quarta-feira, 29 de junho de 2011

A Cartilha De PPC

O professor Guinote só gostou disto. Depois foi só a desancar... O professor Ramiro bateu menos, muito menos... Da parte que me toca,


Gosto da Missão:
O Governo assume a Educação como serviço público universal e estabelece como sua missão a substituição da facilidade pelo esforço, do laxismo pelo trabalho, do dirigismo pedagógico pelo rigor científico, da indisciplina pela disciplina, do centralismo pela autonomia

Acho que a liberdade é um direito fundamental e a concorrência melhora a qualidade:
- Estabelecer e alargar contratos de autonomia que constituem uma das políticas essenciais para garantir a diversidade e o prémio do mérito nas escolas;
- Criar um sistema nacional de indicadores de avaliação da Educação, em linha com as melhores práticas internacionais, garantindo transparência e confiança aos cidadãos e incentivando as famílias a tomar decisões maisinformadas no exercício da sua liberdade de escolha;
- Desenvolver progressivamente iniciativas de liberdade de escolha para as famílias em relação à oferta disponível, considerando os estabelecimentos de ensino público, particulares e cooperativos;
- Rever do modelo de contratualização da autonomia das escolas, assentando-o em objectivos e incentivos definidos pelo Ministério e pela comunidade escolar, de forma a que as escolas se possam abrir a projectos educativos diferenciados e credíveis
- Apostar no estabelecimento de uma nova cultura de disciplina e esforço, na maior responsabilização de alunos e pais, no reforço da autoridade efectiva dos professores e do pessoal não docente;
- Desenvolver um sistema para o processo digital do aluno, para maior eficácia da gestão, nomeadamente nos processos de matrícula e de transferência de alunos;
- Generalizar a avaliação nacional: provas para o 4.º ano; provas finais de ciclo no 6.º e 9.º anos, com um peso na avaliação final; exames nacionais no 11.º e 12.º ano;
- Conferir estabilidade, autonomia técnica e funcional ao serviço de provas e exames nacionais, credibilizando estes instrumentos de avaliação;
- Desenvolver uma unidade autónoma e independente par conceber e aplicar provas e exames nacionais validados, fiáveis e comparáveis.
- Implementar uma política de avaliação global, incidindo não apenas sobre os rofessores, mas também sobre a escola, os alunos e os currículo;


Acho que não se deve colocar remendo novo em farrapo velho:
- Reestruturação do Programa Novas Oportunidades com vista à sua melhoria em termos de valorização do capitalismo Portugueses e à sua credibilização erante a sociedade civil;
- Reformar o modelo de avaliação do desempenho dos docentes de forma a desburocratizar o processo, promovendo um regime exigente, rigoroso, autónomo e de responsabilidade, sem que estes princípios conduzam a cargas desmedidas de procedimentos burocráticos e administrativos, e ponderando os resultados de outros modelos de avaliação, nomeadamente os já obtidos no modelo de avaliação em vigor no ensino particular e cooperativo.

Acho que é mais fácil de dizer do que fazer, ou dito de outra forma, acho que é só conversa:
- Construir uma visão estratégica para um sistema educativo que permita cumprir as metas assumidas no Programa 2015-2020;
- Criar consensos alargados sobre o plano estratégico de desenvolvimento tendo como horizonte temporal o ano de 2030;
- Reforçar o Programa Escola Segura em zonas urbanas de maior risco criando incentivos ao voluntariado da comunidade educativa;
- Lançar novas iniciativas que permitam reduzir assimetrias, potenciando os recursos humanos já existentes nas escolas, autarquias e redes sociais locais, no âmbito da prevenção do abandono escolar;
- Criar condições para a implementação de bolsas de empréstimo de manuais escolares;
- Implementar modelos descentralizados de gestão de escolas.
- Definição de metas para a redução do abandono escolar, melhoria do sucesso escolar em cada ciclo e aumento da empregabilidade dos jovens, associando estas metas a princípios de rigor na avaliação, de exigência nas provas e de mérito nos resultados;
- Simplificação do Estatuto da Carreira Docente a par do estabelecimento de medidas que reforcem as competências dos directores de escola;
- Uma selecção inicial de professores que permita integrar no sistema os mais bem preparados e vocacionados designadamente através da realização de uma prova de avaliação de conhecimentos de acesso à profissão.
- Reforçar a autoridade do professor;
- Valorizar profissionalmente os docentes através de um investimento na formação contínua e na elaboração de um modelo de selecção e de profissionalização, em exercício, dos novos professores e educadores.
- Prosseguir a política de avaliação e certificação de manuais escolares
- Reduzir a dispersão curricular do 3.º Ciclo;
- Proceder a uma intensa desburocratização e à avaliação das práticas e dos processos administrativos aplicados à gestão da Educação;


Reitor

Excelente Post. Equilibrado, Ponderado, Pertinente.

Estes dados são mais do que suficientes para se concluir que o cheque escolar é um excelente instrumento para a melhoria da educação das crianças, principalmente daquelas que, de outro modo, estariam condenadas a frequentar as piores escolas públicas. Por outras palavras, os factos indicam que o cheque escolar é um bem 
Por outras palavras, o cheque escolar tem bons resultados imediatos e promete bons resultados futuros

Gostava de ter escrito isto, mas quem escreveu foi o Nuno Lobo do Cachimbo.


Reitor

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Será Que a Isabel Maria Santos Silva Já Obteve Colocação?



Reitor

Sete Boas Ideias

  1. Redefinir as competências e a orgânica do Ministério da Educação
  2. Uma nova gestão para o sistema escolar
  3. Mais autonomia para as escolas
  4. Maior profissionalismo na gestão escolar
  5. Maior reconhecimento do papel dos professores
  6. Criar uma Agência Nacional de Avaliação
  7. Redefinir as relações público-privado




Reitor

sábado, 25 de junho de 2011

O Advogado Do Diabo

O professor Octávio Gonçalves (pressinto que o simples facto de pronunciar o seu nome avive a velha úlcera...) é um crente. Crê em Santana Castilho. E a sua veneração é tal que perde a lucidez sempre que Castilho está em jogo. Ou então, sempre que anda com Castilho ao colo. Como bem viu um vizinho, a sua fidelidade, quase canina, não o deixa perceber
«... que por vezes há quem se convide para parecer convidado. Quem se ofereça para parecer que o querem. Que faça o que entende, dando a sensação que foi encomenda. Quem assuma a paternidade de descendência alheia.
Mas há quem engula. Quem acredite. Quem se dê ao papel de fazer de eco. Que faça encomendas ao que encomenda a si mesmo»

Mantenho intacta a minha opinião:
1 - Santana Castilho assinou no PÚBLICO um texto indecente e vergonhoso, no qual faz afirmações depreciativas do carácter de Passos Coelho (Em Abril, Passos Coelho tinha um programa eleitoral para a Educação. Em Maio tornou público outro, que não só nada tinha a ver com o primeiro, como era a sua antítese...faltou à palavra que empenhou) e do carácter de Paulo Macedo (E causa ainda mais ver tal pasta entregue a quem, do ramo, só tem no currículo ter sido administrador da Médis. Para a saúde dos portugueses, é muito pouco. Para a saúde dalguns, que vivem da doença dos outros, pode ser salutar)
2 - Faz afirmações que menorizam intelectualmente Assunção Cristas e Nuno Crato e deles constrói o retrato de duas pessoas ignorantes e incompetentes para as funções. Lamentável.
3 - E o impulso para estes ataques foi a inveja e a falta de humildade intelectual. Todos percebemos que se Pedro Passos Coelho tivesse cometido o erro de convidar Santana Castilho para o seu Governo, este senhor honrado, corajoso, frontal, qualificado e preparado como nenhum outro, em matéria de Educação, sentir-se-ia orgulhoso por emparceirar com o Paulo Macedo e Assunção Cristas no novo Governo da República, liderado pelo Bom Escuteiro Passos Coelho..

Noto, professor Octávio, que perde a cabeça sempre que se critica o seu mestre.
Lá, pelos bancos da faculdade de letras, não lhe ensinaram que um bom professor não deve utilizar expressões nem palavras como aquelas com que me mimoseou?
E noto que a defesa das suas causas o tem ocupado a ponto de, só agora, ter percebido que há anonimato na internet. E, como há anónimos a escrever e a ler o que o professor Octávio escreve, devem ser erradicados.
Olhe que os professores também são avaliados pela forma como interagem com a comunidade e pela forma como lidam com a crítica. Você corre o risco de, neste capítulo, ter negativa.


Reitor

Já Há Saudades Da Maria de Lurdes do Valter e Do Pedreira





Reitor

quinta-feira, 23 de junho de 2011

"A inveja é a homenagem que a inferioridade tributa ao mérito"

Vergonhosa pela incontida inveja que nunca consegue disfarçar.
Vergonhosa pela falta de carácter que denuncia a cada frase que escreve.

Ataca soezmente Passos Coelho, agora, que se tornou nítido às suas curtas vistas que o Bom Escuteiro não precisava dele (SC) nem para monitor das AECs. Ataca agora porque percebeu - também só agora - que não lhe adiantou nada andar durante meses em bicos-de-pés e a escrever papelinhos para que Passos Coelho o notasse. PPC não o viu, ou ainda mais exactamente, o incontido ataque de ciúme e inveja de SC surge agora porque o Bom Escuteiro viu outros que não ele para exercer funções no Governo.

Ataca, de forma capciosa e nojenta, Paulo Macedo ligando-o à defesa de interesses particulares e, explicitamente, a interesses de empreendedores privados no sector da saúde. O que diria o professor Santana Castilho se fosse colega de Paulo Macedo no Governo? Invejoso!

O ataque cobarde que faz à SENHORA Dra. Assunção Cristas não a belisca minimamente, mas serve para denunciar a mal-disfarçada disponibilidade e a inconfessa competência de SC para dizer "sim", como primeira, segunda ou vigésima escolha, a um convite de PPC para ...Ministro da Agricultura. Rasteiro!

Ataca Nuno Crato de forma insidiosa e conforme a cartilha estalinista. Primeiro, gaba-lhe todas as qualidades que o afastariam para bem longe da nomeação: é um notável divulgador de ciência e um prestigiado professor de Matemática e Estatística (obviamente, divulgador de ciência e professor de Matemática e Estatística não servem para Ministro da Educação, né.); depois, descendo dois ou três degraus na decência, reduz-lhe as habilitações e qualidades antes apontadas, passando Nuno Crato a ser um "econometrista confesso" (não se aborreçam, também não sei o que é um "econometrista"). Quando a terra está pronta descarrega a bosta toda para fertilizar as batatas que plantou:
Nuno Crato ... confunde avaliação com classificação. ...Pensa que se mede a Educação como se pesam as batatas e que muda o sistema de ensino medindo e examinando. ...Estes dislates patenteiam pouco conhecimento sobre as limitações técnicas dos processos que advoga e uma visão pobremente parcial sobre o que é o ensino.
Tudo maleitas de que SC não sofre: Santana sabe distinguir avaliação de classificação educação de batatas. Tem competências técnicas excedentárias para a função e os conhecimentos e a visão total da coisa.
Só o Passos Coelho, esse Bom Escuteiro ceguinho, é que não viu as qualidades de SC para o cargo de Ministro da Educação. Santana Castilho encaixava mesmo bem no cargo. Como coisa em coisa de frade.

Mas tem quem o defenda. 


Reitor

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Nada Que Os Professores Não Saibam. Todos o Sabem, Nenhum o Admite.

Em primeiro lugar, os dados mostram que não existe uma relação clara entre os salários relativo dos professores e o aprendizado dos alunos na rede pública
Os dados mostram que cursos de formação continuada e pós-graduação não têm impacto sobre o aprendizado dos alunos. Os professores acabam colecionando diplomas que tem pouca utilidade prática. Assim, a prioridade deveria estar na promoção por mérito. Mas, fatores como desempenho dos alunos nos exames de proficiência e observação do professor em sala de aula também deveriam ser levados em consideração para definir mérito. Caroline Romero

1 - Melhor salário não equivale a melhores aprendizagens ou, mais cruelmente, porque é que se gasta tanto dinheiro com o salário dpos professores?

2 - A formação contínua interessa apenas a quem a dá e a quem a recebe. Não tem interesse para os alunos.

Reitor

domingo, 19 de junho de 2011

Ok. Já Foste Convidado.


Ora, se na escola se devem formar e produzir elites, então a Escola está no bom caminho.
Obviamente, um caminho que segue uma direcção contrária àquela que tem tomado desde o 25 de Abril.

Ainda bem que professores com audiências tão vastas como a que tem o PG, defendem o óbvio: a Escola não pode servir para igualar, nem para nivelar, mas antes para distinguir. A Escola não pode deixar de incentivar o mérito e a diferença em nome de uma falsa e antinatural "igualdade", que devia garantir a todos no acesso (e não garante, enquanto a população não a puder escolher), mas nunca poderia querer impor a todos no sucesso, o que tenta fazer desde há décadas (veja-se o tempo que levou - e há escolas que não os têm - a reintroduzir os quadros de mérito nas escolas.
Ou seja, garantindo o Estado e a Escola que todos têm "uma oportunidade igual de expressarem o seu potencial", é na Escola que se destacarão e se formaram as elites do país.

A Escola volta a estar no sítio certo.



Reitor

Coitada Da Oliveira. Arrancada Ao Solo Natal Da Azinhaga Para Ser Estrumada Com As Cinzas do Empedernido Ateu



António Costa e Gabriela Canavilhas fazem uma triste figura. O primeiro até se ajoelha junto à velha oliveira da Azinhaga, arrancada pela raíz à terra que a viu nascer para, pasme-se, servir de casa às cinzas de um empedernido ateu, que sempre renegou Deus em vida mas a quem os amigos, depois da morte, trataram de arranjar uma divindade alterntiva: a deusa "oliveira".
Não me admirava nada com com tão fraco fertilizante a coitada da oliveira viesse a secar.

Reitor

sábado, 18 de junho de 2011

Encavalitanço Repentino Ou Lambebotismo Desenfreado

O presidente do Conselho de Escolas elogiou hoje a escolha de Nuno Crato para ministro da Educação, considerando que as ideias que tem divulgado podem vir a ser uma mais-valia


Este inimigo da Escola Pública é dos que querem correr, perdão, escolher os professores.


Reitor

Um Poste Muito Fino e Na Horinha


Gosto deste poste do PG
E também penso que o Nuno Crato pode vir a alterar, profundamente e para melhor, a forma como se encara a educação em Portugal.
Se ele for capaz de pautar a sua acção por estes princípios:
Nuno Crato considera que há Estado a mais na Educação, em Portugal
Nuno Crato defende que as famílias não devem estar obrigadas a que a educação dos seus filhos seja toda feita sobre um modelo estrito, dirigido centralmente
Nuno Crato considera que a autonomia das escolas é uma coisa fundamental.
Nuno Crato considera um absurdo haver um ministério que controla a colocação dos professores
Nuno Crato considera fundamental o ME dar a conhecer às pessoas os resultados dos exames. O Estado é obrigado a fazer e é bom que o faça.

Fiquei muito contente com a escolha do Crato porque há muito que ele defende princípios básicos de um Estado de Direito: a transparência, um serviço público contido, uma avaliação exigente, mais autonomia e mais responsabilização das escolas pelos resultados obtidos, mais liberdade de escolha da escola dos filhos, enfim...

Espero que o General continue a considerar uma decisão muito acertada a sua nomeação para ME


Reitor

Dez Excelentes Escolhas e Apenas Uma Assim-Assim

Ministro dos Negócios Estrangeiros - Paulo Portas
Ministro da Administração Interna - Miguel Macedo
Ministro da Justiça - Paula Teixeira da Cruz
Ministro das Finanças - Vítor Gaspar
Ministro da Economia - Álvaro Santos Pereira
Ministro da Saúde - Paulo de Macedo
Ministro da Agricultura e Ambiente - Assunção Cristas
Ministro dos Assuntos Sociais - Pedro Mota Soares
Ministro da Educação - Nuno Crato
Ministro dos Assuntos Parlamentares - Miguel Relvas
Ministro da Defesa - José Pedro Aguiar Branco

Apenas o Aguiar-hifen-Branco destoa neste conjunto (espero que aprenda o valor da coragem com os militares) que alia experiência política, competência técnica, independência partidária e aquele misto de surpesa/esperança dos que vêm de novo, sem vícios e que podem, sei lá, dar uma volta ao país.
Acho muito feliz a escolha de Paula Teixeira da Cruz (tenho a certeza que não ajudará os sujeitos da Casa Pia nem autorizará pagamentos milionários a familiares);
Apreciei bastante a escolha de Paulo Macedo e tenho a certeza de que será o primeiro ministro após o 25 de Abril a disciplinar a saúde.
O Santos Pereira é uma lufada de ar fresco para a economia e será uma peça-chave na recuperação do país.
Acho excelente e muito acertada a escolha do prof. Nuno Crato para a Educação. Não apenas por questões de higiene pedagógica e cívica, mas também porque é um defensor do rigor, da exigência e da liberdade.

Ah, antes que me esqueça, ontem foi bonito ver os comentadores do costume às aranhas. Pura e simplesmente, não compreendiam o que se estava a passar. Estavam abananados.


Reitor

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Eu Bem Que Vos Disse

Em 5/6/2011. Uns diitas antes de 8/6/2011 :-)



Uma esperança para a Educação.

Boa sorte professor Nuno Crato e, não esqueça, que só pode vingar se afastar a má moeda, o lixo pedagógico, os bajuladores cíclicos, os velhos malandros (e graxistas) que vivem e estudam à custa do erário público, os mamões, os vaidosos, os incompetentes, e toda a sorte de lambões que se penduram no Estado ditando ao cidadão a direcção a seguir, a decisão a tomar e as escolhas que deve fazer para seu bem e bem dos seus filhos.

Defenda a LIBERDADE.

Reitor

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Ainda Não Se Foram Embora? Demitam-nos!

Juíza Desembargadora
Drª. Ana Luísa Passos Martins da Silva Geraldes


Dr.Luís Eloy
Procurador da República

Dr. José António Ferreira Espada Niza
Procurador da República

Dr.Benjamim Barbosa
Juiz Desembargador



Ainda por cima me obrigam a concordar, uma vez que seja, com o bestonário dos advogados, António "burrinho" e Pinto".
Uma direcção de uma escola de magistrados que não consegue supervisionar e vigiar devidamente um exame, deixando todos os examinandos copiar uns pelos outros;
Uma direcção que não consegue perceber que o mínimo que poderia e deveria ter feito era anular a prova a todos os candidatos e marcar nova prova em nova data;
 
Também não consegue ver a figura ridícula em que se colocou nem, muito menos, o desprestígio que lança sobre as instituições públicas e o Estado.

Portanto, só lhe resta ser DEMITIDA.

Haja quem os tenha para o fazer.


Reitor

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Un Grand Cauchemar



Uma hipótese que se evidencia com alguma insistência.
Deus livre e guarde os (as) senhores (as) professores.

Reitor

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Jornalismo Incompetente Ou Pior

Assino por baixo. Espero que o chiba não me processe também.


Não é de agora, pois já têm anos as distorções que o jornalista Paulo Chitas faz de muitos dados sobre a situação dos professores. Continuam, contudo, a ter abrigo na Visão as suas análises manipuladoras e recentemente foi recompensado pela sua amiga Maria João Valente Rosa (alguém com trajecto reconhecido nos ministérios da Educação e Ciência e Ensino Superior) com a co-autoria de um livro para a Fundação Manuel dos Santos.
Na Visão de hoje vem uma caixa de texto com um conteúdo absolutamente vergonhoso, aquilo que em termos técnicos se chama uma merda, desculpem, uma mentira, desculpem, uma utilização abusiva de dados inexistentes.

Fica aqui o recorte da peça, visível  na página 97 da revista.

Em primeiro lugar temos a (consciente ou incompetente?) confusão entre os efeitos processo de avaliação do desempenho que ocorreu no mandato de Maria de Lurdes Rodrigues com o acordo assinado por Isabel Alçada com alguns sindicatos de professores. Escrevendo há anos sobre Educação, ou Paulo Chitas é especialmente nhurro de entendimento ou então é mesmo desonesto na abordagem que faz do assunto.
Mas há pior e demonstrável de forma elementar. Adianta ele que de acordo com o boletim de execução orçamental de Janeiro a Julho deste ano há um diferencial de 341 milhões de euros em relação a 2009.
Ora bem ficam aqui os links para os boletins relativos aos períodos em causa (2009 e 2010).
Mas com os bonecos talvez seja mais fácil:

Janeiro-Julho de 2009
Janeiro-Julho de 2010

Como é fácil verificar, de Janeiro a Julho de 2009 os encargos totais com pessoal do Ministério da Educação somaram 2958,1 milhões de euros e em igual período de 2010 atingiram 3167,1 milhões.
A diferença é de 209 milhões de euros e não os mirabolantes 341 milhões que indica Paulo Chitas.
Mas a incompetência é tal que, mesmo com base nos seus números, Paulo Chitas faz a asneira de, extrapolando para o ano todo, tomar os 5 meses de Agosto a Dezembro como valendo o mesmo que os 7 de Janeiro a Julho (sendo que em cada um dos períodos há um mês adicional de subsídio, de férias no primeiro caso e de Natal no segundo) e atinge o valor de 680 milhões de encargos a mais com professores em 2010.
O homem devia estar mesmo em dia não. Ou então estava inspirado, como nos tempos em que adulterou escalas num gráfico de uma revista especial sobre o estado da Educação há um par de anos.
Extrapolando dos valores reais para os primeiros 7 meses de 2010, encontramos um valor médio adicional de 30 milhões mensais em relação a 2009. Extrapolando para o ano todo atinge-se um valor de 360 milhões, porventura um pouco mais se pensarmos que existirão mais alguns docentes a progredir nestes meses (apesar dos esforços das DRE para o evitar).
De qualquer modo, como resultado da ADD de que Paulo Chitas foi entusiasmado defensor o valor das progressões ficará bem abaixo dos tais 400 milhões de euros que, em qualquer caso, não derivam do acordo nem da generosidade de Isabel Alçada, como esta criatura com carteira de jornalista escreve.
Ou seja, esta caixa de texto é mesmo uma enorme bosta jornalística e um monumento à desonestidade intelectual que infelizmente ainda não foi devidamente avaliada por quem aceita que isto seja publicado sem verificação dos factos, sendo que o autor é useiro e vezeiro neste tipo de habilidade.
Se o dito cujo achar que estou a mentir e que ele não distorceu completamente os números, processe-me que terei todo o prazer em repetir o que aqui escrevi, cara a cara.

Reitor

domingo, 12 de junho de 2011

sábado, 11 de junho de 2011

Carta Aberta Ao Senhor Primeiro Ministro, Dr. Pedro Passos Coelho

Senhor Primeiro Ministro
Dr. Pedro Passos Coelho (PPC)

As primeiras palavras que lhe dirijo são para lhe dar os parabéns pela estrondosa vitória eleitoral do passado domingo, dia 5 de Junho, e formular votos dos maiores sucessos para o futuro.

Fique sabendo que muito me orgulha chamar-lhe "doutor". Muito me orgulha ser governado por um homem sério, que obteve as suas habilitações literárias numa instituição idónea, concedidas em horário de expediente normal e cujos professores não dependiam de si, nem no ordenado mensal nem no emprego.

O novo Governo não vai ter descanso nem vida fácil. A situação de quase-bancarrota em que os socialistas, capitaneados pelo inginheiro Sócrates, deixaram o país vai exigir de V. Exa. e de todos nós um empenhamento total para se ultrapassar a crise.

Como português e contribuinte sinto-me no direito (e no dever) de lhe deixar alguns conselhos para a governação do país, reconhecendo em si total liberdade para os acolher ou não.
Aqui ficam:

1.º - Nunca minta aos portugueses por dura que seja a realidade. Um Primeiro-Ministro mentiroso suja-se a si mesmo e suja o país. 
2.º - Use radioterapia política para debelar o maior cancro do país: a justiça. Declare publicamente, e sem rodeios, que não confia no Procurador-Geral da República, Conselheiro Fernando José Matos Pinto Monteiro nem no Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Juiz-Conselheiro Luís António Noronha Nascimento. O país ficar-lhe-á grato e, garanto-lhe, não precisará de dizer mais nenhuma palavra sobre o assunto para que o mesmo seja resolvido.
3.º Nomeie um (a) Ministro (a) da Justiça que exija a perseguição e punição dos criminosos: dos que matam aos que roubam, dos novos aos velhos. O crime combate-se e pune-se.
4.º - Altere as leis eleitorais de forma a que a) tenhamos círculos uninominais e b) se acabe com os parlamentos no interior da cada Câmara Municipal. Quem ganha governa, o país e a autarquia.
5.º - Limite os mandatos de todos os órgãos políticos preenchidos por eleição.
6.º - Promova a criação/aplicação de leis que persigam e responsabilizem os políticos e altos quadros técnicos do Estado pelas suas decisões que, comprovadamente, põem em causa o interesse nacional e os fundos públicos.
7.º - Promova a criação e aplicação de leis que combatam e castiguem a corrupção no seio ou em nome do Estado. E só há uma forma de o fazer: o Estado deve poder pedir contas e justificação para enriquecimento a qualquer político ou funcionário público e respectivos filhos, em qualquer momento após o termo do mandato.
8.º - Castigue os vigaristas e todos os que furtam o Estado e não deixe nenhum português saudável receber subsídio de desemprego sem desenvolver tarefas sociais que ocupem, pelo menos, metade do dia normal de trabalho.
9-º - Cumpra o acordo com a troika e governe sem pensar nas próximas eleições.
10.º - Tenha sempre em mente que só um povo livre faz um Estado forte e que à medida que o Estado cresce abafa e torna menos livres os seus cidadãos.

Aceite os cumprimentos do

Reitor

Tenho De Confessar: Estás a Ver Mal.

O amigo Ramiro Marques atesta que o CCAP melhorou. Fui espreitar ao site do dito e vi que o CCAP é composto por 21 individualidades.
Sobre avaliação dos professores, nada se conhece de nenhuma delas em particular. Não se conhece quase nada do seu pensamento sobre a matéria, se é que o têm.
Os pareceres/recomendações e propostas são, deixa-me escolher a palavra certa, vergonhosos. Veja-se, a título de ilustração, o último paracer destes rapazes, o nº 6, embrulhado em 4 folhas de papel timbrado, rematadas pela aristocrática signature de mr. Costa, le président.



Sobre os despachos que estabelecem as percentagens para a atribuição das menções de Muito Bom e Excelente e da avaliação final de Desempenho Relevante e Desempenho Excelente.




Uma pobreza de meter dó e que nem as recentes publicações, da responsabildiade de colaboradores externos disfarçam (mais um custo para o Estado).
Aliás, baila na minha testa uma pergunta irresistível: Quanto gastou o Estado português para que este grupo de amigos emitisse este "parecer"? Sem ofensa.


Reitor

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Monumental Banhada




Reitor

Que Banhada



Reitor

Já Comecei a Receber Telefonemas

Tal foi o sucesso da minha sondagem.


Sondagens reitorais
Resultados finais
PSD
39%
38,63%
PS
29%
28,05%
CDS
12%
11,74%
CDU
8%
7,94%
BE
5%
5,19%



A resposta é não.
Não faço sondagens para nenhum Partido ou empresa.

Reitor

Um Novo Ciclo, Uma Nova Visão Para o País




Parabéns pela vitória.


Reitor

Xô. Vai-Te Embora


Olho para ti e vejo
Incompetência,
Cinismo,
Compadrio,
Subsídio,
Falta de ética,
Mentira,
Asfixia dos cidadãos e das instituições.



Vai-te embora que até na oposição serias pernicioso ao país.


Reitor

domingo, 5 de junho de 2011

Não, Meu Caro, Nem o Patrício Nem o Santana Castilho

O Castilho também não vai lá: usa o cabelo muito grande (aquele risco ao meio, tss,tss, é de mau gosto). Por muito que custe a este amigo, a educação precisa de um discurso simultanemante mais liberal e mais pragmático do que o discurso do Castilho: a pender em demasia para a esquerda e prenhe de ideias inexequíveis no terreno.

Os outros dois trutas, o Canavarro e o Azevedo têm as competências necessárias, mas não conseguem esconder nem sua desmedida ambição, nem os interesses que têm no sector da educação, pelo que, nos tempos que vão correr, são menos-valias para qualquer governo.

Para mim, há dois nomes que, para além das notórias competências pessoais, políticas e académicas, não têm interesses directos no sector, que se saiba, e têm-se posicionado como servidores do Estado e defensores do interesse público. Isto é uma mais-valia.

Qualquer um deles será sempre uma boa aposta: Nuno Crato / Diogo Feio




Reitor

sexta-feira, 3 de junho de 2011

"Sandages"

  • PSD  - - -  39%
  • PS  - - - -  29%
  • CDS  - -   12%
  • CDU   - -  8%
  • BE - - - -   5%


Reitor

quarta-feira, 1 de junho de 2011

MENTIROSO

Pica-lhe a fronha


Reitor

Dia Europeu Sem Cuecas


Todas as minhas amigas dizem que este dia sem cuecas devia ser banido do calendário europeu. Não, não se trata de feminismo exacerbado. Trata-se, segundo elas, de higiene.
Não se pode prevenir a infertilidade dos homens com falta de higiene, dizem elas.
Que horror, um homem sem cuecas é porco, diz a Maria,  a quem a avó ensinou: só não as suja quem não as usa.
Portanto...

Para que os homens arejem os tintins e os mantenham sempre a temperaturas reprodutivas e para que nenhuma mulher torça o nariz à imagem de um qualquer fangio aperaltado e com o cu colado às calças,  ponho que os fabricantes europeus só produzam cuecas que deixem passar o ar, não constranjam os tintins e afastem, ainda que ligeiramente, algum descuido na higiene pessoal.



As senhoras podem tocar nas cuecas à vontade



Reitor