despertar o interesse pelas ciências....», blá, blá, blá....
Aldra. Apenas queres ampliar o teu espaço vital


Reitor

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

É Verdade Que Os Professores Contratados Estão a Trabalhar Sem Contrato?


Segundo informações oficiosas este péssimo exemplo se serviço público contratou através de uma "plataforma informática" (e paga mensalmente o ordenado a milhares de professores) sem que estes tenham assinado ainda qualquer contrato?
Será verdade que dezenas de milhar de professores estejam a trabalhar desde setembro de 2012 em todas as escolas públicas do país sem qualquer contrato?
E que alguns deles foram "contratados" por mais que uma escola (receberam ordenados e até já terminaram o contrato) sem assinar qualquer contrato ou documento contratual?
Em que país vivemos?
Nas escolas privadas esta situação seria praticamente impossível de ocorrer.


Reitor

sábado, 5 de janeiro de 2013

Por Mim, Preferia Que Tivesse Em Conta o Comprimento Das Unhas




Apenas por uma questão de justiça e equidade pois, não podendo as escolas escolher a "origem" dos alunos, nem o "contexto", nem as "caraterísticas da comunidade envolvente", podem, pelo menos, escolhê-los pelo comprimento das unhas. Dos pés e das mãos.
Caso fosse este o critério para a avaliação externa das escolas, de certeza que não haveria resultados tão díspares entre elas, nem os resultados das escolas particulares tão distantes dos das públicas. Todo o processo dependeria dos próprios alunos. Seria a a vontade e o empenhamento destes - deixando as unhas crescer ou cortando-as rente - que tornaria uma escola melhor ou pior que as outras.
Da forma que se anuncia, a avaliação das escolas dependerá sempre de fatores externos aos alunos, de questões conjunturais caraterísticas/inerentes ao meio envolvente. De fatores que escapam à responsabilidade dos alunos, ao seu esforço, à quantidade e qualidade do seu trabalho, à sua inteligência, etc., etc. E escapam também à responsabilidade dos professores que, não tendo possibilidades de alterar a "origem" dos alunos têm de se conformar com os resultados previstos para os alunos dessa "origem".A "origem" dos alunos será a "dona" dos seus resultados
Ao contrário do que afirma Justino, num excelente texto, não são alunos - e só eles - os donos dos seus resultados, mas sim a sua "origem".
Afinal, o MECrato encontrou o Segredo da qualidade do ensino e da qualdiade das escolas: a "origem" dos alunos.
As nossas escolas nunca mais serão piores que as europeias.

E achas tu que será bem melhor que nada!


Reitor

Correio De Celorico

 

 




Reitor

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

«"Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples.» (Romanos 16:18)


 
O caminho que tem vindo a ser percorrido pela FNE e pelos seus sindicatos é conhecido dos portugueses e, em boa verdade, idêntico aos de outros grupos sindicais: todos pagamos para os manter.
Sim, sim, na sua esmagadora maioria, os não sindicalizados, os aposentados e reformados, os industriais, os pedreiros e o médicos, enfim todos os portugueses que pagam impostos, mantêm e pagam o ordenado ao professor João Dias Silva que ajuda o dr. Casanova dar a mão aos professores, à professora Manuela que ajuda a DGAE a resolver problemas
«Conseguimos resolver com a DGAE os problemas que surgiram. Houve um ou outro problema, mas resolvido», disse a dirigente Lucinda Manuela.

e ao professor Arlindo que foi dos primeiros a preencher o e-bio, para "ajudar" os professores a entrar no redil que lhes estão a montar.
… e pronto. Serei dos poucos que consideram este registo como algo de positivo que aconteceu na aplicação SIGHRE?

entre outros.
 
Está fácil de ver que têm todos de andar de cócoras com o MEC pra que a torneira se mantenha aberta.
É por isso que não veem que as DRE's não encerraram as portas, antes pelo contrário, nem que o e-bio não é mais que uma distração informática para aqueles que gostam de estar pendurados no PC, nem que a DGEstE é mais um serviço público (que acresce aos existentes) para manter empregados os atuais DRE's e para dar tacho e carro com  motorista a mais um diretor-geral e a uma quantidade de subordinados.
Não veem, mas até parece que os ceguinhos somos nós.
 
Se a barriga não mandasse a perna...
 

Reitor


segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O Totalitarismo Desarma o Cidadão


«Será que de cada vez que acontece um trágico tiroteio é inevitável que ressurja a estridente ignorância estridente dos defensores do "controlo de armas"?

A falácia chave das chamadas leis de controlo de armas reside no facto de tais leis não as controlarem na realidade. Elas simplesmente desarmam os cidadãos respeitadores da lei, enquanto as pessoas propensas à violência com facilidade encontram armas de fogo.

Se os zelotas do controlo de armas tivessem algum respeito pelos factos, há muito que teriam descoberto isto pois, ao longo dos anos, demasiados estudos factuais se sucederam para que reste alguma dúvida que as leis do controlo de armas não apenas são inúteis como contraproducentes.

Lugares e épocas com as mais severas leis de controlo de armas foram, frequentemente, lugares e épocas com altas taxas de homicídios. Washington, D.C., é um exemplo clássico, mas é apenas um entre muitos.

A taxa de posse de armas é maior nas áreas rurais que nas urbanas, mas a taxa de homicídios é maior nas áreas urbanas. A taxa de posse de armas é maior entre os brancos do que entre os negros, mas a taxa de homicídios é maior entre os negros. Para o país como um todo, o número de pistolas [registadas] dobrou nos finais do século XX, enquanto a taxa de homicídios caiu.

Os poucos contra-exemplos apresentados pelos zelotas do controlo de armas não resistem a um escrutínio. O seu ponto referido mais convicto talvez seja o de a Inglaterra ter leis de controlo de armas mais restritas que os Estados Unidos e menores taxas de homicídio.

Mas, se olharmos para trás na história, descobriremos que a Grã-Bretanha tem tido uma menor taxa de homicídios que os Estados Unidos há mais de dois séculos e que, durante a maior parte desse tempo, os britânicos não tiveram leis de controlo de armas mais rigorosas do que os Estados Unidos. Na verdade, na maior parte desse período, nenhum dos dois países teve um severo controlo de armas.

Em meados do século XX, era possível comprar uma arma de fogo em Londres sem ter que responder a perguntas. Nova Iorque, que à época tinha vivido sob a rigorosa lei Sullivan que restringia a posse de armas desde 1911, ainda tinha várias vezes a taxa de assassinatos de Londres com armas de fogo, bem como várias vezes a taxa de homicídios de Londres com outros tipos de armas.

Nem as armas nem o controlo de armas eram a razão para a diferença nas taxas de homicídio. Era nas pessoas que estava a diferença.

E no entanto, muitos dos mais zelosos defensores das leis de controlo de armas, de ambos os lados do Atlântico, têm também sido defensores da indulgência para com os criminosos.

Na Grã-Bretanha, essas pessoas têm sido tão bem sucedidas que a posse legal de armas foi reduzida à ínfima expressão, ao mesmo tempo que a maioria dos criminosos condenados não são postos atrás das grades. A taxa de criminalidade, incluindo a taxa de crimes cometidos com armas, é agora muito maior na Grã-Bretanha do que era nos dias em que havia poucas restrições à compra [legal] de armas de fogo pelos britânicos.

Em 1954, houve apenas uma dúzia de assaltos à mão armada em Londres, mas, nos anos noventa - depois de décadas de cada vez maiores restrições à posse de armas -, eles atingiram um número mais de cem vezes superior.

A escolha da Grã-Bretanha, pelos zelotas do controlo de armas, para efeitos de comparação com os Estados Unidos, tem sido totalmente tendenciosa, não apenas porque ignora a história dos dois países, mas também porque ignora a história de outros países com leis de controlo de armas mais severas que as dos Estados Unidos tais como a Rússia, o Brasil e o México. Todos estes países têm taxas de homicídios mais altas que os Estados Unidos.

Será possível comparar outros conjuntos de países e obter resultados similares. A posse de armas na Suíça tem sido cerca de três vezes superior à da Alemanha, mas os suíços têm tido taxas de homicídios inferiores. Outros países com altas taxas de posse legal de armas e baixas taxas de homicídios incluem Israel, Nova Zelândia e Finlândia.

As armas não são o problema. As pessoas são o problema - incluindo as pessoas que estão determinadas a pressionar por leis de controlo de armas mais severas, quer na ignorância dos factos quer em desafio aos factos.

Há a ignorância inocente e há a invencível, dogmática e hipócrita ignorância. Cada trágico tiroteio parece fazer emergir exemplos de ambos defensores do controlo de armas.

Há alguns anos atrás, houve um professor cuja defesa do controlo de armas o levou a produzir um "estudo" que ficou tão desacreditado que o levou a demitir-se da sua universidade. Nesta coluna previu-se, à época, que este desacreditado estudo continuaria a ser citado pelos defensores do controlo de armas. Mas eu não fazia ideia que isso aconteceria exactamente na semana seguinte no Tribunal de Recurso do 9º Circuito».
(Ignorância e leis de controlo de armas, de Thomas Sowell, impecavelmente traduzido pelo Eduardo "Espectador Interessado".


Excelente artigo de Sowell que nos trouxe o Eduardo. Destapa várias mentiras propaladas como verdades e rebate argumentos falaciosos com factos.
Tenho pena que Sowell não conheça o paraíso humanitário que é Portugal, em que as "autoridades administrativas" não passam licença de arma a nenhum cidadão comum.
Só têm armas os bandidos, os cidadãos especiais que respeitem critérios legais verificados por um funcionário, e os cidadãos com amigos nas autoridades administrativas, a quem metem a respetiva cunha.


Reitor

Portanto, a Principal Responsável pela Desgraça da Grécia, Não Deixou Cair a Grécia.



Mas, o Artur Batista da Silva não estava incontactável?


Reitor

domingo, 30 de dezembro de 2012

«Seja Qual For o Pretexto, São Opções Erradas»



Boa análise, sim senhor.

Reitor

Escrever Direito Por Linhas Tortas



O Ramiro, com a humildade intelectual que o caracteriza -  e tão bem lhe fica, escreveu umas notinhas sobre a a via Vacacional.
Nitidamente se percebe que, na falta de rumo e de ideias claras sobre a coisa, ficou o Ramiro incumbido de lhe desenhar o quadro teórico. O tal que aparecerá, depois, na justificação e fundamentação de uma coisa que não tem nada de especial - já estava prevista na reforma da Lei de Bases do David Justino mas que o socialista Sampaio acabou por vetar. Não tem nada de especial mas, estranhamente, está rodeada de tal segredo que ainda não se sabe que escolas a estão a esperimentar.



Reitor

«E Dar-lhes-ei Meninos Por Príncipes, e Crianças Governarão Sobre Eles». (Isaías 3:4)





Reitor

sábado, 8 de dezembro de 2012

Tens Razão. Todos Ganham. O Grupo do P.S. Também. Mas Menos, Muito Menos Do Que Hoje.


A livre concorrência e a competição entre escolas estatais e escolas privadas têm vantagens para ambas. Os estudos sobre o impacto das charter schools, escolas com contratos de associação e escolas estatais com gestão privada nos resultados escolares dos alunos mostram o seguinte:

 #1 De início, os resultados das escolas privadas, charter schools, escolas com contratos de associação e escolas estatais com gestão privada são superiores aos resultados das escolas estatais tradicionais. Com o passar dos anos e com o alargamento da rede de charter schools, escolas com contrato de associação e escolas estatais com gestão privada a diferença de resultados entre o setor de gestão privada e o setor estatal diminui.

#2 A diminuição das diferenças entre os resultados da rede de escolas de gestão privada e a rede de escolas estatais tradicionais deve-se ao efeito da livre concorrência e da competição entre escolas. As más escolas estatais acabam por fechar por falta de procura. Muitas escolas estatais com resultados medíocres evoluem positivamente nos resultados pelo efeito da pressão que a livre concorrência exerce sobre elas: se não quiserem fechar têm de melhorar os resultados. E, regra geral, melhoram.

Os estudos provam que a livre escolha das escolas - a introdução de livre concorrência e competição no sistema - tem vantagens para todos os setores e todos os tipos de escola.

Qualquer um de nós conhece, por experiência própria, os efeitos benéficos para o consumidor e os utentes da introdução de livre concorrência. O exercício de uma atividade em regime de quase monopólio anda associado, regra geral, a serviços demasiado dispendiosos e medíocres. Regra geral, os serviços prestados em regime de quase monopólio e com proteção estatal estão orientados para a satisfação das necessidades e interesses dos funcionários e da burocratas que neles trabalham e não, como devia ser, orientados para a satisfação das necessidades dos clientes e utentes. Por que razão há de ser diferente com as escolas e a educação?

Para saber mais
          Novas tendências de reforma das escolas
          eBook Livre Escolha das Escolas 
 
Reitor

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

O Rasto De Vários Crimes

O G(rupo) P(artido) S(ocialista)



Se no Ministro Crato ainda existe honradez e sentido de estado, então haverá algumas ratazanas socialistas, psdês e cdses a sentar o rabo no mocho.
Obviamente, ninguém espera que, neste país atrasado, algo lhe suceda, no entanto seria um ato higiénico.
A ver vamos como Crato sairá desta.

Reitor