domingo, 27 de janeiro de 2013

Este Boy Pensa Que Somos Parvos




E agita todo o tipo de fantasmas para nos ludibrar.
Amigo. Foi o Partido Xuxalista que engordou o Estado até o tornar diabético.
Foi o Partido Xuxalista que nos deixou nas mãos do capital e dos banqueiros (que, em bom rigor não existem, são apenas rapazes do capital).
E, enquanto a máquina xuxa colonizava o Estado tu estavas caladinho e à mama desse mesmo Estado, como sempre andaste desde que vestes calças.



Reitor

Hã! Safaram-se...

 


Não foram as únicas


Reitor

sábado, 26 de janeiro de 2013

Finalmente! Finito!




Aqui está o balanço final


Reitor

Demagogia Em Estado Puro

 



Reitor

T'ás a Ber o Cúmulo Da Demagogia: Não Ser Capaz De Criticar Os Outros Sem Se Bajular a Si Próprio





Reitor









sábado, 19 de janeiro de 2013

Percebo Que Não Queiras Valorizar a Notícia. Sabes Bem Que Não Tem Muito Valor





O professor Guinote falou poucochinho sobre este assunto. A vontade era pouca e, diz ele, o (pre) conceito aconselhou-o a guardar as munições para mais tarde.
Nós sabemos, caro professor, que o problema não está no (pre) conceito nem no momento, nem na teorização sobre lógicas grupais.

O problema está noutras evidências que o título do artigo e o seu conteúdo tentam esconder-nos. Melhor e em síntese, o estudo da UP é mais interesseiro do que o do FMI.
De facto, como bem sabes mas a vontade de o dizer é pouca, se quisessem fazer um estudo sério não comparavam as performances dos alunos de apenas uma ou duas escolas, como fizeram com o Garcia de Orta e o Colégio Ribadouro, para concluirem que as escolas públicas preparam melhor os alunos.
Quisessem dar seriedade ao "estudo", comparavam o sucesso universitário, medido ano a ano,  de todos os alunos que entraram na UP provindos das escolas privadas com o sucesso obtido por todos os alunos provindos das escolas públicas.
Então ver-se-ia quem preparava melhor os alunos, se as públicas se as privadas...Também não me apetece agora aprofundar esta teoria.
 
Mas há outra evidência que coloca "o estudo" ao nível da importância que o país lhe deu. Vale praticamente zero, por uma simples razão sobre a qual ainda não tiveste vagar para teorizar, só pela pouca vontade, bem entendido.
É que tu sabes, como sabem todos os portugueses, que a questão crucial que nos permite avaliar da necessidade de um serviço e também da sua qualidade, seja na educação, na saúde ou noutro qualquer outro serviço fornecido aos cidadãos (que são quem PAGA, nunca o esqueçamos) é o PREÇO.
 
Mesmo que se venha a provar - e o estudo, na parte que se conhece, não o prova - que as escolas públicas preparam melhor os alunos que as privadas, tal não seria motivo de grande admiração, pois não?
É que a preparação feita nas escolas públicas fica-nos mais cara 400 euros por cabeça que nas privadas... Não é assim que diz o TC?
 
 

Reitor

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Excelente Prosa. A Favor Da Liberdade.

Em poucas e curtas palavras, Henrique Raposo faz a apologia da liberdade de ensino e diz, simplesmente e sem qualquer profundidade de estudo ou de análise, mas com o bom senso que a experiência que a realizadade aconselha, aquilo que é óbvio e não carece nem de demonstração, nem de estudos internacionais nem de gráficos: os cidadãos deveriam ser livres para poderem escolher a escola que querem para os seus filhos. Aqueles que têm esssa liberdade defendem-na com todas as forças:
quando ameaçam fechar estes colégios aqui em Portugal, as cidades, as vilas, as terras, os pais, os alunos, no fundo, as comunidades servidas pelos ditos colégios levantam-se em peso para os defender
O general veio com a artilharia pesada para exterminar o mosquito que pousou na borda do prato. Vai daí, chumbo no Raposo. Com estudos internacionais, com gráficos.... Tudo para concluir que os estudos internacionais mostram que em Portugal (onde a educação está monopolizada pelo Estado) os resultados são melhores que nos países onde existe maior liberdade de escolha da escola.
Aqui chegados, o primeiro-ministro pode ter a coragem e a inteligência para propor uma mudança estrutural no ensino e dar mais liberdade de escolha às famílias, sem qualquer risco, uma vez que nenhum português escolherá as escolas privadas nem as que têm contrato de associação para educar os filhos porque os resultados escolares são piores que nas públicas. Nem veremos mais os cidadãos a levantarem-se em peso para defender as escolas privadas.

E se os cidadãos continuarem a preferir as privadas?
Irra! Estão errados e não sabem o que querem.

Reitor

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Este Quer Engordar



A Andreia Brito da RTP não percebeu nem um bocadinho do que disse a raposa do Agrupamento de escolas de Benfica: é bem possível que eu ainda vá receber alguma coisa. Não vejo outra saída para a tutela.
Minha amiga Andreia, a tutela agradece a prestimosa colaboração do doutor Esperança e saberá rentabilizar as suas magníficas pistas para fazer giga-agrupamentos. Mas, olhe que o doutor Esperança está a dizer-lhe outra coisa que você não percebeu e eu explico: o doutor Esperança tem interesse em aumentar o seu poder pelo aumento de pessoal, de espaço, de alunos e de orçamento, portanto convém-lhe que a tutela lhe ponha no colo o Agrupamento Quinta de Marrocos.

Adenda:
E aqui o ToneCruz não acredita em nadinha do que está a dizer.
«As escolas tem que se juntar e trabalhar conjuntamente»
«E, se no jardim de infância começássemos a despertar o interesse pelas ciências....», blá, blá, blá....
Aldra. Apenas queres ampliar o teu espaço vital


Reitor

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

É Verdade Que Os Professores Contratados Estão a Trabalhar Sem Contrato?


Segundo informações oficiosas este péssimo exemplo se serviço público contratou através de uma "plataforma informática" (e paga mensalmente o ordenado a milhares de professores) sem que estes tenham assinado ainda qualquer contrato?
Será verdade que dezenas de milhar de professores estejam a trabalhar desde setembro de 2012 em todas as escolas públicas do país sem qualquer contrato?
E que alguns deles foram "contratados" por mais que uma escola (receberam ordenados e até já terminaram o contrato) sem assinar qualquer contrato ou documento contratual?
Em que país vivemos?
Nas escolas privadas esta situação seria praticamente impossível de ocorrer.


Reitor

sábado, 5 de janeiro de 2013

Por Mim, Preferia Que Tivesse Em Conta o Comprimento Das Unhas




Apenas por uma questão de justiça e equidade pois, não podendo as escolas escolher a "origem" dos alunos, nem o "contexto", nem as "caraterísticas da comunidade envolvente", podem, pelo menos, escolhê-los pelo comprimento das unhas. Dos pés e das mãos.
Caso fosse este o critério para a avaliação externa das escolas, de certeza que não haveria resultados tão díspares entre elas, nem os resultados das escolas particulares tão distantes dos das públicas. Todo o processo dependeria dos próprios alunos. Seria a a vontade e o empenhamento destes - deixando as unhas crescer ou cortando-as rente - que tornaria uma escola melhor ou pior que as outras.
Da forma que se anuncia, a avaliação das escolas dependerá sempre de fatores externos aos alunos, de questões conjunturais caraterísticas/inerentes ao meio envolvente. De fatores que escapam à responsabilidade dos alunos, ao seu esforço, à quantidade e qualidade do seu trabalho, à sua inteligência, etc., etc. E escapam também à responsabilidade dos professores que, não tendo possibilidades de alterar a "origem" dos alunos têm de se conformar com os resultados previstos para os alunos dessa "origem".A "origem" dos alunos será a "dona" dos seus resultados
Ao contrário do que afirma Justino, num excelente texto, não são alunos - e só eles - os donos dos seus resultados, mas sim a sua "origem".
Afinal, o MECrato encontrou o Segredo da qualidade do ensino e da qualdiade das escolas: a "origem" dos alunos.
As nossas escolas nunca mais serão piores que as europeias.

E achas tu que será bem melhor que nada!


Reitor

Correio De Celorico

 

 




Reitor

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

«"Porque os tais não servem a nosso Senhor Jesus Cristo, mas ao seu ventre; e com suaves palavras e lisonjas enganam os corações dos simples.» (Romanos 16:18)


 
O caminho que tem vindo a ser percorrido pela FNE e pelos seus sindicatos é conhecido dos portugueses e, em boa verdade, idêntico aos de outros grupos sindicais: todos pagamos para os manter.
Sim, sim, na sua esmagadora maioria, os não sindicalizados, os aposentados e reformados, os industriais, os pedreiros e o médicos, enfim todos os portugueses que pagam impostos, mantêm e pagam o ordenado ao professor João Dias Silva que ajuda o dr. Casanova dar a mão aos professores, à professora Manuela que ajuda a DGAE a resolver problemas
«Conseguimos resolver com a DGAE os problemas que surgiram. Houve um ou outro problema, mas resolvido», disse a dirigente Lucinda Manuela.

e ao professor Arlindo que foi dos primeiros a preencher o e-bio, para "ajudar" os professores a entrar no redil que lhes estão a montar.
… e pronto. Serei dos poucos que consideram este registo como algo de positivo que aconteceu na aplicação SIGHRE?

entre outros.
 
Está fácil de ver que têm todos de andar de cócoras com o MEC pra que a torneira se mantenha aberta.
É por isso que não veem que as DRE's não encerraram as portas, antes pelo contrário, nem que o e-bio não é mais que uma distração informática para aqueles que gostam de estar pendurados no PC, nem que a DGEstE é mais um serviço público (que acresce aos existentes) para manter empregados os atuais DRE's e para dar tacho e carro com  motorista a mais um diretor-geral e a uma quantidade de subordinados.
Não veem, mas até parece que os ceguinhos somos nós.
 
Se a barriga não mandasse a perna...
 

Reitor