sexta-feira, 31 de outubro de 2014

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Alguém Viu o Portas



A bater com a mão no peito enquanto fala na honra nacional e no país dos homens que deram mundos ao mundo?
A reclamar a cabeça dos responsáveis?
A reclamar medidas de exceção?
Em cima de uma carro-de-bois.
Não. Portas desapareceu em combate porque um dos seus rapazes criou uma confusão monumental


segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Para o Caso De Não Terem Reparado, Estou Aqui.


Pensando bem, não se vê ninguém fora da política, sei lá, um stôr, especialista a fazer consensos, a dialogar bem com os diretores, com os professores e com os pais, enfim com todos os bichos da terra, e que esteja, neste preciso momento, no terreno, nas rádios, nas televisões, nos jornais, no seu gabinete a dirigir o agrupamento e numa qualquer associação a fazer de presidente?

Na verdade, ainda não percebo, stôr Filinto, como se foi lembrar vosselência, de um perfil assim para Secretário D' Estado.

sábado, 18 de outubro de 2014

Saiu o Grancho e Começaram Logo a Falar De Ti, Joãozinho




Ovelhas Não São Pra Mato



Já percebeste, João, que te fizeram a cama. Vieste lá de cima, pensando que o prado era fresco e suave. Afinal, era mato.
Não te adianta chorar sobre o leite derramado, nem dizeres para ti próprio ai, se fosse agora..
O passo a dar é procurar os tratantes.
Começa por responder a estas perguntas simplesinhas:
a) De quem é a responsabilidade direta pela tragédia que se verifica com a colocação de professores e que está a dar cabo do M.E.C. e a enfraquecer o governo de dia para dia?
b) Quem deu a cara por essa tragédia e cobriu o responsável?
c) Até ontem, quem (do M.E.C.) é que tinha a imagem totalmente queimada?
d) Até ontem quem é que tinha a melhor imagem em todo o M.E.C.?
Verás que encontras a víbora.
Quanto ao resto, o copianço não é uma atitude correta, nem deontológica, nem profissional, nem  moral, nem eticamente. Nem próprias de um docente.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Obviamente,a Trapalhada Com a Colocação Dos Professores Favorece o Partido Chuchalista

Portantos...
Pois, bem me parecia.
 
O partido chuchalista colocou na IGE um dos seus inúmeros boys que perderam as eleições para diretor nos respetivos agrupamentos .
Depois, abriram uma nesga para que o dotor Mário Pereira ficasse a dirigir (não é piada) a DGAE. Foram corridos os chuchalistas e o dotor Mário ficou. Fez-se de morto até reconhecer o seu velho amigo do tempo em que frequentavam juntos ações de formação sobre avaliação de professores, o nosso conhecido casanovalameida.
Dois especialistas em avaliação de desempenho docente juntaram os seus interesses: o primeiro queria manter o tacho, o segundo - que não sabia distinguir avaliado de avaliador - queria encostar-se a alguém que estava dentro da máquina.
Durante três anos a coisa correu mal ao país e à educação, mas bem aos dois.
Nos entretantos, em chegando ao último ano de mandato do ppdcds, os chuchalistas começaram a cobrar ao dotor Mário:  
- tens de arranjar uma trapalhada qualquer para criar uma confusão capaz de limpar a sujidade que ainda cobre os chuchalistas.
O dotor puxa, puxa e torna a puxar pela tola até que brota a fedentinosa ideia bolsista. 
dotor Mário, mansinho, bufa no ouvido do casanovalmeida: senhor doutor, devíamos criar uma bolsa de contratação em cada grupo e agrupamento para facilitar o processo de colocação de professores nas escolas TEIP.
Crie Mário, crie, terá dito o baixote.
O dotor Mário, solícito, tirou uma pedrinha daqui, deixou uma porta aberta ali e surgiram os erros: um aqui, outro ali, dois, três... um vendaval de asneiras que vai ajudar a mandar o Passos para fora da carroça.
E a entrar o partido chuchalista, pois.


Reitor

Assenta Aí, Passos: Os Dois Peiditos Largadas Pelo Casanova São Factos Políticos e Não Administrativos



Reitor

domingo, 12 de outubro de 2014

Atitude Inteligente De Nuno Crato



Já se percebeu há muito, Nuno, que o rapaz que te costuma acompanhar fez m* e agora desapareceu. Está debaixo de um daqueles chapéus de lavrador da aristocracia.
Tens de limpar tu. 

Reitor

Quer Dizer, Professor Arlindo, Que Estão a Ser Imputadas Responsabilidades Pela Falta De Professores Apenas Ao M.E.C. , Mas Que Há Agrupamentos Que Também As Têm. É Isso?


Os 16 agrupamentos que não chegaram a abrir concurso da BCE são os seguintes:

170148 – Agrupamento de Escolas do Barreiro
170367 – Agrupamento de Escolas de Coruche
145567 – Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa
151038 – Agrupamento de Escolas D. Afonso Henriques, Guimarães
160805 – Agrupamento de Escolas José Silvestre Ribeiro, Idanha-a-Nova
171773 – Agrupamento de Escolas de Benfica, Lisboa
145142 – Agrupamento de Escolas de Almancil, Loulé
171116 – Agrupamento de Escolas de Camarate – D. Nuno Álvares Pereira, Loures
160209 – Agrupamento de Escolas de Mira
03234 – Escola Secundária da Baixa da Banheira, Vale da Amoreira, Moita
160568 – Agrupamento de Escolas de Oliveira do Bairro
135653 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Ponte de Sôr
152213 – Agrupamento de Escolas Leonardo Coimbra-Filho, Porto
172388 – Agrupamento de Escolas Boa Água, Sesimbra
170800 – Agrupamento de Escolas de Vialonga, Vila Franca de Xira
150885 – Agrupamento de Escolas de Moure e Ribeira de Neiva, Vila Verde

Lista dos agrupamentos que não abriram ofertas para todos os grupos:

151725 – Agrupamento de Escolas de Real, Braga
152018 – Agrupamento de Escolas de São Pedro da Cova, Gondomar
402011 – Escola Secundária João Gonçalves Zarco, Matosinhos
151208 – Agrupamento de Escolas de Freixo de Espada à Cinta
404299 – Escola Profissional de Agricultura e Desenvolvimento Rural de Vagos
170227 – Agrupamento de Escolas do Monte da Caparica, Almada
172327 – Agrupamento de Escolas Carlos Gargaté, Charneca da Caparica, Almada
171402 – Agrupamento de Escolas do Bairro Padre Cruz, Lisboa
171360 – Agrupamento de Escolas Marquesa de Alorna, Lisboa
171736 – Agrupamento de Escolas do Alto do Lumiar, Lisboa
172315 – Agrupamento de Escolas D. Filipa de Lencastre, Lisboa
172108 – Agrupamento de Escolas da Apelação, Loures
404019 – Escola Profissional Agrícola D. Dinis – Paiã, Odivelas
171888 – Agrupamento de Escolas Professor Agostinho da Silva, Sintra
400221 – Escola Secundária Gago Coutinho, Alverca do Ribatejo, Vila Franca de Xira
135185 – Agrupamento de Escolas de Alter do Chão
135495 – Agrupamento de Escolas de Gavião
135290 – Agrupamento de Escolas de Monforte
135021 – Agrupamento de Escolas n.º 1 de Beja
145130 – Agrupamento de Escolas Rio Arade, Lagoa
145440 – Agrupamento de Escolas Padre João Coelho Cabanita, Loulé


Reitor

Aponte Aí, Sr. Passos Coelho: A Criação Da BCE Foi Um Erro Político e Não Administrativo




César Paulo coloca o dedo na ferida, explica-nos com muita clareza porque é que este concurso é o pior de todos e aponta ao João Casanova Almeida. Foi este rapaz do CDS que inventou a bolsa, é ele que não deixa publicar as listas de colocação, foi ele que apadrinhou critérios ilegais, foi ele que criou este monstro que atrasa as colocações dos professores e que favorece que cada um deles concorra a 304 escolas.


Reitor 

sábado, 11 de outubro de 2014

Não Há Dúvida Que É Fino... De Espírito. Pena Que Os Alicerces Não Suportem Tamanha Construção


O professor Paulo Guinote desenvolve neste excelente poste duas teorias simples e muito fortes:
Numa defende que a trapalhada nos concursos se deve à sua crescente atomização regional e local.
Noutra defende que a crescente atomização dos concursos de professores serve o propósito político de enfraquecimento da FENPROF.
Duas teorias bem construídas, não há dúvida.
Pena é que os factos mostrem que estão ambas erradas.
Desde logo, porque não houve este ano nenhuma atomização regional ou local dos concursos. Houve sim uma recentralização de concursos que há vários anos estavam fora do alcance do MEC porque estavam nas mãos dos agrupamentos. Todos se lembram das polémicas com os concursos de escola do tempo do zésucatas. Dos critérios de favor das acusações de amiguismo que impendiam sobre os diretores, etc.
Este MEC começou por acabar com a contratação efetuada livremente pelas escolas, introduzindo um "parâmetro nacional" nos concursos das escolas: 50% da ordenação apurava-se pela classificação profissional e os restantes 50% (que agora se viu que eram mais do que 50...) pelos critérios de cada escola, aplicados a tranches de candidatos. Na opinião do MEC!? este método dava muito trabalho e atrasava as colocação dos professores nos agrupamentos.
Este ano, o MEC centralizou tudo: os professores candidatavam-se numa plataforma nacional às bolsas das escolas que nem sequer conheciam. É este concurso nacional de bolsa de contratação que está concetualmente errado e não qualquer concurso local.
Mas também há erros - e o Paulo esquece-se deles - no chamado concurso nacional das necessidades transitórias. O tal que é nacional e em que foram colocados vários professores no mesmo horário e outros saíram do concurso sem que existisse horário. Como se o MEC tivesse interesse em reduzir a zero os horários zero.
 
Portanto, professor Paulo, estes concursos foram os mais "centralizados" após o consulado rodriguista.
Nunca a FENPROF, desde Mariluzrodrigues esteve tão visível mediaticamente nem tão forte sindicalmente. Pergunte ao Professor Mário que ele confirma.


Reitor

Uma Proposta Desmiolada



Concursos? Para quê? Para continuar a dança de cadeiras de professores?
Para perder tempo, vamos à praia.
Os professores deviam ser colocados nos agrupamentos pela idade e mai nada. A começar pelos mais velhos, obviamente.


Reitor

Tss. Tss. Dr. Passos Cá Está Um Erro Político e Não Administrativo



Esta dança de cadeiras é um erro político de palmatória. De duas uma: ou o concurso é centralizado e não é possível o mesmo docente ficar colocado em mais de um horário, ou o concurso é feito agrupamento a agrupamento e os docentes podem optar pelo horário que mais lhe interessa.O que o M.E.C. não pode querer é sol na eira (não desagradar aos sindicatos) e chuva no nabal (ter os professores nas escolas)
Reitor

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

Erros Administrativos e Não Políticos, Diz Passos

O Conselho das Escolas, as Escolas e Agrupamentos de Escolas não se revêm numa Administração Educativa que as sufoca com burocracia, que toma para si as poucas competências que aquelas detêm e que, ao invés de assumir as responsabilidades dos seus próprios erros, transfere sem qualquer pudor o ónus dessas responsabilidades para as Escolas e os Diretores

O Conselho de Escolas aponta - com uma secura que mete dó - vários erros políticos da responsabilidade do M.E.C.
A administração pública, na qual se inclui a educativa não se move por impulso administrativo, mas sim político e a acusação que encima estas linhas não se dirige a outros que não os políticos.


Reitor

Joãozinho! Olha Lá, Há Uma Diferença Substancial Entre Os Teus Números e Os Da CM Matosinhos


Em Matosinhos, por exemplo, segundo dados da Câmara Municipal, continuam a faltar cerca de uma centena de docentes

Andas a falar num erro de 150 professores em falta. Como os governantes, por definição servidores do povo, não são mentirosos, deves ter-te enganado. Outra vez.


Reitor

quarta-feira, 8 de outubro de 2014

segunda-feira, 6 de outubro de 2014

Sr. Ministro. Importa-se De Nos Dizer (please, please) Se a Borrada Que Fizemos é Legítima? Obrigado, Sr. Ministro.


Depois de uma curta temporada nas minhas vinhas de Châtelet-en-Brie, eis que poisei em Lisboa e, já no Tavares, estive a ver as novidades dos últimos dias. Percebi logo que o Crato está a um passo da porta enquanto o Casanova está a fazer de morto.
Depois fui dar uma voltinha ao sapo notícias e percebi que tudo estava na mesma nesta pasmaceira:
A Associação de Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas pediu esta segunda-feira ao Ministério da Educação para esclarecer se os directores das escolas agiram com legitimidade ao anularem as colocações de professores do concurso da bolsa de contratação
Não lamentes, Alcino, o teu estado,
Corno tem sido muita gente boa;
Corníssimos fidalgos tem Lisboa,
Milhões de vezes cornos têm reinado.


Reitor

sexta-feira, 3 de outubro de 2014