domingo, 28 de setembro de 2014

Lendo-te, Arlindo, Os Professores Ficam Com Saudades Da Lucidez e Clarividência Dos Stôr Mário Pereira e o Ingº João Góis


Se querem uma dor de cabeça, não há melhor que ler o blogue do stôr Arlindo.
Para ver se se safa na avaliação curricular, está há dias a tentar influenciar os cegos da DGAE. Quem tem olho é rei, pensará este quasiprofessor.
Obnubilado por interesse em causa própria, lançou a confusão com a fórmula a considerar na graduação dos candidatos da BCE. E chegou ao cúmulo de inventar uma fórmula que padecia exatamente do mesmo mal que aquela que obrigou Crato a pedir desculpa ao povo.
E as coisas são simples.
As duas componentes a considerar para seleção dos candidatos são a:
- Graduação profissional (GP)
- Avaliação curricular (AC)
 
Se a GP vale 50% da seleção, obviamente a AC valerá os outros 50%, certo Arlindo?
A escala da GP,  inicia-se em 10 e tem limite superior variável.
A escala da AC, inicia-se em 0 e termina em 100%
Para não ter de pedir desculpas outras vez, Crato terá de converter as duas escalas numa escala de 0 a 20 valores. É o que fará.
Claro que, independentemente da escala utilizada em cada componente, os candidatos que não obtenham, pelos menos, 9,5 valores na AC (na GP não é possível obter menos de 10 valores,  uma vez que os professores têm no mínimo 10 valores de nota de conclusão de curso) ficam excluídos, ou seja, são afastados da BCE da escola onde isso se verifique.
And so what?
 
 
Reitor
 



Atão, Há Eleições Partidárias Em Edifícios Públicos?


Vários apoiantes dos dois candidatos às primárias no Partido Socialista - António José Seguro e António Costa - envolveram-se numa cena de violenta pancadaria na Escola Básica 2+3 de André Soares, uma das maiores secções de voto do país.



Nesta notícia do JN, o que de facto é chocante não é, obviamente, os chuchalistas terem andado à pancada. O que é chocante é vivermos num país em que os bens públicos estão ao serviço de partidos políticos.
O que  é verdadeiramente indecoroso é associar-se uma escola a uma eleição partidária. E permitir que os partidos políticos utilizem aquilo que nenhuma outra organização poderia utilizar, pelo menos gratuitamente.
 
 
Reitor

Pega Que é Ladrão


Orçamento para apoiar 47 deputados da Madeira é de 4,88 milhões de euros. Em Lisboa, com 230 deputados, o valor é cinco vezes inferior




Reitor

sábado, 27 de setembro de 2014

Movimento de Apoio "Arlindo a Diretor Geral"

 
Há muitos professores desempregados no país. Infelizmente.
 
Há professores com enorme jeito para gerir as coisas da educação.
 
Alguns até com mais jeito do que para lecionar.
 
O Arlindo é um deles. Renomado especialista em estatísticas da educação afirma que:

Um Ministro Absolutamente Incompetente Que Coloca Os Interesses Dos Professores à Frente dos Interesses Dos Alunos




Só governantes incompetentes, cegos e inimputáveis podem governar o país desta forma. E lançar um comunicado destes na página oficial do MEC.
Notem bem, portugueses, o MEC colocou professores em mais de 800 agrupamentos de escolas, em todo o país, nos primeiros dias de setembro. Esses professores estão a dar aulas, já conhecem os seus alunos e muitos dos respetivos pais. Algumas centenas são professores de português e matemática, disciplinas que têm exame nacional.
Quase todos agendaram já provas de avaliação e, no início de outubro, podem optar por ficar nos agrupamentos em que se encontram ou, pura e simplesmente, abandonar os alunos e irem trabalhar para agrupamento diferente.

Neste país, os alunos não interessam, nem optam.
 
Quem é defendido pelo Estado e opta são os professores.
 
Os filhos destes "governantes" frequentam colégios privados, naturalmente.


Reitor

Ganda Traque, Stôr Filinto.

As escolas públicas portuguesas não pararam este ano, a exemplo dos anteriores, mas por motivos que não o da ocupação dos nossos jovens, por exemplo. Pelo menos, as direções executivas não tiveram descanso, pois raro foi o dia de julho e agosto em que não chegou legislação ou indicações para enviar dados ou preencher plataformas… Julgo que é possível encerrar as escolas na 2.ª quinzena de agosto, hipótese plausível se houver planeamento estratégico da parte de quem nos dirige, em consonância e diálogo com quem as lidera. Não tenho dúvidas de que esta solução agradaria não só às escolas, mas também àqueles que trabalham nos serviços centrais do Ministério da Educação e Ciência e à própria equipa ministerial que, assim, evitaria ser notícia por maus motivos


Com que então, professor doutor Filinto,
As escolas não pararam
As direções executivas não tiveram descanso
é preciso planeamento estratégico em consonância e diálogo

Vexa. parece o meu netinho de cinco anos a escrever uma redação sobre o verão.

Reitor

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Cagando Estava a Dama Mais Formosa / E Nunca Se Viu Cu De Tanta Alvura...

 

Pois, dabid, tu sabes mas num dizes.


 Reitor

Só Não Te Chamo Mentiroso Porque, Em Boa Verdade, Não Sabes o Que Dizes.


Nem sabes qual foi a incorreção detetada. Aliás, os jornais já nos deram conta de várias "incorreções".
Quem é que vos vai dar a "informação detalha"? Os mesmos que vos colocaram neste situação?
O problema João "Incompetente" Casanova é que não sabes do que falas.
E, por não saberes do que falas, não vais resolver o problema já.
Reitor

segunda-feira, 22 de setembro de 2014

O Estado Do Conselho Nacional Da Educação


"A situação descrita por estes gráficos sugere práticas de avaliação interna que merecem uma atenção redobrada: umas por claramente inflacionarem as classificações dos seus alunos, outras, pelo contrário, por prejudicarem os alunos com uma suposta e injustificada exigência avaliativa.
No caso do Ensino Secundário a injustiça resultante da falta de rigor nas classificações internas torna-se mais evidente face à perspetiva de ingresso no Ensino Superior. O problema não seria grave caso estivéssemos perante situações excecionais. Porém, são identificáveis escolas que de forma reiterada inflacionam as classificações dos seus alunos, o que se torna mais evidente nas classificações internas do Ensino Secundário", "O Estado da Educação", CNE, p.304
Os doutores que realizaram este relatório do CNE chegaram a conclusões interessantes, do ponto de vista de uma conversa de café, bem entendido.
Vamos por partes.
1 - Os doutores analisaram as classificações internas e externas e conseguiram, certamente através de perceção extrassensorial, ficar sugestionados sobre as práticas de avaliação interna. Ou sejam, analisaram números e viram práticas de avaliação.
2 - Dizem os senhores doutores que há escolas que prejudicam os seus alunos por serem exigentes com eles. No relatório não sobrou uma única página para que os estudiosos explicassem ao povo quais as escolas que prejudicam os alunos, qual a dimensão desse prejuízo, quando - em que momentos - e como exatamente os prejudicaram.
3 - Afirmam os mesmos que, no ensino secundário há injustiça por causa da falta de rigor nas classificações internas. Mais uma vez, num estudo que nos custou os olhos da cara, deveria ficar-se a saber, exatamente, que injustiça é essa e que "falta de rigor" foi verificada.
4 - "São identificáveis escolas que de forma reiterada inflacionam as classificações dos seus alunos". Vá lá que não identificam essas escolas (não havia mais páginas no relatório) porque se identificassem haveria matéria para investigação do MP.
 Mas,esta última conclusão, expelida entre duas bejecas, suscita-me duas questões para as quais os doutos estudiosos não se lembraram de deixar resposta:
 
A) Porque é que o problema está nas classificações internas e não nas externas?
 
B) Porque é que a avaliação interna há de corresponder mimeticamente à externa? Não são elas completamente diferentes entre si?

C) Qual é, afinal, o intervalo  de diferença entre a classificação interna e externa, admissível para o CNE e a partir do qual se considera haver inflação de classificações?

Não sabem, pois não! Ide trabalhar malandros.

Reitor 

sábado, 20 de setembro de 2014

A Fileira Da Incompetência




Nuno Crato pediu desculpas e demitiu o servente
O país não pode ficar sossegado porque já se percebeu que Crato - que se mantém ceguinho sobre o funcionamento do sistema educativo - chegou até aqui apoiado num secretáriodeestadocasanova incompetente, que por apenas saber abrir e fechar portas, se socorreu de funcionários, também eles de duvidosa competência, sem currículo que se visse, assessorado por conselheiros cujo mérito é estarem muito habituados a entrar e a sair das portas envidraçadas da 5 de outubro.
Diz o EXPRESSO que, em 2012, o MEC chegou a anular alguns concursos de oferta de escola e que, este ano, Crato na tentativa de evitar discricionariedades fixou 150 critério e... teve de os anular todos.
Portanto, Crato ainda não percebeu a dimensão da trapalhada dos concursos, nem percebeu que os seus problemas não têm solução com ele lá, Simplesmente, porque:
- pensa que o único problema é a fórmula matemática
- verdadeiramente, não sabe exactamente quais são os problemas com os concursos de professores
- não atinge as causas que lhes deram origem
- não encontrará soluções para problemas que não conhece
E não está sozinho nesta deriva . Acompanham-nos respeitáveis professores e diretores numa espécie de Back to Basics. O melhor mesmo é partir do zero e haver apenas um critério de graduação: a classificação do curso, ou a altura, ou a idade ou a medida do peito. Todos eles da mesma categoria e nenhum melhor que outro.

Agora prepara-se para substituir o servente demitido por um verdadeiro gestor da educação. A Educação vai de mal a pior.

Porque não pergunta Crato à Marilú Rodrigues como se faz?


Reitor



quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Olá Joãozinho. Que Fazias Tu Atrás Do Mário? Escondias-te... Vá Lá, Chega-te Prá Frente



Obviamente, a demissão de Mário Pereira não chega para cobrir nem um décimo dos prejuízos, inclusive financeiros, causados ao país com esta trapalhada das colocações dos professores.
Mário Pereira dependia deste boy do CDS.
É preciso haver a demissão de, pelo menos, um dos políticos responsáveis pelo MEC para que se possa dizer que alguém assumiu a responsabilidade pela monumental asneira.
Este que está na foto com uma boquinhacuderola, tem de ser demitido. Os graves erros nos concursos são da sua responsabilidade política, e não da responsabilidade política do Crato ou de Mário Pereira.
Foi este quem inventou a tese de que o grande objetivo do MEC era a colocação de todos os professores com horário zero e que deu origem às duplicações de professores denunciadas pela FENPROF - para atingir esse objetivo.
Foi este manga d'alpaca que suportou toda a política de gestão de pessoal docente do MEC - e a maior parte da política do MEC - na equipa da DGAE.
Demita-se. 
 
Reitor

Olá Joãozinho. Que Fazias Tu Atrás Do Mário? Escondias-te... Vá Lá, Chega-te Prá Frente



Obviamente, a demissão de Mário Pereira não chega para cobrir nem um décimo dos prejuízos, inclusive financeiros, causados ao país com esta trapalhada das colocações dos professores.
Mário Pereira dependia deste boy do CDS.
É preciso haver a demissão de, pelo menos, um dos políticos responsáveis pelo MEC para que se possa dizer que alguém assumiu a responsabilidade pela monumental asneira.
Este que está na foto com uma boquinhacuderola, tem de ser demitido. Os graves erros nos concursos são da sua responsabilidade política, e não da responsabilidade política do Crato ou de Mário Pereira.
Foi este quem inventou a tese de que o grande objetivo do MEC era a colocação de todos os professores com horário zero e que deu origem às duplicações de professores denunciadas pela FENPROF - para atingir esse objetivo.
Foi este manga d'alpaca que suportou toda a política de gestão de pessoal docente do MEC - e a maior parte da política do MEC - na equipa da DGAE.
Demita-se. 
 
Reitor

Ajoelhou, Rezou.

Filinto Lima, O vice-presidente da Associação Nacional dos Directores de Agrupamentos e Escolas Públicas (ANDAEP), disse-se “muito satisfeito com a atitude” de Nuno Crato

Filinto de calças na mão a dar esmolas a Deus e ao diabo.
Ontem, deixou os outros diretores sozinhos a darem o corpo ao manifesto. Hoje, depois do Crato pedir desculpa, bate palmas. Esteve ontem com o Crato e está hoje com o Crato.. E amanhã também estará.
O doutor Filinto é dos que vai à romaria de S. João d' Arga, lá para cima, perto de Viana do Castelo. Dá sempre duas esmolas: uma ao santo e outra ao diabo. Não acaba o dia sem dançar um vira.


Reitor

Algo Me Diz, Rapazes, Que Ides Sair Chamuscados Da Contenda


Directores: posição da administração educativa é "deplorável", "vergonhosa" e "inadmissível


Desde logo, porque estão a usar balas de borracha para atingir mosquitos. Vão saltar e podem atingir-vos.
Bolinhas de papel eram suficientes.
Depois, porque já foram desmentidos pelo Adelino que veio dizer que sim, senhor, ele próprio cometeu erros.
Acresce que, havendo ricochete, nenhum diretor vai sair a terreiro para se juntar a vós.
Olhem para o Filinto, que deve ter o rabo bem preso e já se pôs ao fresco.

O professor Arlindo quer que vocês provem publicamente a vossa inocência. Qualquer dia, alguém se vai lembrar de exigir a este porta voz do MEC para provar que não é nabo.
Portantos, preparai-vos...

Já quanto aos graves prejuízos que este Governo está a causar ao erário público, colocando  nas escolas professores em duplicado, pagamos todos nós porque não vão ser apuradas responsabilidades. 

Reitor

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Estes Pensam Que Ensinam o Padre Nosso Ao Vigário

Sindicatos levarão à reunião com a DGAE casos concretos de erros e ilegalidades cometidos no concurso para que sejam devidamente corrigidos
Como se a DGAE não soubesse....

Reitor

Antone "Burrinho" Pinto, Himself

Marinho Pinto. "Salário de 4.800 euros não permite padrões de vida muito elevados em Lisboa"


Reitor

A Verdade Nua e Crua


Nas redes sociais, surgiu uma comparação que está a gerar polémica. O número de alunos que se candidataram ao ensino superior, 42 mil, corresponde a menos de metade das inscrições no programa da TVI.



Reitor

Não é Por Todos Apontarem Ao Crato Que a Culpa é Apenas Dele. Diz O Lino, No Respeito Pela Verdade,





Reitor

domingo, 14 de setembro de 2014

Isto Não Pode Ser Verdade

O que a ANVPC pede agora ao Ministério da Educação, pode ler-se num comunicado enviado às redações, é que torne públicos os “subcritérios de seleção especificamente associados a cada escola TEIP e com contrato de autonomia”, uma vez que os docentes não tinham forma de saber a que escola reportava cada subcritério, bem como “as cotações associadas a cada item de resposta” e “a cotação final, total, de cada subcritério, por candidato, por escola e por grupo de recrutamento”.


Deve haver erro da ANPVC ou gralha jornalística: não é possível uma seleção com base num concurso estruturado em critérios de seleção e cotações para cada um deles, os quais não são do conhecimento prévio dos candidatos.
Seria mau de mais para ser verdade, embora o Google não devolva nem critérios nem cotações.


Reitor




quinta-feira, 11 de setembro de 2014

É Precisamente Por Isso Que Deves Ser Demitido. Já!

 
Um Ministro da Educação  e Ciência que afirma, satisfeito, que o seu objetivo é reduzir a zero o número de horários zero (professores que não têm alunos), só tem um caminho: rua.
Pode ser que, sendo demitido, perceba, finalmente, que o seu objetivo não é - não pode ser - procurar alunos para os professores que, por incompetência e desprezo pelos bens públicos, sucessivos governantes, admitiram  na função pública, mas sim procurar, por todos os meios legais, que todos os alunos tenham professor no primeiro dia de aulas.


Reitor

sábado, 6 de setembro de 2014

Parabéns, Lino. Descobriste a Pólvora




Se o país tivesse governantes conscientes como os professores do agrupamento de Carcavelos nunca teríamos de pagar 4.000.000,00 de euros para ter os alunos em contentores. Nem teríamos um décimo das reprovações nas escolas públicas.
Olhai para o exemplo do stôr Lino. Até arranjou uma solução para o caso de ter algum professor inconsciente: só por unanimidade é que o aluno reprova.

Força Lino. Tu e a tua irreverência são uma luz ao fundo do tonel em que nos meteu o Crato.
Os olhos dos teus professores são como leds neste breu educativo que cobre o país.

Aleluia!

Reitor

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Oito Tesourinhos Contratuais Validados Pela DGAE

Subcritérios para contratação de professores?! que respeitam uma lógica de favor: 
  • Treinador de Desporto (Equitação)  
  • Licenciatura em Medicina Veterinária e acreditação como veterinário de tratamento pela Federação Equestre Internacional. 
  • Número de anos de experiência profissional, na lecionação do curso, com protocolo com a ATEC.
  • Experiência profissional em gestão de empresas de organização de eventos

Subcritérios para contratação de professores?! que atestam uma tradicional inépcia: 

  • Experiência profissional em gestão de empresas de organização de eventos
  • Qual o tempo de serviço, contabilizado em dias, de experiência comprovada e continuada em trabalho envolvendo a autoplanificação por parte dos alunos?
  • Habilitações académicas para o grupo de recrutamento a que concorre
  • Num dos três últimos anos foi promotor de alguma atividade que promovesse a relação escola família?

E entregamos nós os nossos filhos e netos às escolas públicas. Para serem educados por professores recrutados por terem experiência na realização de eventos!!!


Reitor

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

A Incompetência e a Irresponsabildiade Em Todo o Seu Explendor

Clique na imagem para ver melhor
Lembram-se de quando a contratação de escola era um processo sem princípios em que cada agrupamento escolhia os professores que queria, independentemente de estarem no cimo ou na cauda da lista de ordenação?
Eram os tempos do amiguismo, da discricionariedade e da cunha. Os agrupamento estabeleciam vergonhosos critérios de contratação que eram a fotografia do candidatos que queriam selecionar.
Até houve uma amostra de governante que, em 2012, mandou anular procedimentos e contratos a professores, porque os mesmos tinham obtido colocações com base em critérios ilegais, utilizados pelas escolas. Vejam aqui:
Por todo o país, escolas TEIP (Territórios Educativos de Intervenção Prioritária) e escolas com autonomia estão a ser notificadas para anular contratos de professores. Em causa está a utilização de critérios de selecção como a continuidade pedagógica (ter-se dado aulas anteriormente na escola)

Olhem para a imagem que encima estas linhas, que me chegou às mãos ontem à noitinha.
Trata-se de um subcritério?! a utilizar pelos agrupamentos na contratação de escola para este ano. Vejam bem o teor do dito e sorriam...
Dinamizou ou coordenou no AE a participação em projetos e/ou concursos de âmbito local, regional ou nacional, nos últimos 5 anos letivos (2009/2010, 2010/2011, 2011/2012, 2012/2013 e 2013/2014)?
Não é que a DGAE validou este critério que apenas se aplica e favorece os docentes que trabalharam numa determinada escola?
Não é este um critério com fotografia do candidato? Rapazotes!
Mas, analisem bem o dito. Percebe-se que se um candidato a professor do Agrupamento Y desenvolveu 3,99 projetos nesse agrupamento nos últimos 5 anos, obtém uma pontuação de 75%, mas se desenvolveu 4,00 projetos já obtém 100%. Nem precisa de ser um por ano.
Quem será @ felizard@ que vai sair nesta rifa?
Inimputáveis pagos pelos nossos impostos.
Reitor