quinta-feira, 8 de abril de 2021

Não Inventem Histórias Que Desonrem a Memória do Homem



O Presidente da República salientou o "contributo singular para a democracia portuguesa" que foi a demissão de Jorge Coelho após a tragédia de Entre-os-Rios. "Assumiu em plenitude a responsabilidade política pelo que se tinha passado sem uma dúvida, sem uma hesitação ou subterfúgio".


Mais umas tristes declarações de circunstância do Marcelo. Jorge Coelho ao demitir-se por causa da tragédia de Entre-os-rios não deu contributo nenhum para a democracia portuguesa, nem sequer para o Partido Chuchalista. Depois do "contributo singular" do Jorge Coelho, tivemos o Sócrates e tivemos um Governo socialista pejado de familiares (cônjuges e filhos), só para dar dois exemplos singulares para a democracia portuguesa. 
A verdade é bem mais simples: Jorge Coelho aproveitou a tragédia de Entre-os-Rios para sair do pântano guterrista, foi uma decisão de interesse exclusivamente pessoal e político e não de preocupação com o país ou com a democracia portuguesa.
Foi um grande político e, enquanto tal, prestou relevante serviço ao país, o que já não seria pouco para uma homenagem. O resto são interpretações interesseiras de ações políticas de um defunto para se ficar bem na fotografia dos condolentes.



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