terça-feira, 28 de junho de 2016

Onde Estão Os Defensores Da Escola Pública?


Porque é que há escolas a passar alunos com sete negativas? Por causa do Ministro:
“Todas as escolas do Montijo fazem o mesmo, porque o critério não é do estabelecimento escolar, mas sim do despacho ministerial que atribui à retenção um carácter excepcional”...

Ou então, como diz este emplastro, por causa do Ministro anterior: os alunos passam com sete negativas por causa do Nuno Crato
Filinto Lima considera que a definição de critérios nacionais de retenção apenas para os anos terminais se justifica pela “lógica de ciclo” subjacente ao processo de ensino no básico, em que as aprendizagens a alcançar estão definidas para cada um dos três ciclos. Esta lógica foi interrompida pelo anterior ministro Nuno Crato, quando definiu também metas curriculares para cada um dos anos de escolaridade do ensino básico

Precisam de ser os pais explicar as coisas tal como elas são: passar alunos com cinco ou sete negativas é uma vergonha:
Voltemos então ao Montijo. “Há alunos que acabam por transitar de ano com cinco ou sete negativas”, confirma Mário Novais, que dá conta do descontentamento dos pais face a esta prática, porque “não motiva os alunos”.

De certeza absoluta que nas escolas privadas também se passam alunos com sete negativas. É por isso que os pais as preferem às públicas. 


Não, Não Se Trata De Prosa De Escritor Consagrado, Mas De Crónica De Um Jovem Com Um futuro Auspicioso


Fechamos o capítulo como começámos, calorosamente ansiando pelo próximo. Foi uma aventura e pêras! Agora é tempo de mudar, de pensar muito mais antes de agir, de agarrar as oportunidades com unhas e dentes e nunca largar até aterrarmos no nosso destino. É tempo de prestar mais atenção, de reconhecer uma firme e resistente amizade e não a deixar chegar a casa sem um solene e majestoso abraço. É tempo de perceber que tudo muda e, se não empunharmos o remo, o barco continuará à deriva no mar revolto. É tempo de fitarmos o futuro nos olhos e de cabeça erguida. É tempo de sentirmos com mais força, beijarmos com mais paixão! É tempo de vivermos mais!

Aqui está a prova de que há qualidade nas escolas públicas. Se não em todas, em algumas.
Parabéns Henrique.

sexta-feira, 24 de junho de 2016

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Num País Civilizado, o Ministro Era Demitido De Imediato; Em Portugal Estão Todos Entretidos Com o Futebol



De qualquer forma, o ministério fez uma reunião com todos os trabalhadores na presença da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT) e do INSA. Foram também disponibilizados postos de trabalho fora das áreas com amianto a todos os funcionários que pretendessem mudar de lugar.

Ainda há dias...
A Associação de Estudantes do Agrupamento de Escolas de Oliveira do Hospital ameaçou esta quinta-feira encerrar a escola na época de exames, se não receber antes resposta do Governo sobre a remoção de materiais com amianto.

Um ministro que se preocupa mais e mais depressa com os rapazes e raparigas que trabalham na sede do ministério do que com aqueles que estão sob a sua tutela, na maior parte menores e indefesos, não presta.



Será Que o Próximo Ano Letivo Vai Começar Em Outubro?


“Os diretores estão preocupados e ansiosos com a chegada do Calendário Escolar, porque precisam de preparar tudo e continuam sem saber quando começa o próximo ano letivo”, contou à Lusa Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP).

Os diretores das escolas portuguesas são gestores muito bons, não há dúvidas. E, um pouco como os jogadores da seleção, também não ganham jogos. Ainda não fecharam este ano letivo e já estão preocupados e ansiosos com o calendário escolar do próximo. Alguns já nem dormem só de pensar no assunto.


sábado, 18 de junho de 2016

Homenagem Aos Professores



Quase por definição, os professores indesejados são muito teimosos. E têm uma longa experiência de suportar as manipulações, as desconsiderações (materiais e simbólicas) e as mistificações da opinião pública. O que é uma chatice para quem os quer exterminar, porque a Memória resiste e, apesar do avançar da idade, a sua erosão ainda é capaz de demorar uns anos a acontecer.




Ladrões Da Escola Pública



Aqueles que observarem esta reportagem da filha da Fátima Felgueiras, não terão desculpa se faltarem à manifestação  do próximo domingo, no Porto em favor da escola privada.
Torneiras a 500 euros, candeeiros a centenas de euros e, ali ao lado escolas com larvas e a cair aos pedaços.
Fiquei aterrado com as desigualdade e injustiças que existem entre portugueses, permitidas e cometidas pelo próprio Estado. O Estado está-se marimbando para a educação.
Parecem banqueiros: não sabem, esqueceram-se, não se podem pronunciar, mas..., pois, talvez... Não vêem luxos e nenhum deles conhece os critérios para escolher as escolas da parque escolar.
A secretária de estado devia pronunciar-ser sobre este escândalo em vez de andar em guerra com as escolas privadas.
Não podemos deixar a educação nas mãos destes irresponsáveis.

sexta-feira, 17 de junho de 2016

Apesar Dos Preditores Explicativos Serem Multidemensionais, o Gajo Está a Bater Um Lero


«2. Neste nobre desafio e mandato cometido constitucionalmente à escola, é imperativo que esta se implique e mobilize na dinamização de uma consciencialização de toda a comunidade de que o sucesso escolar é possível para todos os alunos e que, para tal, se exige um compromisso e intervenção dos diferentes agentes da comunidade educativa. Todavia, é à escola, enquanto instituição especializada para a realização da função social educativa, que compete a liderança do processo curricular e pedagógico, bases primeiras da sua razão de ser e carta de compromisso, promovendo para o efeito práticas que permitam prevenir o insucesso, privilegiando a intervenção precoce, em detrimento de um enfoque em estratégias remediativas, suscitando oportunidades e respostas de formação contínua em contexto escolar, direcionada ao trabalho em sala de aula, às questões metodológico-didáticas, à pedagogia diferenciada, à avaliação para as aprendizagens, à reflexão sobre práticas locais e ao desenvolvimento de estratégias inovadoras e indutoras de mudança. Este tem de ser o foco, o campo de ação onde predominantemente nos devemos mover, o que temos de fazer muito bem e que nos distingue de outros profissionais. É esta a nossa primeira prioridade. Para os 30% de alunos que aos 6 anos e apenas três meses após o início das aulas já denotam fortes indícios de grande fragilidade nas competências da leitura que resposta pedagógico-didática tem a escola para eles, de modo a corrigir a situação e evitar que venham posteriormente a integrar as fileiras dos alunos a reter? Eis apenas uma das situações ilustrativas, denotadora de
uma fragilidade educativa que atravessa a esmagadora maioria dos Agrupamentos, e que tenho recorrentemente apresentado nos recentes encontros subregionais. E se mergulharmos intra-agrupamento, observando e esmiuçando cada uma das situações específicas das várias EB1 que o integram, seremos provavelmente surpreendidos com a disparidade das situações e a emergência de uma resposta eficaz para o problema. Apesar de os preditores explicativos serem multidimensionais e não devermos escamotear fatores extrínsecos à escola, a nossa primeira abordagem deve dirigir-se a fatores escolares intrínsecos. Somos profissionais de uma instituição educativa que disporá certamente de conhecimento sobre metodologia e didática, técnicas de pedagogia diferenciada, sendo neste campo de ação que em primeiro lugar nos devemos centrar, recorrendo se necessário ao instrumento da formação contínua em contexto escolar, direcionada e focada em abordagens e competências alternativas de ensino e aprendizagem da leitura e da escrita para perfis de alunos a que os métodos usualmente utilizados no agrupamento não têm respondido eficazmente».
Dass...

segunda-feira, 13 de junho de 2016

Cientistas Da Educação Muito Aberrantes


Até agora, as escolas com melhores resultados tinham mais apoios - os “prémios” às escolas traduziam-se em créditos horários que lhes permitiam contratar professores, psicólogos ou outros técnicos, por exemplo. O actual Governo acabou com essa medida que José A. Pacheco considera que “foi uma aberração social”.

A maior aberração é querer atirar-nos areia para os olhos com frases feitas e falsas conclusões. Vejam o que diz o diretor de um agrupamento, com maus resultados, que recebeu mais horas de créditos por reduzir o abandono escolar:

Depoimento: o que diz a escola que mais reduziu o abandono escolar?
Temos um perfil muito heterogéneo de alunos, do ponto de vista social . Em 2013, estávamos com 17,7% de taxa de abandono/risco de abandono, sobretudo no 3.º ciclo. No secundário é menor — porque temos um série de formações diferentes, que atraem os alunos, como um curso profissional de multimédia, de que eles gostam muito, onde aprendem edição, montagem, reportagem... O equipamento foi financiado pela autarquia. O que fazemos é sinalizar quem dá os primeiros sinais de abandono — faltar muito, por exemplo.Procuramos chamar as famílias e se não é possível vão os polícias da Escola Segura a casa das famílias procurar saber as razões. O que se passa, muitas vezes, nestas situações, são problemas económicos. O aluno deixa de ter dinheiro para o passe para vir para a escola, por exemplo. Um familiar ficou no desemprego... às vezes, acontece a meio do ano lectivo, pelo IRS que o aluno apresenta não está abrangido pelo apoio da acção social escolar, ou pelo escalão de que necessita. Mas somos flexíveis. O aluno passa a poder comer gratuitamente — e muitos só comem na escola. E solicitamos a ajuda da autarquia para o passe. Há uma grande colaboração com a autarquia.Depois, na escola, apostámos num conjunto de actividades, como o clube de teatro, e temos dois psicólogos. E um sistema de tutorias e de apoios. De 2012/2013 para 2013/2014 reduzimos o abandono para 5,8%. Este ano espero estar abaixo dos 5%. Recebemos créditos horários do ministério por isso. Os créditos vão para estas actividades.”
Afinal, também havia créditos horários para as escolas com elevadas taxas de abandono escolar.

domingo, 12 de junho de 2016

Bem Prega Frei Tomás


Por essa mesmíssima razão, uma secretária de Estado que tanto se bate pela escola pública não devia expor-se ao anátema do Frei Tomás. Não devia apregoar altíssimos princípios e deixar a sua prática para outros. Alexandra Leitão justifica numa entrevista à Visão a sua escolha com o desejo de garantir um “currículo internacional” às suas filhas. A inscrição na Escola Alemã garante-lhes, afirma, “uma educação com duas línguas que funcionem quase como maternas”. Se não fosse essa preocupação, “andariam obviamente numa escola pública”. O que ela nos diz com esta expectativa é que as escolas públicas não providenciam nem o ensino capaz de duas línguas nem o tal “currículo internacional”. Ou seja, quem for exigente com a educação dos filhos, trate de vida e vá para as privadas. Quem não tiver possibilidades, pois que abdique do “currículo internacional”. Com esta singela explicação, Alexandra Leitão acrescenta realismo à caricatura da esquerda caviar que adora discutir o problema dos pobrezinhos exibindo as suas boas camisas Gant em cenários de lagosta e vinhos caros
Manuel Carvalho diz tudo:
a) A escola privada tem mais qualidade que a escola pública, senão os pais não a preferiam.
b) A escola pública perde qualidade porque, entre outros motivos, os pais com posses, com conhecimentos, bem casados, enfim, de estrato social mais elevado, como por exemplo a atual secretária de estado, Alexandra Leitão, retiram os seus filhos das escolas públicas e colocam-nos nas privadas, que são as que providenciam melhor educação e ensino.
c) Dar aos portugueses a possibilidade de escolher as escola dos filhos é o mesmo que dar uma ordem de despejo às escolas comandadas pelo porta-voz da fenprof no conselho de ministros.




Alô CNE! Estamos em 2016 e não em 2011!



Se tivessem concluído que o catavento ministerial desviou os professores da sua missão quando acabou com os exames a meio do ano e impôs provas e, mais tarde, nem uma coisa nem outra, ainda percebia.
Se tivessem concluído que os professores dos colégios privados são desviados da sua missão porque não dormem de noite só de pensar que os comunistas, bloquistas e chuchalistas lhes querem tirar o emprego, compreenderia. 
Se concluíssem que o programa de promoção do sucesso escolar é um flop educativo, que dará muita massa às católicas e a outras entidades formadores de professores, especializadas em planos estratégicos para encher chouriças, que massacra professores com tretas de há 20 anos, que os desmotiva, desgasta e põe os nervos em franja, percebia-se.
Agora, na era das novas tecnologias, concluir que os professores têm de continuar a reunir e de preencher coisas eletrónicas que antes preenchiam em papel, só em trabalhinhos das novas oportunidades.


domingo, 5 de junho de 2016

A Escola Privada é Apenas Para Os Ricos e Para Os Servidores do Estado Com Bons Contactos


Casada desde 1998 com o colega de curso João Miranda, filho do constitucionalista Jorge Miranda, tem duas filhas, uma de 14 e outra prestes a fazer 11, que frequentam o Colégio AlemãoPor opção por um currículo internacional


Mais uma política decepcionante que faz o discurso da escola pública e tem as filhas num dos melhores colégios do país, privado. Porque pode pagar. A desculpa do "currículo internacional" ainda a enterra mais. Espero que no dia 18 o Mário explique aos manifestantes porque a apoia. Deve estar a pensar colocar os netos no luso-francês...
Uma vergonha.

Pró-Inclusão Conforme Os Desígnios do Estado


Antes de mais, e seguindo o exemplo acima da competição entre países, se criarmos escolas frequentadas por alunos que se prevê terem um desempenho académico alto, isso terá uma grande repercussão nas escolas da região: por um lado algumas escolas ficarão privadas de ter bons alunos e por outro lado a concentração de alunos com mau aproveitamento escolar levará a que o fosso entre boas e más escolas se aprofunde. Ora não é isso que se pretende: precisamos que todas as escolas possam dispôr de uma gama diversificada de alunos para permitir interações de relação e de conhecimento que sejam positivas para todos os alunos.

O professor David Rodrigues já não me surpreende com o costumeiro discurso redondinho, prenhe de senso comum e vazio de qualquer ideia galvanizadora ou que coloque o CIDADÃO no centro das políticas públicas.
Este pedaço do texto que escreveu no PÚBLICO é sintomático da doutrina que as esquerdas nos andam a vender.  
Na cabecinha do professor David, o Estado cria escolas e, para garantir uma certa uniformidade nacional, os alunos são distribuídos, quais ovelhas, por essas escolas estatais de tal forma que o número de bons e maus alunos em cada uma delas seja mais ou menos equilibrado.
Caso os bons alunos de uma determinada área onde existem várias escolas, pretendam todos a mesma escola, o Estado deve interpor-se e forçar a uma distribuição que diminua o fosso entre boas e más escolas. Como?
Distribuindo os alunos por todos as escolas de uma região, de forma a que os bons ou os maus não fiquem todos na mesma escola.
Uma espécie de Estado-providência das escolas. Não dos cidadãos ou dos alunos em particular.
Um Estado preocupado com as suas escolas, com os seus tribunais, com os seus balcões de serviços, com a sua máquina burocrática, com as suas empresas...
O cidadão que se dane.

E os anseios, as vontades e os quereres dos alunos e dos pais, Senhor?
Ah! Quanto às vontades, à felicidade e ao interesse dos alunos e dos pais, o Estado...
Dass. 
Já não posso com estas lesmas que colocam o povo ao serviço do Estado, a trabalhar para o Estado, a ter a felicidade que o Estado considera justa, a frequentar e a usufruir dos serviços que o Estado acha melhor, enfim, daqui a nada, a foder com quem o todopoderosoEstado achar adequado.
Ide cagar longe.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Onde Está o Mentiroso?


A Comissão Europeia admite que o Banif podia ter continuado em reestruturação em 2016 desde que houvesse um plano viável, em vez da resolução que foi decidida, referindo que essa decisão coube às autoridades portuguesas

Afinal, porque tivemos de pagar um banco falido tão caro? À pressa num domingo?
Perguntem ao Costa.

Decadência


Quando se permite que se retire às famílias a possibilidade que tinham de escolher o melhor para os seus filhos é porque deixamos de acreditar ou não temos força. É sinal que, apesar de sermos um concelho empreendedor, na educação desistimos das pessoas e do futuro porque deixamos que levassem a nossa liberdade. A isto, chama-se decadência

Bonito e pungente testemunho de um aluno à sua escola que querem encerrar. 


quinta-feira, 2 de junho de 2016

Escova a Todo o Transe



Este ministro da Educação, já criticado por mim em diversas ocasiões, resolveu não assinar de cruz e enfrentar o problema de forma decidida. Fez um estudo para perceber onde seria (des)necessário manter as turmas dos colégios com contratos de associação, evitando duplicação de gastos. Depois, anunciou os nomes das instituições que deixaria de financiar em início de ciclo (5.º, 7.º e 10.º anos), preocupando-se em proteger as turmas em continuidade de ciclo
Puxar o lustro:
     Ministro decidido
     Ministro estudioso
     Ministro poupado
     Ministro protetor

Por-se em bicos de pés:

Tss, tss, mas eu ainda sou melhor, ó pra mim, até já o critiquei em várias ocasiões.



"Escolas Para Todos"

burro-y-asno-imagen-animada-0051
1) Estas são algumas das melhores escolas da rede pública. Quais são os critérios para um aluno se matricular aí?

  • Escola Básica e Secundária Clara de Resende
  • Escola Secundária do Restelo
  • Escola EBS D. Filipa de Lencastre
  • Escola Básica Vasco da Gama
  • Escola Básica de Cadilhe
  • Escola Secundária de José Gomes Ferreira

2) Estas são algumas das piores escolas da rede pública. Quais são os critérios para um aluno se matricular aí?

  • Escola Básica da Cova da Moura, Amadora
  • Escola Básica da Apelação, Loures
  • Escola Secundária Fonseca Benevides
  • Escola Secundária de Valbom
3)  Quais as possibilidades de conseguir  a transferência de um aluno de uma escola do segundo grupo para o primeiro?
4) Os artistas, intelectuais, políticos, jornalistas… que dizem defender a escola pública, promotora da igualdade, têm os seus filhos na escola pública? Se sim do primeiro ou do segundo grupo? 
5) Para quando uma petição a defender o fim da blindagem das matrículas nas escolas mais exclusivas do país – as escolas públicas que estão no topo dos rankings?  Podem por exemplo propor coisas que certamente agradarão aos defensores da igualdade como:troque o lugar do seu filho na turma dos filhos dos professores por lugar na turma dos problemáticos; troque o lugar do seu neto na Secundária do Restelo pela Secundária da Damaia…Helena Matos 


"Socialismo Significa Apenas Inveja Do Dinheiro Alheio"

burro-y-asno-imagen-animada-0023

O maior escritor português da atualidade escreveu um textozinho, muito simples, no PÚBLICO
Tentava José Rodrigues dos Santos explicar a outros escritores, extremamente eruditos e com uma cultura geral e um saber da história acima da média, aquilo que os portugueses comuns bem percebem ao ler as suas obras: o fascismo tem as suas raízes no marxismo.
Perda de tempo.
Percebe-se porque não vendem um centésimo do JRS: sabem muito, leram muito, escrevem muito, são autênticas enciclopédias vivas mas, perante a realidade pura e simples, ficam sempre a passar na mesma faixa até riscar o disco.



Tetas


O Ministério da Educação nomeou sem concurso público Vítor Pataco para a vice-presidência do Instituto Português do Desporto e da Juventude (IPDJ). Ao contrário do que a lei prevê, a escolha do dirigente não foi submetida à apreciação da Comissão de Recrutamento e Selecção para a Administração Pública (CReSAP), entrando directamente em regime de substituição