quinta-feira, 31 de março de 2011

Egoístas! Nenhum Me Dá Os Parabéns!

Em 14 de Março a Reitoria tornava pública a data das eleições:


Aposto No Dia 5 De Junho. Será Uma Boa Data Para Irmos a Votos



Ninguém quis crer...

Reitor

Afinal, Professor, Vexa é Contra Ou a Favor Da Suspensão Do Modelo?

A favor da suspensão:
Por razões de oportunidade (leia-se de oportunismo político), o PSD e toda a oposição parlamentar deliberou suspender a avaliação em curso. Há razões objetivas (e demonstráveis) que tornam evidente que este sistema de avaliação estava longe de concorrer para elevar as qualidades de ensino e das aprendizagens. Há evidências que permitem sustentar (de um geral e sem se poder generalizar) que os prejuízos estavam a ser maiores que os benefícios. E por isso, o discurso da indignação soa a uma manifesta falsidade.

Contra a suspensão:
Mas deve também dizer-se que esta suspensão se pode virar contra os professores. Porque se cria a ideia de que os professores, definitivamente, não querem ser avaliados. E são uma espécie de classe profissional pária. E isto pode ter muito nefastas consequências na imagem pública e, posteriormente, na ação política (cerceando e limitando ainda mais os direitos profissionais).
O professor parece estar com dúvidas.
Por mim, facilmente as compreenderia num representante dos pais. Ou na Dra. Isabel Veiga. Compreenderia. Conheço, aliás, vários professores que tiveram, durante muito tempo, sérias dúvidas sobre a aplicabilidade do modelo de Add e diziam mal dele que se fartavam.
Para utilizar as suas palavras, consideravam que o modelo não concorria para "elevar as qualidades de ensino e das aprendizagens" e, sem cometer o pecado da generalização, "os prejuízos estavam a ser maiores que os benefícios".
E mantiveram as dúvidas e a recusa do modelo de avaliação, o tal que morreu às mãos oportunistas do PSD (o mesmo Partido que apoiou Vexa na eleição à Assembleia Municipal de Gondomar), até que se inscreveram nesta formação da Universidade Católica, organizada pelo SAME que Vexa magnificamente dirige.
Foi uma sorte grande para eles: apenas por 150 aéreos, que tiveram de desembolsar para os cofres do tal SAME, ficaram especialistas em Supervisão e Avaliação do desempenho docente: As funções do relator. 
Mais valiosa foi a acção se tivermos em conta que, ainda hoje, havendo milhares de professores que não sabem o que é nem para que serve o "relator", aqueles que fizeram a formaçãozinha na UC sabem.

Não compreendo as dúvidas que habitam em si.

Afinal, Vexa defende exactamente o quê?

Aceite os protestos da minha elevada consideração.

Reitor

Adivinhem


Reitor

terça-feira, 29 de março de 2011

A Culpa é Nossa

Notre Ami Lula

Lula diz que FMI “não é solução” para Portugal


Mais um socialista...


Reitor

Uma Boa Notícia. Um Merecido Prémio.





Reitor

Bom Dia


Reitor

segunda-feira, 28 de março de 2011

"O Tiranete Das Beiras"



Excelente prosa da José Manuel Fernandes

No dia em que caiu, no momento em que o seu Governo ruía, na hora em que abandonou os seus ministros durante um debate crucial, deixou ver, com mais nitidez, o seu rosto de autocrata.
Se houvesse alguma dúvida de que não era mais possível suportar uma “situação” sustentada apenas na chantagem e no desprezo pelas mais elementares regras da democracia, o gesto final deste tiranete vindo das Beiras encarregou-se de a desfazer


Reitor

A Má Moeda

Helena F. Matos, "PÚBLICO" 24-03-2011


Reitor

domingo, 27 de março de 2011

Duas Asneiras Vespertinas

Uma no Ar Lindo
Na segunda-feira devem todos os procedimentos relativos ao Decreto-Regulamentar 2/2010 ficarem suspensos por iniciativa da CCAD de cada agrupamento até que seja possível clarificar a decisão do Parlamento tomada na última sexta-feira.
Foi a pressa, arlindovsky, que fez com que os moços comunistas (ainda bem que o tiaguinho não se apresentou no debate de calções. Preferiu a indumentária motard, soixanthuitard) e o troca-tintas do PSD metessem os pés pelas mãos no texto conjunto.
Não tenha pressa você. Nem dê conselhos de que ainda se possa vir a arrepender. Os procedimentos da ADD devem continuar até que a mesma seja suspensa. Afinal, uma aulinha observada não lhe faz mal nenhum. Ah! Já me esquecia que você desistiu das aulas observadas. Mesmo assim, pimenta no *********** para nós é refresco, não é?

Outra no eruditosantos
É que o motivo porque não fazia sentido revogar os artigos mencionados, neste momento, prende-se com a necessidade de garantir que os professores continuam a ter uma avaliação e que o tempo de serviço deve contar para futuras progressões
Ao contrário do que diz este especialista do eduquês, só fazia sentido revogar-se parcialmente o ECD, removendo os artigos relativos à avaliação. A proposta do PSD era perfeita: matava o bicho (ADD), acabava com a peçonha (Decreto-regulamentar) e repristinava a ADD anteriror (Relatório Crítico).
Se esta proposta tivesse sido aprovada, a boiada não estava agora a pensar em capinar na Constituição. Estava o assunto arrumado de vez.
Assim, xicozé, ainda há a possibilidade de o regressado silva pensar no assunto e, mesmo pensando bem, ainda pode dar-se o caso de a boiada recorrer à célebre - pela eficácia, rapidez e equidade - justiça portuguesa, a qual só tem sido favorável aos professores portugueses. Cá pra mim, o Manel Tiago foi aconselhado por ti.

Reitor

Escovadeira


As tristes e infelizes declarações do inginheiro Esperança estão para a Ministra da Educação e o ing. Socas como a escova está para os sapatos.

Vamos ajudá-lo a reflectir:
- A lei não "pede" nada a ninguém, impõe!
- Vocelência não deve mentir: Não diga que estava a cumprir a lei. Nem estava, nem está, nem nunca esteve a cumprir a lei. Atenção: não me contradiga senão ponho a boca no trombone...
- Vocelência pode informar os contribuintes de quais as "deficiências" que "detectou" no anterior modelo de add?
- Este modelo que o ingº Esperança não quer interroper a meio iniciou-se quando? Não foi também a meio do período de avaliação de 2 anos?
- Se as reformas nunca são avaliadas, como diz, porque é que queria que esta fosse?
Vocelência vem de carrinho.

A colega está a mostrar-lhe o decote novo e vocelência a olhar para cima. Tss, tss, abra os olhos homem.

Reitor

Doçaria Fina

As reacções ao fim da ADD: da satisfação à ignorância, passando pelo conselheiro (sem) Esperança



Reitor

Irmãos de Sangue


O Ramiro Marques, má-língua, veio dizer que o renatocompaio não sabe escrever. Em bom rigor, caro Ramiro, o rapaz escreve bem só que, escreve como quem escova: zzzz, zzzz, zzzz....pra cima e pra baixo.
O renato é irmão da margarida. Irmão de sangue rosa, nota bem. Os dois alimpam há muitos anos os sapatos do SS e do Sucrates.


Reitor

sexta-feira, 25 de março de 2011

ALELUIA



Às 14:19, do dia 25 de Março do ano da graça de 2011, cessou um dos maiores ataques feitos aos professores e às escolas desde que tenho memória. Morreu o modelo de avaliação do desempenho.

Feneceu uma das mais descaradas mentiras que se vendeu ao povo português como se verdade fosse: o morto modelo beneficiava as escolas e os alunos.


Reitor

Cumunicado Lacónico


Só uma profunda falta de decência pode ter levado tão longe o modelo de avaliação dos professores. Contestado desde a primeira hora, não me lembro de ter visto nenhum professor a defendê-lo empenhadamente. Já sei, já sei que me vão dizer que a Armandina "premiada pelo ME" Soares veio defender o modelo de add. Replico de duas formas: por um lado e em bom rigor, a Armandina não é professora e, por outro, ficou barato o apoio.
Não nos esqueçamos que este modelo de add deu origem a duas das maiores manifestações de sempre no país.
Os dois Governos socialistas - os socialistas são amigos íntimos dos professores, perguntem-lhes - impuseram pela força um modelo de avaliação que nunca agradou a nenhum professor. Estes amigos nunca responderem nem evitaram, nem anularam as denúncias de ilegalidade, injustiça, parcialidade, subjectividade, falta de fundamentação e outros tropeções que tantos professores apontaram. Alguns correm ainda pelos tribunais para repor as ilegalidades cometidas.
Depois de toda a contestação, o ME culminou o processo vingando-se indecentemente dos professores que lutaram contra a ADD nos concursos. Os que foram avaliados com muito bom e excelente passaram pelos restantes.
Lacão, tome nota disto: os Governos socialistas não poderiam cometer maior indecência sobre os subordinados, nem ser mais oportunistas com os mais fracos, nem ser mais cínico com os cidadãos do que aquilo que foram. Sem exemplo no Portugal democrático

Alegre-se.

Reitor

Venha Daí o Velhinho Relatório de Avaliação

Artigo 3.º
(Período Transitório)


Reitor

quinta-feira, 24 de março de 2011

O Traque Que Aquele Senhor Deu, Não Foi Ele, Fui eu



Reitor

É o Medo Que Nos Impede De Ler a Realidade

«O que me incomoda?
Que já não existam revolucionários, pois, à esquerda, os antigos refugiaram-se na coreografia e retórica da luta inconsequente e os novos, à direita, ainda não sabem bem como lidar com as coisas, pois hesitam entre as melhores leituras de cabeceira, para saberem o que fazer. Sofisticar com base em Hayek e Popper, ou brutalizar como Reagan e Bush?
À esquerda, a revolução nas ruas, com desfecho imprevisto, deixou de agradar, a menos que seja lá fora e mesmo assim depende do tiranete ou regime a deitar fora. Por cá, fazem manifestações e ao fim de 3-4 horas enrolam as bandeiras e vão-se aos couratos e às bejecas. Fazem bem. Mas é curto.
À direita, a revolução faz-se pela teoria do desmantelamento do Estado social(ista) que nunca o chegou a ser. Fazem-se tertúlias, escrevem-se umas coisas, teorizam-se uns conceitos, desconhece-se a vida da generalidade das pessoas.
De ambos os lados do chamado espectro político agitam-se meros fantasmas como oposição útil. Em ambos os lados há confusão, escassa ligação à realidade, fórmulas teóricas ultrapassadas e medo.
O medo, nas suas diversas formas, paralisou a imaginação, a capacidade de ler a realidade tal como ela é, fora dos livros que teorizam o passado e falharam a prospectiva do presente.
A revolução já não é o que era e ainda não sabemos bem o que poderá ser.
Mas por mim pode ter um começo simples: defenestrem quem está. A bem, a mal ou a muito mal.
O futuro vem a seguir.
Como estamos, não existe»
Embora seja discutível, muito discutível, que a "revolução da  direita" se queira fazer pelo desmantelamento do Estado,  já é indiscutível que os nossos revolucionários, à direita e à esquerda, desconhecem a vida da generalidade das pessoas.
Boas palavras do General, há que dizê-lo.

Reitor

Insaciável!



Reitor

quarta-feira, 23 de março de 2011

Faz a Mala, Despacha-te



Reitor

Presto a Minha Homenagem a Uma Grande Portuguesa, Manuela Ferreira Leite


Escrevia eu em 29 de Abril de 2010:
Enquanto estivermos a ser dirigidos por mentirosos com nítida falta de carácter, os mercados jamais terão confiança em Portugal.
O Governo e a oposição podem tomar as medidas que quiserem. Nenhum investidor, nenhum banco, nenhum país deixará de olhar para Portugal com desconfiança. O crédito, a honorabilidade e o carácter não se alcançam através do voto.


Reitor

Ufa! Até Que Enfim

Vai-te embora melga

Reitor

terça-feira, 22 de março de 2011

Estás Enganado. Amanhã Haverá Pelo Menos Um Mentiroso Em Trânsito Por Belém

Acredito que o homem vai alegar o interesse nacional para não se demitir


Reitor

Como Vos Compreendemos Bem


Jorge Sampaio "exorta agentes políticos face a situação de emergência nacional"

Mário Soares: Um apelo angustiado


Estão com tef-tef de haver necessidade de um pec teta nacional

Reitor

Serviço Público de Educação Na Holanda

A escolha da escola pelos pais e a existência de várias escolas em concorrência, é um indutor para a melhoria da qualidade do sistema de ensino Holandês
A gratuitidade de todo o ensino, em que o Estado entrega à escola um valor por aluno tendo em conta o grau de ensino e as especificidades do meio, num sistema equitativo entre a escola estatal e não estatal obriga à imparcialidade do Estado.

A não protecção das escolas Estatais despoleta a autonomia pedagógica e financeira, onde todas as escolas têm de melhorar permanentemente os seus resultados educativos e a sua gestão financeira

A transparência coloca ao dispor dos cidadãos, os dados de educação, os resultados de cada escola (medidos em termos de valor acrescentado) e o custo por aluno de cada escola, sendo por isso, mais exigentes com as escolas e com a gestão do Estado
Ler tudo aqui


Reitor

domingo, 20 de março de 2011

Ventos De Mudança - Pelo Menos, Vinte Boas Ideias Para a Educação e a Escola

1 - A educação faz parte do núcleo de funções essenciais que o Estado não pode deixar de assegurar.
2 - A educação é um serviço público
3 - A educação é, necessariamente, universal e obrigatória, excepto no Pré-escolar. (e no superior, diria eu)
4 - A educação é um serviço público mas não tem de ser prestada,  
5 - O Estado deve assegurar a existência de uma rede de escolas de oferta pública
6 - Para ter uma melhor educação, não é absolutamente indispensável afectar mais recursos financeiros à educação. É preciso, isso sim, gerir melhor e mais eficazmente os recursos existentes, eliminando desperdícios e utilizando as capacidades instaladas, evitando duplicações.
7 - Ao aluno compete estudar e ser assíduo.
8 - O aluno deve respeitar a autoridade do professor
9 - O aluno deve ser avaliado, periodicamente, de forma rigorosa e isenta.
10 - Os alunos devem realizar exames nacionais no final de cada ciclo nas disciplinas que estruturam cada curso/ciclo
10 - A partir do 3º Ciclo haverá percursos curriculares alternativos, de cariz profissionalizante,
11 - Acabará a ideia generalizada de que todos os alunos podem faltar sem que tal tenha qualquer consequência para a sua progressão, avaliação ou desempenho.
12 - Defendemos uma política muito activa de prevenção e punição da violência exercida contra professores e demais comunidade educativa, a qual deverá ser punida em termos disciplinares mas também de acordo com a legislação civil e penal e demais legislação aplicável.
12 - Os pais ou encarregados de educação deverão ser especialmente responsáveis pelo cumprimento dos deveres gerais do aluno.
13 - Advogamos que cada família possa escolher, livremente, a escola a frequentar, de acordo com a avaliação global que faça desta, do seu projecto educativo, do corpo docente, ou, simplesmente, de outros factores para a sua preferência.
14 - Defendemos o financiamento da Educação por aluno, transitando a sua verba relativa ao financiamento, para o estabelecimento da sua escolha.
15 - Defendemos que cada escola deve ter um grau significativo de liberdade para escolher o seu projecto educativo, desde que definido no enquadramento normativo de componentes estruturantes aprovado pelo Ministério da Educação.
16 - Defendemos o ensino à distância ou o home-schooling.
17 - As escolas e os agrupamentos devem possuir personalidade jurídica e autonomia plena, com competência pedagógica, financeira e após o concurso de colocação nacional, de contratação de professores, afectos estes a uma área pedagógica e a uma circunscrição territorial.
18 - As escolas devem ser lideradas por um Director de Escola e por um conjunto de órgãos com estrutura simplificada, aberto à sociedade, valorizando o papel dos pais e co-responsabilizando a comunidade, com competências bem definidas.
19 - O Director da Escola deve ser um professor
20 - A avaliação (das escolas) passará a ser elemento objectivo de ranking entre escolas, o que permitirá aos alunos e encarregados de educação uma responsável capacidade de escolha. Este ponto é determinante: só há escolha quando há informação.

AQUI

Reitor

Ventos De Mudança




Reitor

Chamar Mentirosa à Outra Antes Que Ela Me Chame a Mim

Só Não Consigo Alcançar o Significado Desta Afirmação


Vamos por passos:
1 - Houve políticas, várias, que destruíram a democracia nas escolas!
Não notei nenhuma mudança substancial n o regime político que restringisse a democracia. E, sendo as escolas instituições públicas ( a maioria), que vivem segundo as regras de um Estado Democrático (uma democracia à portuguesa, concedo), como pode não haver democracia nas escolas?
Destruíram a democracia? Será que instalaram uma ditadura e não demos por isso? 
2 - "...importa suspender um modelo de avaliação cuja concepção está democraticamente derrotada" Esta, então, é de truz. Que o modelo de ADD é estúpido e nunca há-de permitir avaliar bem o que quer que seja, já se sabe. Que quem o congeminou percebe tanto de educação, professores e escolas como um que eu cá sei percebe de engenharia sanitária. Que serve apenas um único propósito: impedir a progressão na carreira, todos o sabem. Agora, o que não sabia era que: "a concepção do modelo está democraticamente derrotada".
Explica lá isto Paulo que eu não chego lá.


Reitor

Ora Aqui Está Um Futuro Secretário de Estado Da Educação

De um novo Governo não-socialista.
Parabéns. É merecido.



Reitor

quinta-feira, 17 de março de 2011

Cuidado! Nunca Assinem Esses Contratos! Desamarrem-se!


Reparem: os escolhidos ficam amarrados a um contrato de quatro anos para desempenharem uma função não paga e que, ainda por cima, os obriga a fazer ações de formação ao sábado, que ninguém sabe ao certo se e como vão ser custeadas, e a cereja em cima do bolo é a obrigatoriedade de os felizes contemplados verem o período em que podem requerer férias profundamente encurtado 


1 - Só por incompetência se pode ter montado uma coisa que obriga os professores a trabalhar 7 horas ao sábado, sem remuneração, para os ensinar a corrigir os mesmos exames que corrigem desde 2004, e sem saber se lhes pagam as deslocações. E mesmo que as venham a pagar, nunca será demais chamar a atenção dos professoes "implicados" para um facto incontornável: perguntem a que preço lhes pagam as deslocações. É que, surpresa, vão pagar-lhes as deslocações a 10 cêntimos o km. Ou a menos. E não lhes pagarão portagens nem almoço. Esperem para ver.


2 - Se os professores - que acreditam no Pai Natal, já se sabe, assinarem os contratos estarão feitos num oito durante 4 anos. Eu explico:
a) nunca mais vão poder recusar-se a fazer formação: ao sábado, em dias coincidentes com feriados locais ou nas férias.
b) nunca mais poderão reclamar dos subsídios para o transporte, mesmo que sejam a um cêntimo/km.
c) nunca mais terão voz activa na marcação das férias. Só as poderão marcar quando o JNE ou ou GAVE? não precisarem deles
d) não receberão um cêntimo por corrigirem as provas e ainda ouvirão o ME dizer que estão de acordo com isso pois assinaram um contrato de livre vontade
e) vão ter formação ao sábado, pelo menos duas vezes por ano


3 - Só por má fé e filha-da-****** se pode entregar um contrato formal a um professor ou a qualquer trabalhador, dando-lhes a entender que são obrigados a assiná-lo.
Tomem nota: NINGUÉM É OBRIGADO A ASSINAR CONTRATOS CONTRA A SUA VONTADE.

Adenda: ver contra-proposta sindical
 
Reitor


É o Que Acontece Aos Oportunistas

Câmaras ‘rasgam’ acordos da Educação


Todos nos lembramos dos acordosrelâmpago assinados pelo ME e pelas Câmaras Municipais há dois anos atrás, para transferência de competências e de funcionários daquele para estas.
A Milú e sus muchachos esfregaram as mãos de contentes. Matavam três coelhos com uma cajadada:  reduziam substancialmente a despesa com o pessoal, livravam-se dos incómodos que milhares de funcionários sempre dão a qualquer ministério e, last but not least, apresentavam-se ao país como descentralizadores exemplares.
Os plesidentes da Câmara, sequiosos de poder e de influência esfregaram a mãos com a oferta de empregos e de poder que o Estado Central lhes oferecia, com tudo pago, note-se. Para além de ser uma oportunidade de ficarem na fotografia

Agora rasgam os acordos.
É bem feito para uns e para outros. 
Quanto ao povo, que vote neles mais uma vez.

Reitor

Sinais De Coragem? Ok. Está a Cair o Pano

Temos de "ter a coragem de dizer basta".

Dizer basta ao excessivo simulacro, à excessiva hipocrisia organizada que arruína a coerência e a legitimidade da ação

Desta vez sou obrigado a concordar com o professor Matias: é preciso dizer "basta" ao simulacro a à hipocrisia.
É preciso dizer "basta" aos que sempre se aproveitaram e governaram com a situação e que agora, seca a teta da esquerda, já se põem em bicos de pés pra ver se chegam à mama da direita.
É preciso coragem para dizer "basta" nestes tempos de fim de festa em que já começam a ser visíveis as pressas de desmontar a tenda para a montar noutra freguesia.


"É difícil dizer quem nos faz mais mal: se os inimigos com as piores intenções ou os amigos com as melhores." Edward Bulwer-Lytton

Reitor

 

quarta-feira, 16 de março de 2011

Desvinculação Galopante




Reitor

Guarda-as Que Ainda Farão Falta


Tivesses Tu Vergonha

Bom Dia

N.ª Sr.ª da Peneda

Reitor

quinta-feira, 10 de março de 2011

Uma Ligeira Torção Da Realidade Para Que Se Conforme Ao Que Interessa Agora

O Paulo Guinote não gosta nada do Cavaco Silva e, sempre que surge a oportunidade, dá-lhe umas beliscadelas. Não teria mal nenhum, porque o regressadosilva também as merece.
O que Cavaco não merece é que se reescreva a história e se torça a realidade para confirmar as teorias daqueles que o criticam.
O Paulo não gostou da frieza e distanciamento de Cavaco perante a luta dos professores em 2008 e 2009. Frieza e distanciamento que deram ânimo a MLR e ajudaram o Governo a impor medidas prejudiciais à classe profissional dos docentes. Até aqui acompanho.
O que já não posso subscrever, antes pelo contrário, é a sua tentativa, bastante canhestra para o que é habitual, de querer comparar os professores aos portugueses, de querer colocar ao mesmo nível a luta de uma classe profissional pelas condições de exercício da profissão à luta que toda a sociedade civil deve empreender para se libertar do excesso de poderes públicos que limitam a sua autonomia; para tomar para si, retirando ao Estado, a responsabilidade pelo desenvolvimento do país e pela  criação de riqueza.
Cavaco desafia os portugueses a um sobressalto cívico. Não desafia nem se põe ao lado de uma classe profissional, por mais importante que ela seja.
Cavaco desafia a sociedade civil a libertar-se dos poderes públicos e não a acobertar-se debaixo da protecção estatal. Cavaco não se põe ao lado de uns funcionários públicos que lutam contra a ADD, o ECD e as algumas políticas do Governo, não.
Cavaco desafia os portugueses a lutarem contra este regime cuja força reside numa fraca, estática e mui dependente sociedade civil.
Cavaco desafia os portugueses a agir. A olharem para si, para cada um de nós, como cidadãos responsáveis pelo futuro do país e fautores do seu destino colectivo.
Cavaco diz-nos aquilo que já nos devia ter dito há muito, mesmo antes de 2008: o nosso futuro, o nosso desenvolvimento, o pagamento da dívida, a credibilidade das contas públicas e do país, dependem de nós e não dos poderes públicos. Muito menos destes.
Cavaco pôs-se do lado dos colégios privados, não para defender corporações ou interesses privados, mas sim para defender a liberdade. Para impedir que os milhares de portugueses que hoje gozam de alguma autonomia e liberdade de escolha não a perdessem, não ficassem subjugados pelos poderes públicos que hoje comandam o Estado e que subjugam uma importante fatia da sociedade cívil.

Libertemo-nos da asfixia do Estado, é esta uma das grandes linhas do discurso de de Cavaco Silva.
A luta dos professores mora um pouco ao lado e muito, muito mais abaixo.

Reitor

Bom Dia





Reitor

quinta-feira, 3 de março de 2011

Ufa! Ainda Bem Que Te Foste Embora!

Saída de médico do SNS deixa 20 transexuais sem operação

Os dois conheceram-se na consulta. Começaram a namorar entre os tratamentos e foram viver juntos entre as operações. Mudaram de sexo e foram para tribunal para mudar de nome: ele para poder aceitá-lo como mulher, ela para poder aceitá-la como marido. "Podiam ter ficado como estavam, sentiam-se bem um com o outro. Mas não se sentiam bem com eles próprios."
E fica a saber que 6 euros à hora é uma exploração. A todos os portugueses que pagam impostos, claro!
O serviço público de saúde não te devia pagar nada e devia era cobrar a todos os que gastam recursos públicos para se "sentirem bem com eles próprios".

Sejam úteis à sociedade. Vão vergar o fio que passam logo a sentir-se bem consigo próprios.
Ah! E se quiserem sentir-se melhor abram os cordões à bolsa. Ou querem fazer como a Tina, uma ex-empregada cá de casa que, para se sentir bem, pediu ao médico de família um P1 para fazer cirurgia de enchimento mamário?

Reitor

A Especialista



Reitor