Reitor
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
O Inginheiro
Reitor
Certeiro
"O Ministério da Educação e Ciência sou Eu" , do Octávio Gonçalves.
Reitor
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
A Análise Política Que Faltava
"... o início do ministério de Nuno Crato foi, com alguns paliativos iniciais, de mera continuação de quase tudo o que vinha a ser feito desde 2005.Na reorganização da rede escolar, no estatuto da carreira docente, no modelo de avaliação, na gestão dos concursos de docentes, mesmo nas mitigadas propostas de reforma curricular procuraram-se soluções não muito agressivas mas que pouco se distinguiriam de um qualquer governo cujo projecto para a Educação fosse apenas conter custos"
"... fica-se sem saber se vamos ter o ano 1 do ministro Crato com que outrora tantos partilhavam ideias, se teremos o ano 7 de um projecto para a Educação que se julgava derrotado nas urnas"
É por análises como esta que o General continua a dar cartas na blogosfera.
Insisto numa velha ideia: vá para a política que é na política que faz falta.
Reitor
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
Ainda Sobre a Democracia Nas Escolas
Alguns pedagogos desta praça andam preocupados com a democracia nas escolas, ou melhor, com a falta dela.
O professor Paulo Guinote escreveu vários postes sobre o assunto.
E este apóstolo já vai em nove evangelhos.
Que entendem estes pedagogos por "democracia nas escolas?
Porque é que se fala tanto em "democracia nas escolas" e não se ouve falar em "democracia nos tribunais", "democracia nos hospitais", "democracia no fisco" e, enfim, em todos os serviços do setor público?
Vamos por partes:
1 - Que diz a Lei de Bases do Sistema Educativo?
A LBSE refere-se várias vezes à democracia e aos princípios democráticos, quer como princípios, quer como práticas, quer como objectivos do sistema educativo: democratização da sociedade (artº 1), democratização do ensino e desenvolvimento de espírito e prática democráticos(artº 2, 3 e 7), democratização de acesso (artº 12), democraticidade na administração e gestão do sistema educativo (artº 46).
Finalmente, sobre a administração e gestão das escolas diz a LBSE no nº4 do Artº 48º:
4 - A direcção de cada estabelecimento ou grupo de estabelecimentos dos ensinos básico e secundário é assegurada por órgãos próprios, para os quais são democraticamente eleitos os representantes de professores, alunos e pessoal não docente, e apoiada por órgãos consultivos e por serviços especializados, num e noutro caso segundo modalidades a regulamentar para cada nível de ensino.
2 - As escolas e agrupamentos escolares estão organizados e são administrados de acordo com o Decreto-Lei n.º 75/2008 que prevê, entre outros, a existência:
- De um conselho Geral
- De um director
- De um conselho pedagógico e
- De um conselho administrativo
3 - No conselho geral estão presentes representantes de professores, alunos e pessoal não docente, eleitos democraticamente por cada um destes corpos.
4 - O Diretor é eleito democraticamente pelo Conselho geral, o tal onde estão todos os representantes eleitos dos professores pessoal não docente e alunos. Mais: O conselho geral é um órgão tão bem democrático que até consegue aprofundar a democracia prescrita na LBSE: para além dos professores, pessoal não docente e alunos, inclui representantes dos pais, da autarquia e das forças locais.
Ou seja e resumindo: em qualquer país do mundo civilizado este modelo de administração das escolas seria considerado excessivamente democrático.Em Portugal parece que não chega esta democracia. Querem mais.
Que democracia querem então estes pedagogos nas escolas?
Querem uma escola gerida por um comité central? Ou por uma DOR.... qualquer coisa?
Querem uma gestão feita pelo plenário de professores?
Defendem tanta democracia que gostariam de ver os alunos a eleger os seus professores?
E os não docentes a eleger o seu chefe?
Aposto que preferem aquele modelo que surgiu logo após-25 de Abril, em que apenas os professores punham e dispunham na escola. Por causa da gestão ter por base critérios pedagógicos, não era?
Os alunos são muito novos para escolher o órgão de gestão de uma escola, não é?
E os pais estão fora e têm muito que fazer.
E os funcionários para além de não perceberem de pedagogia querem é folgas.
Só os professores percebem de escolas, está-se mesmo a ver.
Não há em Portugal nenhum serviço público, departamento ou setor de atividade estatal, organizado e administrado por modelo que assegure tanta democracia como aquele que define a administração das escolas públicas.
Reitor
domingo, 8 de janeiro de 2012
Um Grande Defensor Do Regime Democrático ...Na Década De Sessenta
sábado, 7 de janeiro de 2012
Sobre Um Fellatio Com 7 Anos
Na ESA
Há jovens ajuizadas. Parabéns.
Um candidato a asno.
E magotes de depravados a sonhar com isto. Queriam!
Reitor
Há jovens ajuizadas. Parabéns.
"Que belo exemplo que nos estão a dar. Não somos desse tempo, mas foi uma falta de respeito para a escola. As funcionárias e os professores devem ser os primeiros a dar o exemplo. Não concordo nada que possa voltar para cá"
Um candidato a asno.
João Rosa, de 17 anos, que defende direitos iguais para alunos, professores e funcionários. "Eu fui expulso da Escola Secundária de Vale Milhaços porque também fui apanhado com uma rapariga nos balneários do pavilhão. Estamos os dois impedidos de nos aproximar da escola a menos de 150 metros", disse, exigindo: "Se fossem dois alunos éramos expulsos, por isso tem de haver regras iguais para todos"
E magotes de depravados a sonhar com isto. Queriam!
"Se ela, depois do que fez, agora pode regressar, então todos nós podemos fazer o mesmo", comentava-se entre funcionários e professores
Reitor
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Aldomiro, Il Poveretto
Bastaram 3 dias para o rapaz dar um vira-cu. Cuidado com a espinha!
Foi ao papá, levou dois açoites no rabo, um puxão de orelhas e saiu dranquilo.
Reitor
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No Sábado Não Compro o EXPRESSO
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Os Bandidos Da Nossa Casa
Nuno Vasconcelos
Rafael Mora
Jorge Silva Carvalho
João Paulo Alfaro
Agostinho Branquinho
Pedro Duarte
Humberto Pacheco
Nuno Manalvo
Joaquim Aguiar
António Saraiva
Vítor Sobral
Luís Montenegro
Paulo Noguês
Neto da Silva
Vasco Rato
António Costa (director do Económico)
Armindo Monteiro
Álvaro Covões
António Lourenço dos Santos
Amândio Antunes
Carlos Veiga
Luís Carrilho
José Amaral Lopes
José Cordeiro
Filipe Costa
Ricardo Kendall
Rogério Tavares
Francisco Rodrigues
E ainda há mais coelhos na toca.
Expulsem-nos. Emigrem.
Reitor
Que Faz o Senhor Aí Pendurado?
- ilegal por conflito de interesses,
- inaceitável do ponto de vista ético,
- inexistência de contacto entre avaliadores e avaliados
- Repudia publicamente as situações apontadas e reputa este processo de avaliação de ilegal e irregular. ..e exige do Governo a reposição da legalidade, transparência e equidade no processo de avaliação do desempenho dos dirigentes escolares
Pensei que a novela em torno da avaliação dos professores já tivesse terminado.
E pensei que o senhor cuja foto embeleza o texto do SPN era uma carta fora do baralho.
Afinal, ainda mexe.
Há pessoas que atraem confusão, definitivamente.
Caso para se dizer, sem qualquer laivo racista, mas pelo que significa:
preto se não caga na entrada, caga na saída.
Reitor
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Uma Coisa Séria: Blog Do Ano 2011
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Demagogia Servida Às Colherinhas Aos Zecos-Zecos
O professor Paulo Guinote veio dizer-nos que se perdeu a guerra da democracia nas escolas.
Venceu portanto a ditadura. Ou algo pior.
Não que ele não tivesse avisado.
Não que ele não tivesse lutado pela democracia das escolas.
Teve foi poucos soldados a combater consigo.
E em que factos apoia o professor a sua teoria?
Afirma ele que:
- O DL 75/2008 é inconstitucional (é sim. Mesmo que nenhum tribunal o tenha dito)
- O Conselho Geral não é um órgão verdadeiramente representativo da comunidade educativa. Apenas tem pretensões a representá-la. (como os socialistas que estão na Assembleia da República em quem eu não votei. Também eles têm pretensões a representarem-me mas não representam)
- O novo modelo de gestão que apenas definiu uma cadeia hierárquica de comando entre a tutela e os professorzecos. (antes deste modelo de gestão aparecer, a cadeia estava invertida. Ia dos zecos até à tutela)
- Os pequenos potentados locais adormeceram deixando o flanco todo à mostra (para gaúdio dos zecos. Afinal não foi tudo tão mau assim)
- Os Conselhos Gerais Transitórios formaram-se, quantas vezes como emanações dos poderes que já estavam consolidados nas escolas (o que parece provar que o modelo anterior também não era democrático, pois permitia a consolidação de obscuros e nefastos poderes nas escolas)
- Poucos Conselhos Gerais assumiram o seu papel de efectivo órgão fiscalizador do trabalho da Direcção, muitas vezes porque a sua liderança estava conivente com a solução directiva (um pouco como acontece entre o Parlamento e o Governo mau grado ter sido esse o desejo do povo)
- Os Conselhos Pedagógicos tornaram-se uma assembleia interna com poderes pouco mais do que fáticos e quase sempre com o controlo total do Presidente que é o Director (Conselhos Pedagógicos, note-se, constituídos maioritariamente por professores que, neste caso, convenientemente, não passam de Zecos na mão de um Diretor-ditador ou de Zecos-ditadores nas mãos do Diretor)
- Os Diretores acomodaram-se à situação criada. Para além do conselho das escolas, criaram-se duas associações (a acomodação foi tal que até criaram duas - logo duas - associações de diretores)
A verdade, meu caro, é que a democracia que existe hoje no funcionamento das escolas está para nós, simples utentes e população em geral, como a que existe hoje nos nossos empregos e que pode ser resumida na máxima: trabalho é trabalho, democracia é democracia.
A verdade, meu caro, é que a democracia que existe hoje nas escolas está para a que existiu ontem como o regime democrático de hoje está para o de ontem: continuamos a ter eleições de quando em vez.
O resto é demagogia.
Reitor
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
A Cartilha Do Modesto
O elogio próprio
Demissão não, talvez, sim!
Os clientes
Presunção e água benta
Uma vã promessa
"Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti"
Reitor
... acabo por ter de me lembrar que entrei para a faculdade com 20 valores de media e, portanto, entre outras, acho que essa evidencia, como agora barbaramente se diz, me permitiria fazer algum discurso sobre o que seja Excelência...
Demissão não, talvez, sim!
Por isso, demitir-me por causa da minha adequada avaliação individual foi coisa que não me passou pela cabeça.
Em Janeiro, do ano passado propus-me demitir-me por causa de questões estruturais do sistema...
Há uns meses ... numa reunião de directores ...fiz uma proposta simples: ameaçarmos de forma clara com a demissão para mostrar a nossa força. Essa moção, radical, teve menos de meia dúzia (!) de votos em centenas de presentes, incluindo-se neles um adjunto e a subdirectora que me acompanhavam.
Os clientes
Há razoes para me demitir e que me desanimam: faço há 54 meses a gestão de 5,5 milhões de euros anuais, sem ferias, sem horas, sem tempo para as coisas que gosto, num serviço com 6 instalações físicas, 2200 clientes directos (alunos e formandos) mais os pais, que serve centenas de refeições por dia, que tem mais de 250 funcionários (entre docentes e não docentes), com 4 ou 5 projectos do POPH para gerir e que se assume como a maior entidade de acção social de uma comunidade socialmente deprimida.
Presunção e água benta
... Mas gosto do que faço, que escolhi livremente fazer (e lutei judicialmente para tal) por achar que faço alguma coisa para compensar o privilégio que tive de estudar e ter uma vida sem carências..
Mas, muitas vezes, ponho-me a olhar para o que escolhi perder e gostava de o recuperar. O salário líquido não compensa e consiste para mim em 1545 euros mensais (incluindo subsidio de refeição e o suplemento de direcção). Estou entre os 20% mais mal pagos do corpo docente do meu agrupamento e qualquer adjunto de Secretaria de Estado sem responsabilidade e, tantos sem currículo, ganha mais …. Como trabalho mal, tive uma redução-premio de 20% do meu rendimento anual para 2012
Há razoes que animam: algum reconhecimento dos colegas, pais e alunos (que não descrevo aqui para isto não ser uma gabarolice pura) e a sensação de que cumpri o que me comprometi com mais 3 queridos colegas quando pus o Ministério da Educação em tribunal em defesa de um projecto de mudança para o agrupamento
Uma vã promessa
No ano passado, a vida particular, a consciência do que esta mal no sistema e a emoção da perda da minha mãe... deram-me vontade de desistir mas a comunidade (com assinaturas e votações maioritárias) instou-me a levar o mandato ate ao fim. E la chegarei mas dai não passarei.
"Mil cairão ao teu lado e dez mil à tua direita, mas não chegará a ti"
Reitor
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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012
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